SEPHER
TOSAFOT YEHUDIM – SUPLEMENTOS TANAÍTICOS PARA A TESHUVAH DOS JUDEUS
MARRANOS DE ORIGEM SEFARADITA – TOSEFTA 2 – O JUDAÍSMO MESSIÂNICO –
COMENTÁRIO TANAÍTICO 6
O BNEY ANUSSIM SEPHARAD adverte,
denuncia e informa que em detrimento da ação dos religiosos que se
apresentam, se declaram e se identificam como judeus, mas que na
realidade são missionários cristãos evangélicos e protestantes messiânicos,
cujo medíocre trabalho é evangelizar judeus, induzindo-os a aceitarem a
filiação divina, a messianidade e os ensinamentos de YESHUA NAZARETH,
torna-se necessário, principalmente para os descendentes de judeus
marranos de origem sefaradita, o fornecimento de explicações sobre
YESHUA NAZARETH, sobre o CRISTIANISMO e, sobretudo sobre as intenções
dos missionários cristãos evangélicos e protestantes messiânicos,
informando principalmente os motivos da fortíssima rejeição judaica a
YESHUA NAZARETH, através da identificação de distorções, de fraudes e de
mentiras registradas no NOVO TESTAMENTO, quando elas são confrontadas
diante do TANAKH.
Há algumas décadas atrás, cristãos
pertencentes a várias denominações religiosas cristãs evangélicas e
protestantes descobriram (por elas mesmas e sem a interferência de
terceiros) as suas raízes judaicas. Estes cristãos descobriram, através
de pesquisas históricas, que os sobrenomes das suas famílias possuem
origens judaicas sefaraditas e, devido a isto, estes cristãos concluíram
que eram descendentes de judeus marranos de origem sefaradita (cujos
ancestrais familiares foram coagidos, forçados e obrigados, durante
séculos, a praticar o idolátrico culto religioso cristão católico
apostólico romano). E, a partir desta grande descoberta histórica, eles
decidiram olvidar grandes esforços para retornarem às práticas do modo
de viver judaico. Porém esta descoberta histórica também é um
cumprimento profético, segundo está escrito [1–3]:
Estes
cativos do exército dos filhos de Israel que habitavam com os cananeus,
até Tsorfat, e os cativos de Jerusalém, que habitavam em Sefarad,
possuirão as cidades do Sul.
Sepher Navi Obhadyahu 20
Os judeus sefaraditas foram expulsos da ESPANHA no ano de 1492; foram
expulsos da SICILIA no ano de 1493; e, por fim, eles foram expulsos de
PORTUGAL no ano de 1496, por não aceitarem eles a idolátrica fé
religiosa cristã católica apostólica romana. Mas, infelizmente, os
judeus sefaraditas que decidiram permanecer na ESPANHA e em PORTUGAL
(porque não possuíam recursos financeiros para procurar refúgio seguro
em outros países) foram ameaçados, coagidos e forçados na marra (isto é,
através da força bruta) a abandonar, a abjurar e a desprezar as
práticas do modo de viver judaico, e a aceitar amargamente e com
profunda tristeza a idolátrica fé religiosa cristã católica apostólica
romana. E, devido a isto, os judeus originários de ESPANHA e de PORTUGAL
se tornaram conhecidos historicamente como JUDEUS MARRANOS, BNEY
ANUSSIM (FILHOS DOS FORÇADOS) e, mais tarde, estes judeus tornaram-se
conhecidos também historicamente como CRISTÃOS NOVOS. Mas, felizmente,
os judeus sefaraditas que não decidiram permanecer na ESPANHA e em
PORTUGAL (porque possuíam recursos financeiros para procurar refúgio
seguro em outros países) conseguiram se refugiar na BÉLGICA, na HOLANDA,
em LUXEMBURGO, e em países do NORTE DA ÁFRICA e do ORIENTE MÉDIO [3].
A partir do século XVI, pequenos grupos de judeus marranos de origem
sefaradita conseguiram embarcar em navios e encontraram refúgio seguro
nos países citados acima, nos quais os judeus marranos de origem
sefaradita se misturaram aos judeus sefaraditas que lá já se
encontravam. Assim, torna-se muito difícil distinguir judeus sefaraditas
de judeus marranos de origem sefaradita até porque a maioria deles é
oriunda da PENÍNSULA IBÉRICA e, além disto, ser coagido, forçado e
obrigado a procurar refúgio seguro em outros países também é uma grande
amargura e uma grande tristeza. Mas a palavra MARRANO refere-se apenas,
exclusivamente, somente e unicamente aos judeus sefaraditas que foram
coagidos, ameaçados e obrigados na marra a abandonar, abjurar e
desprezar as práticas do modo de viver judaico, e a aceitar amargamente e
com profunda tristeza a idolátrica fé religiosa cristã católica
apostólica romana, mas os judeus marranos de origem sefaradita
continuaram a praticar, em segredo, o modo de viver judaico [1–3].
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