domingo, 22 de janeiro de 2017

Por que sou Judeu?




Por que sou Judeu?
1. Não é por acreditar que o judaísmo contenha tudo o que existe na história humana. Judeus não escreveram os sonetos de Shakespeare ou os quartetos de Beethoven. Não presenteamos o mundo com a serena beleza de um jardim japonês ou com a arquitetura da Grécia antiga. Admiro as tradições que lhes deram origem. Aval zé he-lanu. Mas isto é nosso.
2. Não sou judeu em razão do anti-semitismo ou para evitar dar a Hitler uma vitória póstuma. O que me acontece não define quem sou: O nosso é um povo da fé, não do destino.
3. Não sou judeu por pensar que somos melhores, mais inteligentes, virtuosos, criativos, generosos e bem sucedidos que os outros. A diferença não está nos judeus, mas, sim, no judaísmo; não no que somos, mas no que somos convocados a ser.
4. Sou judeu porque filho do meu povo ouvi o chamado para adicionar meu capitulo a esta história não finalizada. Eu sou uma etapa nesta jornada, um elo de ligação entre as gerações. Os sonhos dos meus ancestrais vivem em mim e sou guardião de sua confiança, agora e no futuro.
5. Sou judeu porque nossos ancestrais foram os primeiros a ver que o mundo tem um propósito moral, que a realidade não é uma guerra incessante entre os elementos para que sejam idolatrados como deuses, e nem que a história é uma batalha na qual o mais forte tem sempre razão e que o poder deve ser satisfeito. A tradição judaica moldou a moral de civilização ocidental, ensinando pela primeira vez que a vida humana é sagrada, que um ser humano nunca pode ser sacrificado em nome das massas e que, ricos e pobres, grandes e pequenos, todos são iguais perante D-us.
6. Sou judeu porque sou herdeiro moral daqueles que estiveram presentes ao pé do Monte Sinai e se comprometeram a viver segundo estas verdades, tornando-se um reino de sacerdotes e uma nação sagrada. Sou o descendente de incontáveis gerações de ancestrais que, embora dolorosamente testados e submetidos a amarga provações, permaneceram fiéis aquele pacto quando podiam tão facilmente ter desertado.
7. Sou judeu em virtude do Shabat, a maior instituição religiosa do mundo, um tempo no qual não há manipulação da natureza ou de nossos companheiros humanos, onde nos reunimos em liberdade e igualdade para criar, a cada semana, uma antecipação da era messiânica.
8. Sou judeu porque nossa nação, mesmo em tempos de imensa pobreza, nunca desistiu de seu compromisso de ajudar necessitados, de resgatar judeus de outras terras ou de lutar por justiça em prol do oprimido, fazendo estas coisas sem esperar congratulações, mas porque são mitzvot, porque um judeu não poderia fazer menos.
9. Sou judeu porque amo a Torá, e sei que D-us é encontrado não nas forças da natureza, mas nos significados morais, nas palavras, textos, ensinamentos e mandamentos, e porque os judeus, mesmo quando tudo o mais lhe faltou, jamais deixou de valorizar a educação como tarefa sagrada, dotando os indivíduos de dignidade e profundidade.
10. Sou judeu em razão da fé apaixonada que o nosso povo nutre pela liberdade, sustentando que cada um de nós é agente moral e que nisto repousa nossa dignidade única enquanto seres humanos e, também, porque o judaísmo nunca permitiu que seus ideais se tornassem inatingíveis, mas em vez disso, traduziu-os em atos que chamamos de mitzvot, e em um caminho ao qual chamamos Halachá, trazendo assim o céu à terra.
Eu simplesmente tenho orgulho de ser judeu
Tenho orgulho de ser parte de um povo que, apesar dos traumas e cicatrizes, nunca perdeu seu humor ou sua fé, sua habilidade de rir dos problemas à sua frente e ainda acreditar na redenção final; um povo que viu a história humana como uma jornada e nunca deixou de prosseguir e procurar.
1. Tenho orgulho de ser parte de uma era em que meu povo, devastado pelo mais hediondo crime já cometido contra um povo, respondeu revivendo sua terra, re-cobrando sua soberania, resgatando judeus ameaçados em todo o mundo, reconstruindo Jerusalém e provando-se tão corajoso na busca pela paz como na defesa em tempos de guerra.
2. Eu me orgulho do fato de nossos ancestrais sempre terem se recusado a aceitar acomodações prematuras e de que, quando perguntados se "O Messias já chegou?" sempre responderam "Ainda não".
3. Tenho orgulho de pertencer a Israel cujo povo significa "aquele que enfrenta a D-us e ao homem e prevalece". Porque, apesar de amarmos a humanidade, nunca cessamos de lutar com ela, desafiando os ídolos de todas as eras. E apesar de nosso amor eterno por D-us, nunca deixamos de questioná- Lo - e nem ELE a nós.
* Texto extraído do livro "Uma Letra da Torá do Rabino Jonathan Sacks. Reproduzido aqui com autorização do representante do autor.

Prece Marrana...




(a 1º oração que minha mãe me ensinou quando eu era criança.)

Oração Para o Anjo da guarda
Santo Anjo do Senhor meu zeloso guardador.
Se a ti me confiou a Piedade Divina, sempre me rege, me guarda e me ilumina. Amém
À minha direita Miguel, á minha esquerda Gabriel e ás minhas costas Uriel e diante e sob mim a presença do Senhor....
Prece Marrana...

HALACHOT SOBRE IMAGENS PROIBIDAS - PARTE 1

Copiei de Ilana Köhler.
HALACHOT SOBRE IMAGENS PROIBIDAS - PARTE 1
O pasuk (Parashat Yitro 20:20 ) diz que não se deve fazer imagens para representar Hashem. O motivo é para mostrar que não precisamos de um intercessor entre nós e Hashem (Seforno ibid, Eben Ezra, ver Chinuch Missva 39. Referente a Chatam Sofer Y.D. 2:128) já que rezamos para Hashem e nenhum outro, ou nada além dEle. Outros dizem que não é respeitoso ter uma imagem que representa Hashem, já que Hashem crious os humanos à Sua imagem (צלם אלקים), e se fizermos imagens de humanos é como se estivéssemos fazendo uma imagem de Hashem (Ritva Rosh Hashanah 24a.). A Gemará (Mesechtat Rosh Hashanah 24a, Avoda Zara 42b-43b, ver Shulchan Aruch Y.D. 141:4, Chochmat Adam 85:3) diz que é proibido fazer imagens de humanos, do sol, lua, estrelas, anjos e dragões com pêlos. Os sábios proibiram a posse de imagens proibidas dentro de casa, por causa do Chashad que possa dar a impressão de que a dita imagem seja venerada (Mesechtat Avoda Zara 43b, Tosafot Rosh Hashanah 24b “sumi”).
DIZER A UM GUER QUE FAÇA UMA IMAGEM PROIBIDA
Um judeu não deve mandar um guer fazer nenhuma imagem proibida. A razão é que ao fazer isso, enquadra-se no Issur de Amira lAkum, o qual proibe um judeu de dizer a um guer de fazer algo que lhe é proibido (referente a Tosafot Masechtat Rosh Hashanah 24b “sheani,” Tosafot Mesechtat Avoda Zara 43b sheani,” Chochmat Adam 85:6, Ben Ish Chai Massê 2:9, Kitzur Shulchan Aruch 168:1, Darchê Teshuva 141:32, Minchat Yitzchak 2:29, ver Chatam Sofer Y.D. 2:128 que é leniente. O Meiri (Avoda Zara 42a “din acherim”) diz que o Issur de Amira lAkum se aplica somente ao Shabat, mas ele diz que de qualquer maneira é proibido a um judeu pedir a um goy que faça uma imagem proibida).
POSSUIR IMAGEM PROIBIDA DE PESSOAS
Não se deve ter imagens proibidas de pessoas em suas possessões por causa de um Chashad (referente a Mesechtat Avoda Zara 43b, Rama 141:3, Shach 23, 26, Taz 9-10). Alguns dizem que o Chashad é de que venham a pensar que o judeu dono da imagem irá se curvar à mesma (Tosafot “vehu”, Rashi Avoda Zara ibid “chushda,” Rama 141:3.), enquanto outros dizem que a preocupação maior é de que os outros pensem que o próprio judeu formou a imagem, o que seria Assur Mideoraita (Rosh Avoda Zara 3:5). Alguns dizem que o Minhag hoje em dia é de que pode-se ter imagens de humanos por quê não vai ser idolatrado e não há nenhum Chashad (Ritva Avoda Zara ibid “veibo’et ema,” Gra 17, Chochmat Adam 85:6, Darchê Teshuva 31, Journal of Halacha and Contemporary Society ibid: pág. 20: nota de rodapé 26, ver Kitzur Shulchan Aruch 168:2. Alguns ainda dizem que não se deve possuir imagens de humanos a não ser que a imagem esteja desfigurada: Shach 19, Taz 6, Be’er Heitiv 14, ver Igrot Moshe Y.D. 2:54-55). Outras imagens proibidas, também são proibidas dentro de uma residência: Gra ibid, Veein Lumo Michshal 2: pág. 129:8.). Desta forma, é permitido possuir uma imagem de um homem em um pedaço de móvel (Darchê Teshuva 33).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Os Judeus Na Índia

Os Judeus Na  Índia (primeira parte) :
A história dos judeus na Índia remonta aos tempos antigos. O judaísmo é a uma das primeiras religiões extrangeiras registrada históricamente a chegar na Índia . Os judeus indianos são uma minoria religiosa na Índia, mas, ao contrário de muitas partes do mundo, têm vivido historicamente na Índia sem quaisquer casos de antisemitismo da maioria populacional local, os hindus. 
As comunidades antigas mais bem estabelecidas têm assimilado um grande número de tradições locais através da difusão cultural.  A comunidade judaica da Índia é a quarta maior comunidade judaica asiática depois de Israel, Rússia asiática e Irã. A população judaica na Índia é difícil de estimar, uma vez que cada comunidade judaica é distinta com origens diferentes; Enquanto alguns supostamente chegaram durante o tempo do Reino de Judá, outros são vistos por alguns como descendentes das dez tribos perdidas de Israel.  Além de judeus expatriados e imigrantes recentes, existem sete grupos judaicos na Índia:
Primeiro : Os"malabar" os judeus Cochin, de acordo com Shalva Weil, poderia ter chegado à Índia juntamente com os comerciantes de Salomão. Os judeus de Cochin estabeleceram-se em Kerala como comerciantes.
Segundo : Os Judeus de Chennai: Os chamados judeus espanhóis e portugueses, judeus de Paradesi e judeus britânicos chegaram a Madras durante o século XVI, eram empresários de diamantes  e de herança sefardita. Após a expulsão da Península Ibérica em 1492 pelo Decreto da Alhambra, algumas famílias de judeus sefarditas acabaram por chegar a Madras no século XVI. Mantiveram conexões comerciais com a Europa, e suas habilidades de linguagem foram úteis. Embora os Sefaradim falassem Ladino (isto é, espanhol ou judeu-espanhol), na Índia eles aprenderam Tamil e Judeo-Malayalam dos judeus Malabar.
Terceiro : Os judeus de Goa: Estes foram os judeus portugueses que fugiram para Goa Portuguêsa após o início da Inquisição em Portugal. A comunidade consistia principalmente de "Cristãos Novos" que eram judeus pelo sangue e se converteram sob a coação da Inquisição ao catolicismo . Este grupo foi alvo de perseguição pesada com o iníci da Inquisição de Goa, que colocou em julgamento o famoso médico Garcia de Orta, entre outros.
Quarto :Os Bene Israel : esses viviam em Karachi até a Partição da Índia em 1947, quando eles fugiram para a Índia (em particular, para Mumbai). Muitos deles também se mudaram para Israel. Os judeus de Sindh, Punjab ou Pathan são muitas vezes incorretamente chamado Bani Israel. A comunidade judaica que costumava residir em outras partes do que se tornou o Paquistão (como Lahore ou Peshawar) também fugiu para a Índia em 1947, de forma semelhante à maior comunidade judaica de Karachi.
Quinto :Os judeus Baghdadi , esses chegaram da cidade de Surat no Iraque (e de outros Estados árabes), como Irã e Afeganistão há cerca de 250 anos.
Sexto : Os Bnei Menashe são do grupo etnico das tribos Mizo e Kuki das cidades de Manipur e Mizoram que são recém-convertidos ao judaísmo.
Setimo :Os Bene Ephraim (também chamados de "judeus Telugu") são um pequeno grupo que fala Telugu; Sua observância do judaísmo data de 1981.
Os Judeus De Cuchin : A mais velho das comunidades judaicas indianas está em Cochin. O conto tradicional é que os comerciantes da Judea chegaram à cidade de Cochin, Kerala, em 562 EC, e que mais judeus vieram como exilados de Israel no ano 70 EC. Após a destruição do Segundo Templo. Acredita-se também que os judeus se estabeleceram na Índia quando o rei Salomão estava no poder. Este era um tempo que marfim, especiarias, e pavão eram populares no comércio em Cochin. Não há data exata ou razão para a razão pela qual eles chegaram na Índia, mas acadêmicos dataram em torno da Idade Média. Cochin é um grupo de pequenas ilhas tropicais cheias de mercados e muitas culturas diferentes, como holandeses, hindus, judeus, portugueses e britânico. A distinta comunidade judaica era chamada Anjuvannam. A sinagoga ainda esta em funcionamento em Mattancherry e pertence aos judeus Paradesi, os descendentes dos Sefaradim que foram expulsos da Espanha em 1492, embora a comunidade judaica em Mattancherry tenha apenas seis membros restantes desde 2015.
A história dos judeus de Cochin é sua relação próxima com os indianos,  foi eventualmente codificado em um jogo de placas de cobre que concedem os privilégios especiais da comunidade. A data destas placas, conhecida como "Sâsanam", é contenciosa.As próprias placas fornecem uma data de 379 EC, mas em 1925 a tradição estava estabelecendo como 1069 EC, Bhaskara Ravi Varma, o quarto governante de Maliban concedeu as placas de cobre aos judeus.As placas estavam inscritas com uma mensagem informando que a aldeia de Anjuvannam pertencia aos judeus e que eles eram os senhores legítimos de Anjuvannam e deveria permanecer deles e ser transmitidos aos seus descendentes judeus "enquanto houver mundo e lua".Este é o documento mais antigo que mostra que os judeus estavam vivendo na Índia permanentemente. Está agora armazenado na sinagoga principal de Cochin. Os judeus estabeleceram-se em Kodungallur (Cranganore) na costa de Malabar, onde negociaram pacificamente, até 1524. O líder judaico Joseph Rabban foi concedido o grau do príncipe sobre os judeus de Cochin, dado o regência e a renda de imposto de um principado em Anjuvannam , Perto de Cranganore, e direitos a setenta e duas "casas livres". 
O rei hindu deu permissão a perpetuidade (ou, na expressão mais poética daqueles dias, "enquanto o mundo e a lua existirem") para que os judeus vivam livremente, construam sinagogas e possuam bens "sem condições". Uma ligação de volta a Rabban, "o rei de Shingly" (outro nome para Cranganore), era um sinal da pureza e do prestígio. Os descendentes de Rabban mantiveram esta comunidade distinta até que uma disputa de chefe de Estado estourou entre dois irmãos, um deles chamado José Azar, no século XVI. Os judeus viveram pacificamente por mais de mil anos em Anjuvannam. Após o reinado de Rabban, o povo judeu já não tinha a proteção das placas de cobre. Príncipes vizinhos de Anjuvannam intervieram e revogaram todos os privilégios que o povo judeu recebeu. Em 1524, os judeus foram atacados pelos irmãos Mouros, com a suspeita de que estavam mexendo com o comércio de pimenta, e as casas e sinagogas que pertenciam a eles foram destruídas. O dano foi tão grande que, quando os portugueses chegaram alguns anos mais tarde, apenas uma pequena quantidade de judeus empobrecidos permaneceu. Eles permaneceram lá por mais 40 anos apenas para retornar à sua terra de Cochim .
Em Mala, distrito de Thrissur, os judeus de Malabar têm uma sinagoga e um cemitério, assim como em Chennamangalam, Parur e Ernakulam.
Bibliografia :
 The Jews of India: A Story of Three Communities , Orpa Slapak. The Israel Museum, Jerusalem. 2003

terça-feira, 17 de janeiro de 2017



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Aos RABINOS que desejam observar a halachá (lei judaica):

"[Quanto aos Anussim], portanto, deve-se fazer esforço para trazê-los de volta em RETORNO [teshubá], e aproximar-se deles por meio de relações amistosas, para que eles retornem à fonte fortalecedora, isto é, à Torá. E que nenhum homem se apresse em condená-los.”

Mishnê Torá - Sefer Shofetim - Hilkhot Mamrim 3:3b
Rabbi Moshe ben Maimon (Maimônides/Rambam)
Tradução de Sha'ul Bensiyon.

Quem tem chazaká é judeu. Não é necessária nem mesmo uma conversão, apenas um reconhecimento. Converter um judeu é ILEGAL. Se alguém não possui chazaká, mas deseja se converter, também NÃO é proselitismo aceitar essa pessoa.


*E AI QUE MIM DIZEM OS CONVERSOS? SERÁ QUE QUEREM CONVERTE-SE POR NÃO TEREM A CERTEZA DE SER JUDEUS.

#eutenhohazaqá

Errata:
https://www.facebook.com/PortalAnussim

Somos todos Judeus ... até Prova em Contrário


“Charles Krauthammer, colunista famoso, publicado em um de seus artigos recentes de um produto de sua lei observações por mais de 20 anos:”. Todos somos judeus até que se prove o contrário"
Krauthammer especifica que o seu direito não se relacionam com nossos vizinhos ou colegas, mas as pessoas famosas na vida pública, atores, artistas, escritores, industriais, até mesmo políticos, que dá vários exemplos. John Kerry, o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, ele aprendeu como um adulto que teve avós judeus, Madeleine Albright, ex-secretário de Estado no governo do presidente Clinton, disse que não sabia que seus pais eram judeus e que seus avós mortos no Holocausto. O candidato a presidente da França, Nicolas Sarkozy, é de ascendência judaica, como o general Wesley Clark, ex-comandante supremo da NATO.
Elvis Presley era descendente, pelo lado materno, de um judeu bisavó, que, tecnicamente, de acordo com a Halachá, judaica faz. Marilyn Monroe, Elizabeth Taylor e Sammy Davis Junior eram judeus para a conversão.
Miguel de Cervantes, a figura central da literatura espanhola, descendente de judeus por Herradón Ame-escritor Oscar, autor de O Segredo judaico Cervantes (Mirror Ink Ed., Londres, 2005).
Cristóvão Colombo, diz o historiador Salvador de Madariaga em seu livro Vida do Senhor Don Cristobal Colon Muito Magnífico (1950), descendente de judeus de Mallorca.
O financiamento para a sua viagem feita com uma quantia fornecida por seu amigo Luís de Santangel, um judeu convertido, e não com os recursos provenientes da venda das jóias de Isabel de Castela, a história de bonito que tem o defeito de ser falsa. Vários dos marinheiros eram judeus, incluindo o intérprete que estava em sua primeira viagem, conhecer a língua hebraica que Colombo pensava que ele iria falar das tribos perdidas de Israel chamado na Índia. Simon Wisenthal defendeu esta tese em 1973 sobre "As velas de esperança (Sails of Hope, a missão secreta de Cristóvão Colombo)".
Infelizmente também atribuída origem judaica para alguns dos maiores anti-semitas na história. Há versões que dizem que Tomás de Torquemada, o fundador da Inquisição Espanhola, responsável pela morte pelo fogo de muitos "cristãos novos", foi ele próprio um descendente de judeus convertidos.
Existe uma possibilidade remota (Deus me livre) que o pai monstruoso de Adolf Hitler, Alois Schicklgruber, era filho ilegítimo de um judeu chamado Frankenberger, em sua casa possuiu a empregada doméstica que dai nasceu Hitler, ela trabalhava para a avó de Hitler, Maria Anna Schicklgruber. Uma pesquisa recente minimizou essa possibilidade, e atribuiu à paternidade de certo Georg Alois Hitler, que pediu, em 1877, 40 anos após o nascimento de seu filho, que vai colocar o seu nome e na certidão de nascimento, você alterar o status de "ilegítima" a "legítima". Se isso não tivesse acontecido, os nazistas, em vez de saudação Heil Hitler! Teria de dizer Heil Schicklgruber!, Caso em que, talvez, a história teria sido diferente.
Também em Lima, minha cidade natal, era lei popular que todo mundo é judeu até que se prove o contrário. Lembro-me nos anos 60, quando 6,000 judeus viviam em Lima, em uma população de dois milhões, perguntei a um colega de trabalho se nenhum judeu não tinha idéia de quantos judeus eram em Lima. Ele disse que pelo menos meio milhão.
Em alguns casos, não há erro em atribuir ascendência judaica. O maior cemitério lápide judaica, no momento em que a Associação israelense foi fundada 1870, é o Don Jacob Zender. Em 1957, sua neta Zender Gladys, educado em um colégio de freiras e um católico devoto, foi eleita Miss Universo. Quando alguém lhe disse o irmão de Gladys que seu avô era menino judeu quase desmaiei.
O campeão em "identificar os judeus" foi o escritor francês Roger Peyrefitte, que em 1965 publicou um romance Os judeus, que o romance parece mais do que um telefone sem números de telefone, listando tudo o autor considera ascendência judaica, incluindo entre eles Fidel Castro, Generalíssimo Franco, a rainha Elizabeth da Inglaterra, o rei da Suécia, o rei Fernando, o general De Gaulle, presidente Kennedy, e muitos outros personagens.
Fonte: Focus - David Mandel

Você sabia que Elvis era Judeu?







Rock and roll cantor e ator. Nascido em uma família modesta, Elvis Presley era descendente, pelo lado materno, de um judeu bisavó, que, tecnicamente, de acordo com a Halachá, judaica faz. Desde muito O jovem foi obrigado a trabalhar. Com a idade de 11, e com sua insistência, seus pais lhe deram sua primeira guitarra.
Em 1948, sua família mudou-se para Memphis, um dos centros de atividade musical no país. Quando Elvis estava mal 19, o produtor Sam Phillips, proprietário da Sun Records, decidiu editar em um único contendo os temas que é tudo direito e Lua azul de Kentucky. Esta primeira tentativa abriu as portas de um programa de rádio de música country, Louisiana Hayride, com um espectro de emissão compreendendo treze estados.
Elvis era muito consciente de sua ascendência judaica, mas foi instruído a não divulgar o fato porque "as pessoas não gostam dos judeus", segundo seus pais.
Mas Elvis, que vivia em um apartamento abaixo de um rabino judeu, muitas vezes o visitou. Fala do rabino viúva e se lembra sobre Elvis, Elvis iria visitar sua casa, no sábado, para acender as luzes. Elvis sempre usava um quipá na bolsillo.Estaba fascinado por música judaica. Todas as instituições de Memphis judeus lembram bem as generosas doações que Elvis fez.
Revelações faz Elaine Dundy e n o livro "Elvis e Gladys". Elaine descobriu a árvore genealógica da família Presley. "Sem dúvida, o Elvis judeu como ele observa é herdado pela mãe, e que Elvis sabia o que lhe tinha dito muitos de seu círculo íntimo. "
O livro Em busca das raízes judaicas de Elvis Presley, William Mansell, um parente do ídolo, disse que na vida de Elvis tinha muitos esquemas associados com a vida judaica, incluindo o fato de que sua mãe, Gladys era indiano pelo pai judaica sobre sua mãe.
Aparentemente, em seus últimos anos quis dar a conhecer a sua verdadeira identidade judaica, como foi visto em inúmeros concertos vestindo uma estrela de David, ou "Chai" publicamente e ostensivamente.
Os primeiros anos da década de 1970, no entanto, representou uma queda de Elvis Presley novo e criativo, agravada por seu vício em remédios de emagrecimento e reclusão em seu mundo de fantasia que tornou-se particularmente sua mansão Graceland. Em 1973, ele se divorciou de Priscilla Beaulieu e sua imagem tornou-se claramente o tom excessivo que caracteriza suas últimas aparições: topete exagerado, ternos de couro com excesso de peso e branco com strass.
Depois de cair inconsciente várias vezes no palco, oficialmente morreu de um ataque cardíaco, sem dúvida, uma conseqüência de seus excessos. Mas hoje, depois de uma pesquisa mais diligente, concluiu que Elvis não gostava de drogas, mas sofreu com lesões no fígado irreversível.
Apesar de seu rápido declínio, Elvis Presley se tornou um ícone do século XX e uma das figuras mais importantes na história da música popular, como evidenciado por seus mais de cem discos de ouro, platina e multiplatinados.
Elvis Aaron Presley é considerado o Rei do Rock'n Roll. Seu estilo único de cantar, seus movimentos agressivos no palco, seu carisma, e outras qualidades é o que é permitido atualmente ser uma das maiores figuras musicais da história. Além de seus inúmeros registros, a qualidade nas músicas que ele jogou é o que continua a gerar novas gerações ingressar nas fileiras de seus seguidores fervorosos.
Em suma, Elvis Presley não é mais um ícone americano, para se tornar um dos ícones da música mundial.

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