sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ORIGEM DO NOVO TESTAMENTO

1.1 O chamado “Novo Testamento” é formando de 26 livros, dos quais quatro são supostos relatos – Os “Evangelhos” – sobre a vida e ensinos de Jesus Nazareno, 21 cartas, cuja autoria é atribuída aos primitivos discípulos de Jesus, porém, a maioria teria sido ditada pelo apóstolo Paulo, um judeu convertido posteriormente à seita dos nazarenos há um livro chamado de “Atos dos Apóstolos”, relatando alguns fatos e as atividades dos discípulos após a morte do seu líder, e um livro de misticismo, chamado “Apocalipse” (palavra grega para Revelação). Tais livros formam o fundamento do cristianismo e são apresentados à Humanidade como a última palavra do Criador, em substituição à Torah. Aos Profetas e às Escrituras, que foram o TANA”CH [sigla para Torah, Nevyim veChetuvim] – a Bíblia Judaica, comumente chamada de “Velho Testamento” pelos cristãos”.
1.2 No entanto, a patente contradição do chamado “Novo Testamento” com a TORAH (o Pentateuco), por si só, já é suficiente argumento para refutar sua origem Divina, pois, como diz a Escritura: “Tua Torah é Verdade” (Tehilim [Salmo] 119:142). Assim, qualquer Luz de conhecimento posterior à Revelação do Sinai deve, necessariamente, concordar com os escritos do maior Profeta do Eterno, Mosheh Rabênu [Moisés, nosso mestre], sobre a quem a mesma Torah declarou: “Nunca se levantou em Israel um profeta como Mosheh, com quem o Eterno falou face a face” (Devarim [Deuteronômio] 34:10 ver Shemot [Êxodo] 33:11 Bamidbar [Números] 12:6-8). Quando esse texto foi escrito, para ressaltar a Autoridade Divina conferida a Mosheh, de forma preponderante, Israel ainda não existia com Estado como estado Teocrático. Só mais tarde, portanto, o Eterno inaugurou o Ministério dos Profetas. A expressão “nunca se levantou”, no passado, é dada como fato consumado e definitivo, a ressaltar a impossibilidade de surgir, no futuro, um profeta mais qualificado do que Mosheh. Assim, todos os Mensageiros do Eterno, então, fundamentaram sua pregação nas Palavras reveladas a Moshêh, subordinando-se à Autoridade daquele que também foi considerado pela Torah como o primeiro “Rei em Yeshurun” (Devarim 33:5).
1.3 Na realidade, existem centenas de contradições no texto do “Novo Testamento” quando cotejado com a Torah, assim como, também internamente, Os Evangelhos, as Cartas e os livros de Atos e Apocalipse entram em colapso quando os mesmos relatos ou ensinos são comparados entre si, ou quando perspectiva profética do Tana”ch é posta em análise e confronto com o entendimento dos escritores do “Novo Testamento” . Não é raro perceber-se desde logo, que uma fraude nem sequer bem arquitetada foi levada a efeito nos escritos neotestamentários, pelo menos como atualmente conhecidos. Em razão da fé cega de muitos cristãos, esse assunto não é enfrentado como merece, salvo por uns poucos teólogos de mente mais aberta, pois, do contrário, seria posta em evidência a grande questão embutida nesse cenário de erros grotescos – a saber: a Figura de Jesus Nazareno, atualmente também chamado de Yeshua, por alguns seguidores, como mais um falso messias.
1.4 Urge esclarecer, desde logo, que podemos distinguir três etapas históricas na origem primitiva do cristianismo, todas excludentes, entre si, dos ensinos adotados, tendo-se como paradigma a doutrina de Jesus, como subentendida dos relatos evangélicos. A primeira etapa é a própria “A seita dos nazarenos”, chamada de “O caminho” (Atos 9:2 19:9 22:4), a qual ainda estava identificada como o Tana”ch, conforme esclarecido por Paulo, após sua conversão à seita (Atos 24:5, 14 26:22 28:23)”. Aos poucos, porém, Paulo rompeu com os nazarenos, estabelecendo uma divisão teológica irreversível, que, na prática gerou o paulinismo (1 Coríntios 1:12), a segunda etapa da religião cristã. Paulo realmente desafiou autoridade dos primitivos apóstolos, como Pedro, a quem considerava hipócrita, por apegar-se a valores judaicos (Gálatas 2:11-14). Por fim, veio a lume o constantinismo, a terceira etapa, quando as mudanças estruturais pregados por Paulo encontram o campo fértil para o sincretismo com as religiões pagãs, sendo tal amálgama apresentado como a religião do Nazareno, que se espalhou pelo mundo, a partir de Roma.
1.5 Nesse sentido, registram-se que o “Novo Testamento”, tal como hoje conhecido, não pode ser visto como uma obra acabada dos primitivos apóstolos e discípulos de Jesus, mas como uma produção literária muito posterior, forjada em época de fortes contendas teológicas sobre a pessoa e a obra do Nazareno, com interesses políticos evidentes, tanto da parte do Império Romano, então em decadência, quanto da parte dos clérigos e autoridades religiosas, já emprenhados em disputas pelo poder mundano. No império Romano, é destacada a figura de Constantino, o imperador-sacerdote do deus-Sol, ao qual eram dedicadas as festas saturnais do fim do ano (calendário romano), aí incluindo o Natalis Solis Invicti [Dia do Nascimento do Sol Vitorioso"], posteriormente comemorado também como o Natal ou Nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro. Para enfatizar sua adoração ao deus-Sol, Constantino, por meio do Edito de 7 de março de 321 EC, transferiu o culto dos cristãos, ainda no Shabat - uma reminiscência dos primitivos seguidores judeus de Jesus, membros da seita dos nazarenos – para o primeiro dia da semana, então conhecido como “Dia do Sol”, como até hoje se vê em alguns idiomas (Sunday), em Inglês: Sonntag, em alemão), e posteriormente denominado, pelos cristãos, de “Domingo” [em latim: Dia do Senhor].
1.6 Dois marcos históricos principais estão associados com formato do “Novo Testamento” atualmente conhecido. O primeiro marco foi o Concílio de Nicéia (iniciado em 325 EC), convocado pelo Imperador Constantino que presidiu na sua abertura mesmo sendo um “pagão”, pois jamais Constatino se convertera ao cristianismo, conforme relativo fantasioso da igreja de Roma. Ele exerceu o cargo de sacerdote do deus-Sol até que, no seu leito de morte, em 337 EC, o bispo de Roma procedeu ao ritual de conversão, quando ele nem mais podia manifestar-se sobre se essa era sua vontade. No Concílio de Nicéia, foi aprovado, além da autoridade política dos bispos, o cânon do “Novo Testamento”, quando foram rejeitadas centenas de escritos tidos como sagrados por muitos cristãos fora de Roma, compostos de relatos evangélicos e cartas dos apóstolos e primitivos discípulos, hoje rejeitados. Também naquela ocasião, por meio de voto, foi aprovada a “divindade de Jesus”, que, a partir de então, passou a ocupar, oficialmente, o papel de Segunda pessoa da trindade, abrindo-se daí a oportunidade ao estabelecimento da mariolatria, pois Maria, genitora de Jesus Nazareno, logo seria alçada ao papel de “mãe de D-us” (em grego: “theotokos”), já que, obviamente, Jesus sendo deus, segundo essa doutrina, sua genitora seria a “mãe de D-us”, como hoje é adorada pelos cristãos católicos e ortodoxos gregos e russos.
1.7 Pela importância do papel do imperador Constantino na formação da nova região, que, na verdade, é uma fé essavita (oriunda de Essav, ou Esaú, pai dos romanos e italianos), cujo fim último é perseguir a Israel, poderia o cristianismo ser denominado de constantinismo. Afinal, graças ao imperador romano foi possível elencar, durante o Concílio de Nicéia, as doutrinas principais da nova religião, nascida em Roma, de onde se espalharia pelo mundo, deixando em seus caminhos históricos as marcas de conversões forçadas, de derramamento de sangue e assassinatos, de escravização de povos e destruição de culturas. Ademais, de forma ainda mais marcante, o constantinismo é a religião do antijudaísmo, como ficou bem claro no decorrer dos últimos quase dois milênios, pois, para justificar sua própria existência, a nova religião romana não apenas procurou afastar-se de suas fontes judaicas, oriundas dos primitivos seguidores judeus de Jesus, mas decidira, induvidosamente, destruir os próprios israelitas, para que se consumasse a tese que ficou conhecida como Teologia da Substituição – cuja premissa é esta: uma vez que a igreja foi levantada para substituir a Sinagoga, os judeus deveriam ser eliminados, porque seria um entrave, nesse novo cenário, para a supremacia cristã, conforme um dos textos mais coloridos de anti-semitismo do “Novo Testamento”: os “judeus não somente mataram o senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a D-us e são inimigos de todos os homens” (1 Tessalonicenses 2:15): Como diz “Ave Maria”, edição católica, de 1967, “os judeus eram agora rejeitados por D-us” (p. 1.535). Esse pensamento malvado serviu de pretexto, máxime pela mentira de que foram os judeus que assassinaram o messias dos cristãos, para respaldar a tese de ser a “vontade de D-us” a promoção de toda a sorte de perseguição do Povo de Israel, nestes quase vinte séculos de história da igreja.
1.8 O segundo marco dessa história mal contada e deturpada pelos cristãos, como bem sabido dos estudiosos, tem a ver com o tempo do bispo Dâmaso (papa Dâmaso), que determinou a “São” Jerônimo [viveu entre 342 EC a 420 EC] que precedesse a uma reforma no texto do “Novo Testamento”, para eliminar seus conteúdos considerados exacerbadamente judaicos, retirando as possíveis dúvidas sobre a origem de Jesus Nazareno [a quem nenhum livra de História da época se refere] a afastando certa passagens que retratavam a humanidade do messias cristão de forma considerada exagerada. Em seu livro derradeiro, Retractationes, Jerônimo confessa sua resistência em obedecer à ordem papal e principalmente suas crises de consciência em ter cumprindo uma missão que resultou em fraude maior do que aquela perpetrada pelo Concílio de Nicéia.
1.9 Sobre a farsa a que fora levado pela ordem papal, “São” Jerônimo escreveu ao pontífice romano: “De velha obra me obrigais a fazer obra nova. Quereis que, de alguma forma sorte, me coloque como árbitro entre os exemplares das Escrituras que estão dispersos por todo o mundo e, como diferem entre si, que eu distinga os que estão de acordo com o verdadeiro texto grego. É um piedoso trabalho, mas é também um perigoso arrojo, da parte de quem deve ser por todos julgado, julgar ele mesmo os outros, querer mudar a língua de um velho e conduzir à infância o mundo já envelhecido. “Ele ponderou, após tantas alterações nos textos: “Meclamitans esse sacrilegiu qui audeam aliquid in veteribus libris addere, mutare, corrigere” (“Vão clamar que sou um sacrilégio, um falsário, porque terei tido a audácia de acrescentar, substituir, corrigir algumas coisas nos artigos livros” (Obras de São Jerônimo, 1693). Quando um cristão lê o “Novo Testamento”, o grau de sua ignorância pode ser mensurado pelo valor atribuído à obra como um todo. Ou ela é de D-us, ou não é, e a única maneira de saber-se isso é comparando-a com a Revelação do Sinai.
1.10 Foram assim que, depois de tantas “arrumações” e “arranjos”, o “Novo Testamento” veio ser esse amontoado de textos contraditórios, espúrios, com acréscimos atualmente denunciados como invenções nas várias versões das Bíblias cristãs hodiernas cujas edições atuais colocam entre parêntesis ou em notas marginais o descobrimento de algumas trapaças. É significativo analisar eu, em razão de tais mentiras e embustes, um número incalculável de seres humanos foi morto, ou assumiu o papel de mártires de uma fé cujas bases de sustentação são o engodo, a credulidade, a falsificação de fatos históricos e a Deturpação dos textos sagrados dos judeus, utilizado de forma desautorizada e contraditória, para emprestar validade a tantas tramas e deboches. Na verdade, cristãos sinceros, sem se aperceberem que são vítimas de falsidade histórica, admiram-se de os judeus não terem aceitado a Jesus como seu messias. Esse cenário está mudando hoje – muitos cristãos, especialmente os descendentes dos convertidos à força durante a chamada “santa” Inquisição – Os B´ney Anussim – está acordando para a realidade de que a única Revelação verdadeira foi dada no Sinai e aos Profetas de Israel (Devarim 4:5-8 Tehilim que os judeus são os únicos depositários dos “Oráculos de D-us” em Romanos 3:1, 2 9:4 João 4:22). O “Novo Testamento”, devidamente lido, não passa de um amontoado de tolices e contrações, incapazes de satisfaz à busca da Verdade por uma alma sincera. Não resiste a um confronto com a Bíblia Judaica.
II – UMA BREVE CONSIDERAÇÃO DO TANACH COMO MARCA DEVASTADORA DA FALSIDADE DO “NOVO TESTAMENTO”
2.1 Uma pessoa honesta, que lê a “Carta aos Hebreus”, cuja autoria é atribuída ao apóstolo Paulo – Um judeu, de origem romana, que, como visto, deu nova fisionomia aos ensinos de Jesus, rompendo, assim, com a Torah – embora o estilo da escrita destoe totalmente das demais epístolas paulinas, perceberá o esforço inteligente do seu autor para provar a “divindade” do Nazareno, como se o fim colimado desse desiderato fosse convencer os judeus que seu messias já havia chegado e era um deus. Todavia, o autor da Carta aos Hebreus perde-se em temas tão simplórios, para uma consideração paradigmática do Tana”ch, que chega a ser infantil. Por exemplo, no capítulo 3, o escritor dessa Carta faz a seguinte comparação entre Jesus e Mosheh:
a) enquanto Mosheh era Servo de D-us, Jesus é Filho
b) Mosheh foi fiel na Casa de D-us, e Jesus era o construtor da Casa e, assim, era o próprio Deus
c) em razão disso: Mosheh seria inferior, merece menor honra, afinal, se Jesus é D-us, Moisés é seu servo. Mas há um problema insolúvel nessa análise superficial dos fatos. Voltemos à Torah veremos que os escritos de Paulo e de outros escritores do “Novo Testamento” não resistem a mais obsequiosa análise e defesa.
2.2 De fato, quando o apóstolo Pedro valeu-se do texto de Devarim 18:15-19, para “provar” que Jesus era o prometido Profeta, como lemos em Atos dos Apóstolos 3:22 e 23, o mesmo fazendo o discípulo Estevão em Atos 7:37, fica evidente uma questão judaica indestrutível por qualquer argumento contrário: o Profeta Prometido não poderia ser diferente ou mais importante do que Mosheh, seria um homem como Mosheh, não um deus encarnado: seria um judeu submisso a D-us, e jamais um Profeta teria maior glória do que Mosheh em Israel, como está escrito na Torah. Com efeito, o ponto essencial é este: “Um Profeta semelhante a mim” (Devarim 18:15, 18). Como o escritor da Carta aos Hebreus atribuiu divindade a Jesus, este não é o “Profeta semelhante à Mosheh”, desqualificando a Jesus, destarte, de ser o Prometido Messias. O verdadeiro mashich, ainda que realize obras mais poderosas do que as feitas por Mosheh, sujeitar-se-á, sempre, aos escritos mosaicos, pregado por Paulo, que acusa a Torah de cegar os judeus! (Gálatas 3:5 2 Coríntios 3:7, 8, 13-16)
2.3 Nesse contexto, é de todo interessante notar que os judeus, logo após a morte de Mosheh, estimavam que Yehoshua (Josué) fosse no máximo semelhante à Mosheh, embora com uma missão em certo sentido até mais relevante – a de levá-los à consumação das Palavras da Torah, proferidas pelo Eterno, quando à conquista da Terra Prometida. A mesma ameaça que lemos em Devarim 18:19, quanto a ser morto aquele que rejeitasse as Palavras do Profeta semelhante à Mosheh, os israelitas a aplicarem a seu relacionamento com Yeshoshua (ver Yehoshua [Josué] 1:17, 18). Imagine-se, pois, se diferentemente do que nossos antepassados disseram a Yehoshua: “Queremos que tu sejas semelhante à Mosheh”, tivessem este dito: “Iremos te considerar mais importante que Mosheh”! Essa situação desqualificaria Yehoshua quanto a ser um Profeta do Eterno, posto que ele fosse diferente e superior a Mosheh. Quanto a isso, conforme já vimos acima, a Torah é definitiva: “Nunca se levantou em Israel um profeta como Moshes, com quem o Eterno falou face a face”. Devarim 34:10 ver Shemot 33:11 Bamidbar 12:6-8) Ao tentar conceder a Jesus uma distinção inexistente, a bem da verdade, o escritor da Carta aos Hebreus deu um golpe de morte na sua pretensão de ele ser reconhecido com o Messias de Israel! Definitivamente, à luz da Torah, Jesus não é o Messias esperado.
2.4 Uma outra “pérola”, no meio de tantas outras, do escrito da Carta aos Hebreus, foi à construção totalmente forçada de que a “Nova Aliança” (de onde veio a idealização do “Novo Testamento”, ao passo que nunca houve um “Velho”, já que nenhum homem morreu em favor dos israelitas, deixando sua herança no documento chamado de “Testamento”), tem a ver com a profecia de Yirmeyahu (Jeremias) 31:31-34, literalmente citada em Hebreus 8:8-12. Alguns problemas, porém, devem ser suscitados aqui. Um deles, gritante, é que na época de Jesus não mais existia o país “Israel”, independente, que constituiu o Reino Setentrional da Terra Santa, mas apenas a parte chamada “Yehudah” (Judá) permanecia em evidências, graças às promessas Divina da perseverar Judá (Melachim Álef [ 1 Crônicas] 11:32 Melachim Beit 12 (2 Crônicas, cap. 12). O Profeta Jeremias, todavia, fala de uma Nova Aliança a ser feita exatamente com a Casa de Israel e com a Casa de Judá. Daí ser necessário observar que essa profecia somente poderá acontecer quanto se cumprir outra profecia – a da restauração das duas Casas: Israel e Judá – a sua subseqüente reunificação, conforme consta de várias outras profecias (Yiechezkel [Ezequiel] 37:16-25 ver Yieshayhu [Isaías] 11:11, 12 Yirmeyahu [Jeremias] 3:18 50:4.
2.5 Portando, quando Jesus entrou no cenário judaico, no primeiro século da Era Comum, não havia mais as duas Casas – a de Judá e a de Israel – mas unicamente a Casa de Judá, incluindo judeus da tribo de Benyamin, além dos levitas, a qual se encontrava sob o domínio romano. Por isso, a própria origem do chamado “Novo Testamento”, seria a “Nova Aliança”, predita em Jeremias 31:31, é fraudulenta, porque, não existindo a “Casa de Israel”, algo a ser compreendido na restauração das Tribos perdidas, que é uma das missões do Mashich verdadeiro (Yishayahu 11:1, 11,12 49 6), não poderia Jesus ser o mediador dessa “Nova Aliança” apenas com a “Casa de Judá”. Para compreender plenamente essa questão, é mister recordar-se que a vinda do Mashiach de Israel, o Descendente de Yishay, pai de David, como predito em Yishayahu 11:1-12, somente ocorrerá após a Segunda Grande Teshuvah (Retorno) e a Reunião dos Judeus, sim, “pela Segunda vez”, após a Segunda destruição do Beit HaMikdash, evento que, de acordo com os evangelhos, Jesus predisse a destruição do Templo sagrado, ele não pode ser o Mashich, pois o Mashich somente viria depois dessa destruição e a própria vinda do Mashich legítimo somente ocorrerá no fim da grande Diáspora, iniciada com a destruição do Segundo Templo! (é só ler Yishayahu 11:1, 2, 11,12).
2.6 De fato, entre os grandes eventos preditos, para a vinda do Mashich, está o retorno de judeus à Terra Santa e a reunificação das Casas de Judá e de Israel (Yishayahu 37:15-28) e o domínio de Israel sobre o Monte Moriah, onde será edificado o Terceiro Templo, terminando os dois mil anos ou “dois dias” preditos por Hoshea 6:1, 2 (um dia equivale a mil anos para o Eterno, conforme o Tehilim [Salmo] 90:4), quando os filhos de Israel retornariam à Terra Santa para, ali, restabeleceram os sacrifícios, e o próprio Santuário Sagrado será o penhor da Nova Aliança, que é uma Aliança de Paz (Hoshea 3:4, 5 Yiechezkel 37:21-28), Nesse sentido, o “Novo Testamento” é uma farsa que, sem dar-se conta do alcance e do tempo especifico do cumprimento das profecias, apresenta (divagações) em que se confundem contradições e sofismas diversos. Um exemplo adicional desse cenário contraditório é a questão de um ser humano poder ser ensinado por outro, após a plena implantação da Nova Aliança. No texto de Jeremias 31:31, 33, 34, foi predito: ‘“Eis que vêm dias’, diz o Eterno, irei concluir uma Nova Aliança com a Casa de Israel e com a Casa de Judá”’, `“Esta é a Aliança que firmarei com a Casa de Israel, depois daqueles dias’, diz o Eterno, ‘implantarei Minha Torah no seu íntimo, e escreverei no seu coração. E não mais ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: ‘Conhece ao Eterno’, porque todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Eterno, ‘pois perdoarei as suas iniqüidade e dos seus pecados jamais Me lembrarei’”.
2.7 Como sabido, quando a Verdadeira Aliança do Mashich estiver em operação, a Humanidade adquirirá tão elevado conhecimento da Torah, que todos os seres humanos serão igualmente integrados à plenitude Divina e tudo funcionará para o bem comum (Yieshayahu 11:9 Tehilim 22:26-28). Ninguém precisará mais de instrutores, de pregadores e de líderes religiosos. Nenhum homem dominará outro homem para desgraça, como ocorreu na História (Kohelet [Eclesiastes] 8:9). Ao aplicar esse texto de Jeremias, para dar uma roupagem profética ao “Novo Testamento” (e Hebreus 8:10, 11), mais uma vez restou exposta a fraude neotestamentária do proselitismo determinado: “Ide e fazei discípulos e todas as Nações, batizando-as... ensiando-as a obedecer todas as coisas que vos ordenei” (Mateus 28:19, 20) Se, como vimos, a Nova Aliança proíbe, taxativamente o ensino, nesta palavras: “Não mais ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: ‘Conhece ao Eterno, porque todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles”, como é possível identificar o chamado “Novo Testamento” cristão com a “Nova Aliança” Judaica? Ademais, na perspectiva profética, não são os judeus que procurarão os gentios, nos Acharit Hayamim [últimos dias da História], mas são os gentios que procurarão os judeus, para servirem ao mesmo D-us, após a construção do Terceiro Templo, no Monte Moriah, em Yierushalayim (ver Yieshayahu 2:2-5 56:1-8 Zacharyah [Zacarias] 8:20-23.
2.8 Um segundo aspecto, entre centenas de outros, a desmascarar a falsa pretensão de o “Novo Testamento” ser Palavra de D-us, em confronto com a Revelação do Sinai, tem a ver com a fraudulenta aplicação de Hoshea (Oséias) 11:1 ao menino Jesus, em que fuga para o Egito, apresentada apenas no evangelho de Mateus como uma determinação dada por meio de um anjo, em sonho, a José (Mateus 2:13-15). Segundo a narrativa, D-us não teria encontrado outro meio para salvar o “Seu Filho”, senão pela violação de Sua Torah, na qual o Eterno determina que, entre os deveres de um rei judeu, está a proibição de fazer o povo retornar ao Egito, porque a Mitzvah é clara: “Nunca mais deveis retornar por este caminho” (Devarim 17:16). A invenção da ida dos pais de Jesus ao Egito, vendo-se o assunto sob óptica mais benévola, não poderia jamais acontecer, diante da ameaça do Profeta Yieshayahu (Isaías): “Ai dos que descem ao Egito em busca de Socorro... Os que não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Eterno” (Yieshayahu) 31:1 ver 30:1, 2). Na verdade, a Torah considera a ida ao Egito, ainda que em busca de socorro, como um dos mais graves castigos em razão de ignominiosos pecado praticados contra o D-us de Israel (Devarim 28:68), uma verdadeira negação da Primeira Pronunciação: “Eu sou o Eterno, teu D-us, que te fiz sair da Terra do Egito, portanto, é uma traição ao D-us Libertador!” É retornar à terra da escravidão!
2.9 Todavia, por mais incrível que possa parecer, esse ensino, cheio de aberrações terríveis, do ponto de vista da Torah, encontrou respaldo em outro exercício de fraude impensável: estava prevista essa ida ao Egito! Assim, lemos em Mateus 2: 14,15 que José “ levantou-se, tomou de noite o menino a sua mãe, e partiu para o Egito, e lá ficou até á morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio de seu profeta: “ Do Egito chamei o Meu filho.” Como sabido, essa citação é parte de Hoshea 11:1: “Quando Israel era menino, eu o amei e do Egito chamei o meu filho.” Esse texto sagrado, no entanto, nada tem a ver com a trama neotestamentária, por simples razão: reporta-se á libertação de judeu para lá, algo proibido logo no verso 5, do mesmo capítulo 11 de Hoshea, como também em vários outros textos do mesmo profeta (hoshea 7:16 8:13 e 9:3). No texto citado, o Eterno está recordando o que já fez por Israel no passado e não o que ele faria no futuro, pois o inteiro cenário tratado quanto a uma ida a mitzayim é sempre no contexto de castigo, pela rebeldia e pela violação da torah (Devarim 28:68). Pena que Mateus, sendo judeu, se realmente era, ou quem o reescreveu, não viu nada disso, e deturpou a torah para fundamentar a ida do menino Jesus ao Egito-um lugar proibido, para buscar-se refúgio e, com essa desobediência, livrar-se de Herodes, que iria a falecer só mais tarde. Não seria mais fácil para o Todo-Poderoso retirar de Herodes do caminho, ao invés de mandar o menino e sua família para o Egito? Assim, que certeza poderíamos ter de ele ser coerente?
2.10 Há uma outra questão de suma importância para provar as fraudes do “Novo Testamento” e tem a ver, desta feita, com a virgindade de Maria, quando do nascimento de Jesus nazareno. Uma das invenções mais grosseiras do “Novo Testamento”, de fato, consiste no ensino do nascimento virginal de Jesus, pois apresenta como erro do criador a normal faculdade da geração e concepção de filhos, como escreveu Tomás de Aquino, considerando um dos baluartes do cristianismo, ”doutor da igreja”: ´D-us deveria ter encontrado uma maneira menos imunda para a procriação ´. Essa rejeição da primeira de todas as Mitzvot da Torah, a procriação (Beresht 1: 28), pelo cristianismo, ao forjar o ensino de que Maria mãe de Jesus continuou sendo virgem após a concepção e o parto, emprestou uma inexistente pecaminosidade ao sexo, como é crença generalizada na igreja, que proíbe o casamento de clérigos, exige o celibato de homens e mulheres que quiserem viver uma vida de maior “santidade”, desvirtuando, assim, a santidade do matrimônio e o prazer sagrado que vem da relações sexuais (Mishley 5:15-21). Essa questão colide, inclusive, com o entendimento cristão de que o Isaque, mesmo tendo sido gerado por meio de uma relação sexual de Abrahão e Sarah, nasceram do espírito santo (Gálatas 4:29). Por que não seria assim com Maria e José, no tocante ao seu filho, Jesus? Não nasceu Jesus se uma mulher? (Gálatas 4:4).
2.11 Todavia, como sempre ocorre, para fundamentar-se, a falsidade precisa de um pouco de verdade. Assim, nada mais “inteligente” do que construir a teologia da virgindade a partir de um texto mal aplicado do Tana”ch – e esse texto é o do profeta Yieshayahu (Isaías) 7:14, que reza, no texto hebraico literal: “Portanto, dará o Eterno mesmo para vós sinal: eis, a donzela grávida dará à luz filho e lhe chamará o nome Imanu El” (que significa: “Conosco [está] D-us”). A começar pelo fato de não contar no texto a palavra “virgem” (em hebraico: betulah), mas almah, ou seja, jovenzinha ou donzela, várias situações mostram o inútil esforço da igreja para, à semelhança das religiões do Egito, Índia, Pérsia etc., cujos avatares nasceram de virgens.
- Osíris, Krishna e Mitra, respectivamente – também apresentar ao mundo o seu deus (Jesus) como nascido de uma virgem. Ademais, na Pérsia, Zoroastro era visto como o redentor do mundo, nascido de uma virgem o próprio Buda também nasceu de uma virgem, chamada Mai ou Maria os Siameses criam num deus nascido de uma virgem chamada Codom, que fora avisado por anjo que se tornaria mãe por meio dos raios de Sol, e que o filho teria natureza divina. Essa falsidade, como visto, não é exclusiva dos cristãos, pois é mais antiga do que sua fé, mas o paganismo também dominou o tema no seio do cristianismo.
2.11 Diante desse quadro estranho, a única coisa que os cristãos não fizeram, para perceber a fragilidade dessa tremenda falsidade, foi ler todo o capítulo sete de Isaías, e forjaram a história da virgindade, a qual logo leva o leitor à seguinte questão: Quem mentiu – o Profeta Isaías, que diz que o nome da criança seria Emanuel [Imanu El], ou o anjo analfabeto, que não leu Isaías e mudou o nome do bebê para JESUS? (Ver Mateus 1:21), Ora, ninguém nunca chamou Jesus pelo nome de Emanuel, e sabemos que realmente nasceu um menino, nos dias de Acaz, segundo a Profecia, que a ele se dirige como Emanuel (Isaías 8:8), atribuindo-se ao Rei Ezequiais esse título, em razão das grandes obras por ele promovidas, na condição de instrumento do Eterno. No entanto, a grande dificuldade não é apenas a do nome – que é muito relevante em termos de Escrituras Sagradas – mas tem a ver com o tempo de cumprimento da própria profecia sobre o nascimento de Emanuel, como sinal Divino.
2.13 Os cristãos tomaram o bonde errado, ao presumir que poderiam levar a profecia de Isaías 7:14 para quase sete séculos. Depois, para a época de Jesus, uma vez que o Eterno fixara, por Seu santo Profecia, Isaías, o tempo preciso do cumprimento dessa profecia, que era de apenas até treze anos, ou seja, o tempo em que o menino faria seu Bar Mitzvah. Basta ler, na tradução católica A Bíblia de Jerusalém: “Pois sabei que os senhor mesmo dará um sinal: Eis que a jovem concebeu e dará a luz um filho e porá o nome de Emanuel. Ele se alimentará de coalhada e de mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra, por cujos dois reis tu te apavoras, ficará reduzida a um ermo” (Isaías 7: 14-16). Os dois reis – Retzin, da Síria, E Fecach, de Efráim [Samária] – uniram-se para atacar Judá, mas o Eterno disse que isso resultaria em nada, e deu o sinal do nascimento de Emanuel – um sinal para os dias de Achaz, enquanto Judá estava sob a ameaça desse dois reis inimigos. Não há como estender esse sinal para os dias em que os romanos dominavam a inteira Terra de Israel, pois essa extensão de tempo colide, ainda, com os sessenta e cinco anos finais de sobrevivência do rebelde Efráim (Samária) (ver Isaías 7:8 2 Reis 17: 1-6). A simples leitura de todo o capítulo 7 Isaías expõe a fraude dos cristãos e na estranha história da “Virgem Maria”. Aliás, da família de Jesus tudo o que se pode ver é confusão. De fato, quem era seu avô, pai de José? Mateus diz que era Jacó (Mateus 1:16) Lucas discorda, e diz que era Eli (Lucas 3:23). O mais grave, porém, é que Mateus (1:11,12) inclui Jeconias entre os ancestrais do Nazareno, o que impede Jesus de pleitear o trono de David, diante do impedimento de os descendentes de Jeconias poderem ser reis em Judá, por determinação divina (Jeremias 22:24-30).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Os Julgamentos de Deus são Justos.

Moshê perguntou a D'us: "Juiz do mundo, por que de fato o justo sofre enquanto o pecador prospera? Sei que todos os Seus atos são justos, mas nós mortais nem sempre os entendemos. Portanto, suplico-lhe que explique Seu método de julgamento, para que eu possa contá-lo aos outros, convencendo-os de Sua justiça e provando-a no mundo." D'us concordou e prometeu mostrar a Moshê uma cena que nenhum homem tivera antes o privilégio de testemunhar, para que ele pudesse entender e lembrar que os julgamentos de D'us são sempre justos.

Moshê viu então um homem se aproximando de um pequeno riacho que corria montanha abaixo. Ia montado a cavalo, mas assim que alcançou a margem ele desmontou e ajoelhou-se para beber um pouco de água. Neste momento, um maço de dinheiro caiu de seu bolso sem que ele notasse. Depois de dar de beber ao cavalo, montou novamente e seguiu seu caminho. Pouco depois, um jovem pastor chegou ao mesmo riacho. Vendo o maço, apanhou-o e colocou-o no bolso, alegrando-se e a agradecendo a D'us pela boa sorte. Agora não precisaria mais continuar trabalhando como pastor e poderia viver com a mãe. Conseguiria comprar uma casa e um campo com aquele dinheiro. Grato, o rapaz prosseguiu seu caminho.

Um homem velho chegou logo depois, sentou-se ao lado do riacho, tirou um pedaço de pão seco da mochila, mergulhou na água, comeu e adormeceu.

Tendo dado conta de sua perda, o cavaleiro retornou para procurar o dinheiro. Agarrou o velho pelo ombro e sacudiu-o violentamente para acordá-lo, exigindo que devolvesse o dinheiro. O velho, que nada sabia a respeito da bolsa perdida, tentou em vão explicar que não roubara nenhum dinheiro. Mas o cavaleiro não acreditou nele e o espancou impiedosamente até a morte. Em seguida, revistou as coisas do velho, mas não encontrou o dinheiro na mochila e simplesmente seguiu o seu caminho.

Extremamente confuso, Moshê voltou-se para D'us e perguntou: "É assim a justiça? Acabo de ver um velho inocente ser brutalmente espancado até a morte. Vi um homem perder seu dinheiro e outra pessoa, um rapaz, encontrá-lo e tornar-se rico sem nenhum motivo aparente." D'us disse a Moshê que continuasse assistindo antes de julgar. Na cena seguinte, tudo ficaria claro.

Então ele viu um fazendeiro manco com um menino pequeno ao seu lado. Um velho de repente se aproximou do fazendeiro e lançou-se sobre ele, matando-o e roubando o seu dinheiro. Enquanto isso acontecia, o mesmo cavaleiro da cena anterior por acaso passava por ali. D'us explicou: "O velho que foi assassinado à margem do riacho sem nenhuma razão aparente era o mesmo homem que matou o fazendeiro de forma tão cruel e lhe roubou o dinheiro. Portanto, ele realmente merecia a morte. O cavaleiro, que viu o velho cometendo o ato perverso e nada fez para impedi-lo, perdeu o dinheiro que não lhe pertencia mas fora roubado do fazendeiro e depois perdido pelo assassino. Finalmente, o menino que achou o maço de dinheiro era o filho do fazendeiro, cujo pai fora assassinado e roubado."

Desta maneira, D'us concede a Moshê um lampejo na absoluta Justiça de Seus caminhos.

Moshê percebeu que os julgamentos de D'us são verdadeiros, ainda que não entendamos o que vemos, ainda que pensemos que não há justiça no mundo, porque vemos pessoas más que não sofrem, ao contrário, progridem na vida, enquanto os justos que praticam o bem e são generosos sofrem na pobreza, passando necessidade, doença e problemas. Deve-se sempre ter em mente, porém, que tudo que acontece é obra da Providência Divina, exatamente como os destinos do assassino que Moshê viu sendo morto por outro, do ladrão perdendo seu dinheiro e do pequeno órfão encontrando o dinheiro que pertencera a seu pai.

Vendo tudo isto, Moshê declarou diante de todos os anjos: "D'us é o D'us da Verdade sem injustiça; Ele é justo e correto."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

NEFILLIM

Os Nefillins
Parece fabuloso demais! Contudo, a Torá em seu 1º Livro Gêneses aborda os Nefilim (CAÍDOS - os explicadores ampliam, revelando que foram 02 anjos que questionaram a Deus - porque Ele estaria criando o mundo para humanos - seres que erram - criaturas que não respeitam a vontade do Criador?! Logo, Deus os fez descerem a Terra como humanos, entretanto, o fruto de suas relações geravam pessoas que agigantavam - que cresciam demais - gigantes). Um dos Caídos retornou aos céus - um anjo - criatura dotada apenas de pensamento e fala - contudo sem emoções - anjos não sentem - só obedecem e louvam a Deus!!! E o outro continuou como homem até sua morte no Dilúvio!! Os gigantes sumiram com o dilúvio, que foi o grande divisor de águas para o nosso Planeta - a terra abriu suas fontes termais e sulfurosas as chuvas acidificaram em um ciclo hídrico que durou 40 dias e 40 noites, através das águas Deus purificou a Terra de todo o mal que o homem havia semeado.Um homem justo deu continuidade a vida, e assim na Arca sobreviveram: Noé sua esposa, seus três filhos Shem (semitas) Ham (africanos) e Yafet (euro-asiáticos) e suas respectivas esposas, além de todos os animais puros em pares (excluíram-se os dinossauros). As águas que cobriram todo o Planeta era quentes e sulfurosas, A arca e todos os organismos aquáticos resistiram por que Deus fez mais um milagre e manteve a temperatura natural das águas ao redor da arca! Mas um Intruso também sobreviveu - o gigante OG rei de Basham!!! A terra foi reconstruída através de todos estes personagens... a litosfera havia sofrido alterações significativas que refletiu em toda a atmosfera da terra, na composição dos gases e na temperatura da Terra até os dias atuais!!! Tudo passou a ser como hoje é - o homem cumpre sua função - reconstruir e domar as emoções - atributos que não dão méritos, diferentemente de todos os outros organismos - somos dotados de bem e mal na mesma proporção - somos dotados do livre arbítrio - fomos feitos para domar sentimento e assim sermos verdadeiramente livres!!!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

AULA DE CABALÁ – RÓSH CHÔDESH, O SEGREDO DA LUA NOVA!
Hoje, vamos analisar um Midrásh quanto ao segredo de Rósh Chôdesh (cabeça do mês) e a dinâmica espiritual que há nisso em nossas almas, conforme o ensino de nossos sábios, a Luz da Cabalá. Estudaremos o aspecto espiritual de Yessód [BASES ESPIRITUAIS], que se reflete no Rósh Hashaná &nas Luas Novas.
O Judaísmo e o Lúach (nome do Calendário Hebraico, que literalmente quer dizer “TABULETA DE CÁLCULOS”, porque usava-se tábuas de argila para contas matemáticas que os contabilistas desejassem conservar no passar dos séculos), apresenta diversos “CABEÇAS DO ANO” – Nissan, Tish’rêi & Sheváth.
Na história judaica descrita no Tana”ch, o mês de Nissan (chamado na Antiguidade pré-cativeiro babilônico de Aviv ou PRIMAVERA) era o mais importante porque se contava o número de anos de um rei sobre Israel. Mesmo que um rei Ezequias tivesse começado a reinar em Elul (6º mês) ou Adar (12º mês), em Nissan começava o 2º ano.
Já em Tish’rêi, os hebreus comemoravam a Criação de Adam e do perdão divino dado a Humanidade. Dia especial, onde o nascimento dos patriarcas dos tempos de Adam & Nôach tinham nascido. Um mês símbolo de JUÍZO sobre a Humanidade. Para efeitos de ano da shemitá e jubileu, contava-se por esse mês.
Por fim, para o dízimo das colheitas anuais aparecia no Lúach o mês de Sheváth & a Festa das Árvores (15 do 11º mês judaico). Um mês especial aos da tribo de Levi, que peregrinavam pelas planícies e montanhas de Israel, para que todas as famílias judaicas fossem abençoadas por Hashem e o Templo tivesse suprimentos sacrificiais.
Antigamente, embora os sábios fizessem cálculos astronômicos, havia um ritual de confirmação da Lua Nova, que hoje corresponde ao início da fase lunar chamada de Lua Crescente. No livro, O Cuzari, de R. Yehudá Halevi (século XI E.C), registra uma controvérsia entre talmudistas e caraítas sobre o dia verdadeiro de Rósh Chôdesh.
Os sábios do Talmud seguiam a Tradição estabelecida por Hilel II (365 e.c), herdada por fariseus cabalistas, onde a véspera da Lua Crescente, e por tanto o último dia da Lua Nova (o 7º dia em que a lua não aparece no céu) seria o Rósh Chôdesh (início do mês).
Já os caraítas (herdeiros dos saduceus que davam crédito apenas aos 24 livros da bíblia hebraica, descartando toda literatura de procedência oral como o Talmud e os apócrifos) e os samaritanos (que reconhecem apenas como texto sagrado a Torá, descartando os livros proféticos e sapienciais), festejavam como no Midrásh abaixo:
A PRIMEIRA MITSVÁ ENCOMENDADA AO POVO JUDEU: OS JUÍZES DE BÊITH DIN (TRIBUNAL) SEMPRE DEVEM FIXAR O COMEÇO DO NOVO MÊS JUDAICO.
ANTES QUE A NOVA PRAGA COMEÇASSE, HASHEM ORDENOU A MOSHÉ E AHARÓN QUE ENSINASSEM AO POVO DE YISRA’EL A PRIMEIRA MITSVÁ (PRECEITO).
MOSHÉ E AHARÓN ENSINARAM ENTÃO AOS JUDEUS A MITSVÁ DE ROSH CHÔDESH: (PRIMEIRO DIA DO MÊS). ASSIM QUE OS JUDEUS ESTIVEREM ESTABELECIDOS EM ÉRETS YISRA’EL, O BÊITH DIN DETERMINARIA O PRIMEIRO DIA DE CADA NOVO MÊS JUDAICO.
COMO O TRIBUNAL DECIDIRIA QUANDO COMEÇAR O NOVO MÊS?
VEJAMOS: TODOS OS MESES A LUA "CRESCE" E SE "CONTRAI". NO PRINCÍPIO DO MÊS A LUA É PEQUENA. ENTÃO CRESCE, ATÉ ASSEMELHAR-SE A UMA BANANA.
ATÉ A METADE DO MÊS ESTÁ CHEIA E REDONDA, COMO UMA LARANJA. LOGO COMEÇA A CONTRAIR-SE NOVAMENTE. VOLTA A DIMINUIR MAIS E MAIS, ATÉ DESAPARECER NO FIM DO MÊS.
NO PRÓXIMO MÊS, VOLTA A APARECER. TODO JUDEU QUE VISSE A PEQUENA LUA NOVA NO COMEÇO DO NOVO MÊS, DEVERIA APRESENTAR-SE AO BÊITH DIN.
ALI ESSE JUDEU INFORMAVA COMO TESTEMUNHA AO BÊITH DIN: "VI A LUA NOVA NO CÉU." OS JUÍZES ENTÃO AGUARDAVAM QUE CHEGASSE OUTRO JUDEU E AFIRMASSE O MESMO.
LOGO FORMULAVAM ÀS TESTEMUNHAS NUMEROSAS PERGUNTAS PARA ASSEGURAR-SE DE QUE DIZIAM A VERDADE. SE OS JUÍZES SE SENTISSEM SATISFEITOS, DECLARAVAM PUBLICAMENTE: "HOJE É ROSH CHÔDESH, O COMEÇO DO NOVO MÊS."
HOJE ATRAVÉS DE NOSSO CALENDÁRIO JÁ DETERMINAMOS O INÍCIO DO NOVO MÊS DURANTE O ANO INTEIRO. PORÉM, QUANDO MASHÍACH CHEGAR, OS JUÍZES DO BÊITH DIN VOLTARÃO A ESTABELECER CADA ROSH CHÔDESH SEGUNDO AS TESTEMUNHAS QUE VIRAM A LUA NOVA.
Vamos entender o que esse princípio espiritual quer nos ensinar e porque Mashíach irá reimplantá-lo? A LUA na Cabalá representa a capacidade espiritual da Humanidade se renovar por meio das relações maritais lícitas, o que gera uma nova vida por meio dos filhos. A lua passou a ser símbolo de Israel na Galúth (exílio) porque é como as marés.
O movimento das marés se baseia na força gravitacional influenciada pelo magnetismo da lua sobre as ondas do mar, causando a vazante e a cheia. Rósh Chôdesh representa o aspecto de que por meio da Emunát Hashem, Yossef teve altos e baixos, mais prevaleceu em seu propósito sagrado, trazendo brachóth ao nosso mundo.
O Judaísmo por outro lado é a única religião do mundo onde D’us se “tornou visível a toda a uma geração no Egito-Deserto-Canaã”, tendo milhares de testemunhas e provas arqueológicas documentais de outros povos circunvizinhos. Como que o sentido de Judiciário nasce com Israel e Sua Lei Sagrada, o testemunho era essencial aos hebreus.
Lemos o seguinte texto de Tehilim 81:4-6, que confirma esta tradição ocular testemunhal relacionada a Yossef e sua libertação da prisão para governar o Egito em dia de Rósh Chôdesh:
“Soprai o Shofar na Lua Nova, no tempo fixado como dia da nossa festa. Pois este é um estatuto para Israel, um dia de juízo para o D’us de Yaacov. Ele o estabeleceu para Yossef como testemunho, quando este saiu para governar na terra do Egito, onde ouviu uma língua que não conhecia...”
Porquanto, o Rósh Chôdesh está associado a nossa habilidade de julgar nossos atos e encaminhá-los para a JUSTIÇA. Então, um leigo em religião perguntará: MAS TEMOS UM CORAÇÃO QUE MAQUINA O MAL TODO DIA (Bereshíth 6:5), COMO É POSSÍVEL TORNARMO-NOS JUSTOS E NÃO ÍMPIOS?
O Zôhar, nesta Parashá Bo, estabelece um paralelo com o justo Iyóv e com o povo de Israel ao celebrar o Rósh Chôdesh queimando um bode para enganar o gênio do mal:
E o Senhor disse a Moisés: Vai a Faraó, porque tenho endurecido seu coração.
R. Judá, começou aqui com o verso você bem-aventurado e as pessoas que aprende ser alegre; Oh Senhor, eles andarão à luz do seu rosto [Sl. 89:16].
Ele exclamou: Quão importante é para o homem a andar nos caminhos do Santo, abençoado seja, e manter os mandamentos da Torá, para que ele possa ser o mundo digno de para vir e triunfar sobre as acusações, tanto em terra como em elcielo "o céu".
Porque, assim como existem homem que acusam aqui embaixo e lá em cima também tem acusadores ... Mas aqueles que guardam os mandamentos da Torá e Yandan "mão" na justiça, com medo de seu Senhor não terá intercessores nunca elcielo no céu não, portanto, talvez escrito: "Se nenhum anjo com ele um intercessor, um entre mil ... então é engraçado para ele e diz: Eu entregá-lo descer à cova: Eu encontrado un resgate "[Jó 33: 23-24].
R. Chiya disse: Por que você precisa de um anjo Para que homem interceder por ele? Não está escrito: "O Senhor será a tua confiança e vai manter tupla a tomar" [Pv. 03:26]; "O Senhor te guardará de todo o mal" [Sl. 121: 7].
Puesefectivamente, o próprio santo vê tudo o homem faz, seja bom Omalo, como está escrito: "Pode um homem ocultarseen Yono lugares secretos que eu vejo isso" [Jr. 23:24].
R. Judá disse: Na verdade, você fala a verdade! Mas os candidatos também está escrito que Satanás disse: "Mas você tende a sua mão e toca-lhe nos ossos e na carne", Yque o próprio santo disse a Satanás:
"E você me contra ele persuadir" [Jó 2: 3-4], que deu poderes que teste que a permissão "outro lado" para; poder levantar-se contra o homem por atos que realizaram neste mundo.
E nestas estradas Santos estão escondidos, e além de minha capacidade em o segui-los porque estes são os estatutos do Santo, que os homens não devem examinar muito de perto, exceto aqueles homens que andam no caminho da sabedoria e por isso são verdadeiramente digno de noites no caminho para adentrar a Torá e, assim, compreender as verdades escondidas neles.
R. Eleazar, em seguida, discorreu sobre o versículo: E houve um dia em os filhos de Deus veio para ficar diante do Senhor e veio também Satanás entre eles [Jó 7: 6]. Este "dia", disse ele era o Dia de Ano Novo, no qual os juízes Sagrados do mundo. "Os Filhos de Deus" são os seres superiores designados para monitorar as ações de humanidade.
A expressão "para estar com o Senhor" é paralelo ao verso "todos os exércitos do céu em pé ao lado dele em sua mão direita e esquerda" [I Rs. 22: 9] .Mas neste versículo tem um significado especial: colocar o amor manifesto ao Santo de Israel.
Porque os mensageiros que são nomeados para vê-los obras de homens vagar e para trás em todo o mundo, reunindo santos de todas as criaturas para que no dia do Ano Novo, o dia do Juizo, diante do Senhor pode cumprir sua carga de encargos .
E todos os povos da terra, apenas um, Israel, cujas obras eles examinam cuidadosamente e em detalhe, porque os israelitas foram os filhos de um sentido Santo em particular, e se suas obras não correspondem ao propósito Divino, eles realmente enfraquecem o poder de Santo, mas quando o fazem sua vontade, eles aumentam a sua força e poder "dar força a Deus" [Sl. 68:35].
Assim, "os Filhos de Deus", os principais mensageiros, quando "dizem" suas acusações contra Israel são também "contra (a) Deus". "E Satanás também vemos entre eles."
"Além disso", significa que ele veio com o propósito definido implantar seu poder superior como o maior de todos os acusadores celestiais e dificultar para Israel para obter o perdão.
Quando o Espírito viu que todos eles vieram para acusar, "Ele disse a Satanás: De onde você vem? E Satã respondeu: para ir de um lugar para outro no país ". E nós sabemos que o monitoramento o fall "Cair" países é confiado a capitães seniores, com exceção apenas País de Israel.
Assim, quando Satanás disse: "O país," Deus sabia que sua intenção era acusar de Israel, e assim ele imediatamente perguntou:
"Você já pensou em mim servir Jó, que não há ninguém como ele na terra?", para distrair a fim outro assunto e fazer Israel parar assim como um pastor que lança um cordeiro um lobo para salvar o resto do rebanho.
E Satanás saiu de Israel e voltar sua atenção para o trabalho, dizendo: "Jó teme a Deus nada" Como se houvera disse: "Não há nada de incomum sobre o servo você ama o que seu coração deseja. Arrumar o seu cuidado providencial dele e depois ver o que vai valer a pena seu temor e reverência. "
Observe isso quando o tempo de necessidade algo é lançado, como suborno, o "outro lado", como o lobo joguei o cordeiro o representante do "outro lado" em breve deixará de atacar o suas vítimas originais.
Esta é a razão para a oferta de um iene cabra para o Dia da Expiação Lua Nova. Pois Satanás lida com estes e deixa Israel em paz a hora é tempo para o "outro lado" para obter o que é devido de toda a descendência de Abraão.
Porque Satanás tinha uma acusação contra Abraham por saber como um sacrifício animal em vez de Isaac, que é a transação ilegal, como é dito: "Ele não alterou (o destino ao sacrifício do animal), nem a mudança" [Lv. 27:10], portanto, a alegação foi totalmente razoável.
Assim, a partir do momento Isaac foi salvo e um animal substituído por ele sacrifício, o Santo, bendito seja nomeado para Satanás outro ramo da família de Abraham para que ele pudesse acusar, ou seja, os descendentes de pagãos sseu irmãos família Naor Uz, Jó era o país de Uz.
Agora, Jó era um dos conselheiros mais próximos do Faraó como o último desenvolveu a intenção de exterminar os filhos de Israel, Jó advertiu: ". Não mate-os, mas leve-os seus corpos submetidos a trabalho duro e suas posses"
Em seguida, o Santo disse: "Como você vive, você será julgado de acordo com seu próprio julgamento." Então quando Satán disse: "Mas estende agora a tua mão, e toca tudo o que ele tem e joga seu osso e sua carne", o Senhor colocou em sua posse todos os bens de Jó e sua carne, comprometendo-lo apenas para "salvar a sua alma" em vida.
E verdade o texto diz "E você me incitou contra ele para destruí-lo sem causa" [Jó 2: 3], que parece mostrar que os sofrimentos de Jó foram imerecidos pois pode traduzir "contra ele" (bo), mas " nele ", isto é, em sua opinião, isso só sendo ideia de Jó, e não o fato real.
Aqui R. Abba interveio, dizendo que isso é correto até certo ponto, mas tem-nos ensinado que Satanás, o "velho mas tolo rei" [Eq. 04:13] tem o direito de acusar apenas a indivíduos e não a humanidade como um todo.
Como o julgamento do mundo é dirigido pelo Santo, como se diz, para aqueles que construíram a torre de Babel: "O Senhor baixou para ver" [Gn. 11: 5].
Também no âmbito de Sodoma e Gomorra, "Eu transferirei agora e veja" [Gn. 18:21] para o Santo não estar satisfeito com meramente a perdição e condenar o mundo pela força da palavra de Satanás, que é o grande acusador cujo único desejo é o de destruir o mundo.
Mas a verdade é que no Dia de Ano Novo estão de pé dois "lados" para o Santo, bendito seja Ele, para a recepção da humanidade. Os homens podem registar de quem são as boas ações e arrependimento tendo o privilegio de ser registrado no do rolo que é a vida e traz vida e eu que estão em consulado está registrado para a vida.
E aqueles cujas obras são más sou eu atribuído agora deste lado, que é a morte. Mas às vezes acontece que o mundo está exatamente equilibrado entre os dois. Por isso, se existe uma pessoa justa para mover a balança, o mundo está guardado. Mas se há um mal, o mundo inteiro está condenado à morte.
E apenas em tal condição que eram questões os homens no momento de Jó, quando o acusador "estava diante do Senhor," ansiosos para mundo a queixa. Imediatamente o Espírito perguntou: "as de considerar meu servo Jó?" E assim que Satanás ouviu este nome, ele se concentrou toda a sua atenção sobre ela.
Por esta razão, somos ensinados que é que um errado é isolado e separado do corpo da comunidade, para, em seguida, pode-se ser escolhido e cobrado no reino superior.
Então, disse a mulher sunamita "tenho sido entre o meu povo" [II Rs. 04:13], o que significa que ele não tinha vontade de separar-se de mais, tendo até então roxo entre as pessoas e ser conhecido como um com o povo.
Em vez disso, Job era conhecido além do seu povo foi destacado, e esta foi a oportunidade de Satanás. Ele disse: "por nada Job teme a Deus? Você não fez uma cobertura sobre ele e sobre sua casa ... [Jó 1: 9-10]?
Que significa "removido todas as coisas boas que você forneceu, e ele vai maldize-lo em seu rosto: você sair e vai ligar o outro lado. Agora ele come sua comida, removê-lo e em breve vamos ver substancia e que irá dobrar feito "!
O qual "Disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão" [Jó 02:12] .Assim Satanás recebeu permissão para buscar trabalho e mostrar que suas razões não eram realmente puro.
Pois tão logo apresentou a estrada teste à esquerda em frente e manteve-se firme: "Ele não pecou com seus lábios" [Jó 2:10], mas pecou com sua mente e, em seguida também no idioma. Mas não foi tão longe quanto para conectar-se ao "outro lado", como Satanás previu.
Seus testes durou doze meses, porque este é o tempo dado para o "outro lado", porque, segundo a tradição, os pecadores são julgados no Gehinom para doze meses. E como Jó não se apegou o "outro lado", "abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro" [Jó 42:12].
R. Simeon disse: O Santo, bendito seja, não é tentado trabalho da mesma forma quetentó outros homens justos. seu respeito não é dito, como eles dizem sobre deAbraham [Gn. 22: 1] Deus o tentou. Abraão levou com suas próprias mãos seu único filho para ser sacrificado para o santo, mas nada deu Jó.
Não pedi a ele para fazer nada do tipo, como Deus sabia que não faria a essa altura do teste. Foi apenas entregue o Acusador, e do Espírito estimulou
Satanás, através do atributo da justiça, para colocá-lo à prova, como está dito: "Você considera meu servo Jó?"
R. Simeon disse sobre Cain é escrito e] trouxe um sacrifício "nos últimos dias" [Gn. 4: 8] e nós estabelecemos que esta expressão indica o "outro lado". E de Abel é dito que "ele também trouxe dos primogênitos do seu rebanho os mais gordos" [Gn. 4: 4].
A expressão "também" sugere que, ao contrário de Caim, ele trouxe o seu oferecendo principalmente para Santo e apenas reservado "gordura" para o "outro lado", enquanto Caim ofereceu-se principalmente para o "outro lado" e só deu uma parte o Santo, e que seu sacrifício não foi aceito.
Job que ler sobre "os seus filhos foram e realizada ... e mandou chamar a suas três irmãs para comer e beber com eles" [Jó 1: 4].
Como eles festejaram e alegraram-se, o acusador era diária presente no meio deles, butnot poderia prevalecer contra eles, como está escrito: "não fez um ambiente cerca em torno dele e de sua casa"
Quando Jó fez sacrifícios, ele não deu a Satán parte alguma, como é dito: "Ele ofereceu holocaustos de acordo com o número de tudo [Jó 1: 5] sendo esta uma oferta no valor inteiramente alto para que deu nada" outro lado".
Se tivesse, o Acusador não havia sido capaz de prevalecer contra ele. Assim, no final, ele levou apenas loque lhe era devido.
Quanto ao perguntar-se que ser levantadas a respeito de porque D'us permitiu Job sofrer tanto, a resposta poderia ser a de ter aSatán resultaram devido, o "lado profano" que este último ter separado o santo e permitiu ascender sem ser perturbado, para os mais altos níveis.
Mas não funcionou bem, o Santo fez ser executado a justiça. Observe-se que:
Como Jacob manteve-se bom separado-se do mal e não se fundiram, ele foi considerado em conformidade experimentou pela primeira vez o bom, Maloy, então o que é experiente em seguida, novamente bom. Para o homem tem de conhecer o bem e o mal,
e transformar o mal em bem. Esta é um principio profundo da fé.
ESTE TEXTO NOS ENSINA QUE DEVEMOS NOS TORNAR JUSTOS NO ASPECTO de não desejar demonstrar domínio sobre os demais ou uma distinção demasiadamente soberba sobre os outros, não denunciando lapsos dos que nos rodeiam, como Iyóv fez quando aconselhou mal a Faraó quanto ao povo de Israel.
Muitas vezes, nos tornamos vítimas de nossa própria vaidade, ainda que nem tenhamos sequer ideia de nossa presunção, como Yossef que foi vendido ao Egito por ter denunciado a seu pai os irmãos por uma possibilidade remota de prostituição, chamar seus irmãos de escravos e comer membros de um animal ainda vivo.
O texto tenciona a nos revelar que não devemos usar de astúcias vinculadas ao mundo do EU que nosso EGO quer fazer imperar: vaidade, orgulho, cobiça... Tudo isso é símbolo do bode sacrificado em Lua Nova. Os justos devem viver depositando suas orações ante ao Todo Poderoso para que a Humanidade tenha uma esperança futura.
A esperança da Humanidade está pautada numa superior contemplação dos segedos da Torá que consertam o homem em sua presunção de superioridade e o trona humilde ante ao poder do seu Criador. A abertura do mar na vida de Iyóv foi sua saída do estreitamento espiritual de sua arrogância e sentimento de completude sem D’us.
Israel foi plenamente dependente de Hashem na abertura do mar, onde viram a SALVAÇÃO DOS CÉUS (Shemóth 14:13). Iyóv ainda não tinha depositado a si mesmo no limiar entre a morte e a vida nas mãos de um D’us poderoso na batalha que a vida apresenta. Suas palavras de murmuração iram Hashem porque são acusativas.
Israel pode ver o juízo sobre si decretado transformado em benevolência por cumprir as mitsvóth divinas (Pirkêi Avóth 4:13), criando anjos que lutam e defendem a sua causa. No lugar do justo fica o ímpio que foi criado para o dia do mal. O EGO cria espíritos capazes de apodrecer o corpo e por isso, pessoas hoje possuem DST.
Enquanto o povo judeu cumprir com santidade a procriação dentro do casamento judaico e guardar sua Bríth Milá das forças da impureza (as relações ilícitas), sempre se verá livre da morte e verá ante si a PORTA DA SALVAÇÃO PELA QUAL OS TSADIKIM ENTRARÃO (Tehilim 118:20).
Como fazer quando a pessoa pregressamente viveu ignorando as leis básicas que resguardam o indivíduo de pecar contra seu Criador, visto que Edom é abominável ante as palavras sagradas contaminando e conspurcando seu Yessód?
São dois os aspectos da Teshuvá que a pessoa que pecou na área sexual deve esforçar-se por cumprir para purificar-se do mal que sua consciência o acusa quanto ao Serviço do Criador: a) ABSTINÊNCIA POR UM TEMPO CONSIDERADO LONGO & b) CASAR-SE E MANTER RELAÇÕES PERMITIDAS EM SANTIFICAÇÃO.
É considerado no Judaísmo as relações maritais dentro do período fértil da mulher como a primeira mitsvá ordenada ao gênero humano no Éden (Bereshíth 1:28). Assim, abandonando um estilo de vida que ocasionará em doenças pelo fato da alma enojar-se do corpo que não serve a Hashem mas ao “outro lado”, obtém-se a vida eterna.
A pessoa poderá fazer seu intelecto (CHABAD – Chochmá, Biná & Da’áth) decretarem novas Halachóth (leis de cunho espiritual que manipulam nossa realidade, como a abertura do Mar Vermelho) que corresponderá uma nova fase para a Humanidade – um ÊXODO do cativeiro de EDOM que culminará com a chegada de Mashíach!
Que todos nós sejamos testemunhas de renascimentos espirituais por meio deste ensino e que as últimas almas que estão no Pátio das Almas no Céu venham através do casamentos santificados, inaugurando a Era de Shalom e grande sabedoria da Torá que haverá com a edificação do III Templo, veim’rú amén!

sábado, 9 de janeiro de 2016

AULA SEMANAL DE CABALÁ

AULA SEMANAL DE CABALÁ: Por que Aharón se uniu a Moshé na LIBERTAÇÃO de nossos pais do Egito? Vamos ler o trecho abaixo do Zôhar, Parashá Vaerá e abstrair ensinamentos práticos para nós, B’nêi Anoussim –

E Moisés falei ao Senhor, dizendo: Eis que os filhos de Israel não me hanescuchado. Como, então, me ouvirá faraó..., A mim de lábios não circuncisos?

Como pôde Moisés ousar deciresto "dizer isto"? Não lhe tinha prometido já o são, quando disse que não era eloquente, que o "estaria na sua boca"? [Shemóth 4:10-12]. Ou é que El Santo não manteve a sua promessa? Mas, há aqui um significado interno.

Moisés sesituava então no grau de "voz", E o grau de "expressão" se hallabaentonces em exílio. Daí que dissesse: "como me ouvirá faraó", Dado que o meu " expressão " está em servidumbrea ele, sendo eu apenas " voz " e sem " expressão ".

Por isso Deus uniu a o a Aarão, que era " expressão " sem " voz ". Quando veio Moisés, apareceu a voz, mas era uma "voz sem palavra". Isto prolongou-se que Israel se aproximou ao monte Sinai para receber a Torá. Então a voz seunió com a expressão, e a palavra foi falada, segundo dizem, "e o señorhabló todas estas palavras" [Shemóth 20:1].

Então Moisés esteve em plena posse de gestão, estando unidas voz e palavra. Esta foi a causa da queixa de Moisés deser carecia de palavra salvo quando eclodiu em queixa e "Deus falou a Moisés"[ Shemóth 6:2]. Nesta ocasião a palavra começou a funcionar, mas voltou a cessar de novo, pois o tempo ainda não estava maduro.

Daí que o versículo continua: "e disse, eu sou o senhor" [Shemóth 6:2]. Somente ao dar-se a lei foi Moisés: Curado de seu impedimento, quando a voz e a expressão estavam nele unidas como suórgano. Antes desse acontecimento, o poder que é expressão guiou a Israel no deserto, mas sem exteriorizar-se até que chegaram ao Sinai.

R. Judá interpretou enel mesmo sentido o versículo 5-6 do capítulo v do cântico dos cânticos *, É aquilo:
"5 Eu me levantei para abrir ao meu Amado e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldrabas da fechadura. 6 Eu abri ao meu Amado, mas o meu Amado já tinha Se retirado e tinha ido; a minha alma se derreteu quando Ele falou; busquei-o e não O achei, chamei-o e não me respondeu"
Enquanto a comunidade de Israel está no exílio, a voz está retirada de ela e a palavra não funciona, como está dito: "Estou mudo com silêncio" [Tehilim 39:3]. E mesmo que a palavra acorda, "meu amado retirou-se", Ou seja, repentinamente cessa, como tinha acontecido primeiro com Moisés.

SEGUNDO NOSSOS SÁBIOS, NÊTSACH (ESSÊNCIA DA VIDA, LIGA A MOSHÉ) REPRESENTA A VOZ QUE CLAMA DO DESERTO "3 No deserto clama uma voz: 'Preparai um caminho para o Eterno (pelo qual voltarão os cativos), aplainai, no ermo, uma estrada para o nosso Deus (que os conduzirá)." (Ieshayáhu 40:3), SÍMBOLO DE NESHAMÁ (POIS NÃO SE TRATA DO SOM AUDÍVEL, MAS DE UM PENSAMENTO EM POTENCIAL AINDA NÃO VERBALIZADO).

AHARÓN ERA COHEN E SEGUNDO OS PROFETAS (Malachi 2:6) ENSINOU SUA VIDA INTEIRA O AHAVÁTH SHALOM ENTRE OS B’NÊI ISRAEL (Talmud, Tratado de Ética dos Pais 1:12). FORA CHAMADO DE LEVITA POR HASHEM (Shemóth 4:14) PORQUE ESTÁ TRIBO LOUVAVA HASHEM (I Cr. 25:1).

LEVY FOI A TRIBO PEDAGOGA COM MAIOR NÚMERO DE PROFETAS NA HISTÓRIA JUDAICA (QUANDO INCLUÍMOS OS SACERDOTES DESCENDENTES DE AHARÓN). POR ISSO, A EXPRESSÃO DA FALA SE REFERE AO PODER DE TRANSMITIR A PALAVRA DE HASHEM.

ESSE PODER VAI MUITO MAIS ALÉM DO QUE PALAVRAS, ESTÁ NA FORMA DE REALIZAR A TRANSMISSÃO DA MENSAGEM DIVINA AOS CORAÇÕES DAS PESSOAS E PASSAR TODOS OS SENTIDOS DA VONTADE DIVINA, DESDE VISÕES ESPIRITUAIS ATÉ O ENTENDIMENTO DE MILAGRES.

MOSHÉ & AHARÓN PRECISAVAM UNIR-SE ATÉ QUE NO MONTE SINAI O RÚACH (PODER DE TRANSMITIR A EXPRESSÃO SAGRADA) ESTIVESSE REDIMIDA PELA TORÁ, AFIM DE QUE A NESHAMÁ DE MOSHÉ PUDESSE TORNAR-SE VEÍCULO DA SHECHINÁ NOS 10 MANDAMENTOS.

SEGUNDO A TRADIÇÃO JUDAICA, MOSHÉ ENUNCIOU OS 10 MANDAMENTOS, REVESTINDO EM SUA VOZ A PALAVRA DE HASHEM QUE ESTAVA ENUNCIADA NOS 10 MANDAMENTOS, POIS QUANDO D’US REUNIU ISRAEL PARA OUVI-LO, SEU FALAR OS MATOU.

HOUVE UMA RESSURREIÇÃO, MAS O POVO PEDIU PARA QUE MOSHÉ FALASSE NO LUGAR DA SHECHINÁ, O QUE LHE CAUSOU A REDENÇÃO DE SUA PRÓPRIA FALA. (DEPOIS DO BEZERRO DE OURO, AHARÓN VOLTOU A FALAR POR MOSHÉ)...

TRADUZINDO PARA NÓS B’NÊI ANOUSSIM, SIGNIFICA QUE EMBORA TENHAMOS UMA CONEXÃO FORTE COM HASHEM, ONDE NOSSAS NESHAMÓTH FORAM ACESSAS PELO FOGO QUE ARDIA NA SARÇA, AINDA NÓS ESTAMOS EXILADOS PELO EGO (FARAÓ) DOS POLÍTICOS & OUTROS.

ENTÃO QUANDO PROMOVEMOS AÇÕES QUE NOS INTEGRAM, COMO O COMPROMISSO QUE ASSUMIMOS NESTE ANO DE 2016, COM GRUPOS QUE DÃO VOZ AOS QUE DESEJAM COMO MOISÉS FALAR, ESTAMOS NOS COMPORTANDO COMO SACERDOTES LEVITAS PROFÉTICOS.

VAMOS SAIR DO EXÍLIO DO CONFORTO DE NOSSOS PEQUENOS GRUPOS E VAMOS NOS TORNAR UMA NAÇÃO QUE COM ENGAJAMENTO E COESÃO PODEMOS COMEÇAR A PEDIR E RECEBER AJUDA PARA ESTUDOS E CONVERSÕES. CHEGA DE PESSOAS EGOÍSTAS NO JUDAÍSMO. 

AO ESPERARMOS POR MOVIMENTOS MAIS POLÍTICOS QUE RELIGIOSOS, AO ACREDITARMOS EM OPORTUNISTAS QUE COBRAM POR SUAS AULAS ESTÁVAMOS EM SILÊNCIO, MAS HASHEM ESTÁ COM AQUELES QUE CONFIAM NELE. AGORA, NÓS VAMOS ENSINAR VIVER A TORÁ!

COM NOSSA FORÇA ESPIRITUAL SAIREMOS DO GALÚTH E RECEBEREMOS MUITAS OPORTUNIDADES COM PESSOAS DIGNAS DE CONFIANÇA QUE NOS AJUDARÃO SEM PENSAR EM LUCROS. QUE MASHÍACH SE APRESSE PARA NOSSA GUEULÁ, VEIM’RÚ AMÉN!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A Descoberta do Selo Real do Rei Ezequias




A Descoberta do Selo Real do Rei Ezequias

A descoberta do selo real do Rei Ezequias nas escavações Ofel " traz à vida as narrativas bíblicas sobre o rei Ezequias, ea atividade realizada durante a sua vida no Bairro Real de Jerusalém", diz a Universidade Hebraica.

É muito mais do que isso!

A decifração do 2700 anos veio atonar com a escavações no Monte do Templo é prova de raízes do povo judeu profundas em Jerusalém. É reafirmação dos direitos dos judeus entrincheirados em Jerusalém.

Isto é duplamente importante num momento em que alguns acadêmicos e arqueólogos negar a veracidade da narrativa bíblica do antigo Israel, e muitos palestinos afirmam que o povo judeu não tem história e não há direitos nacionais em Jerusalém.

Considere: Que UNESCO para os palestinos para os arqueólogos a e biblicamente céticos da Universidade de Tel Aviv se opuseram às duas décadas de longas escavações do Ofel e da cidade de Jerusalém de David , a menor inclinação do Monte do Templo.

Através de grande adversidade e persistência, Professor Eilat Mazar e seus colegas Israel Antiquities Authority e da Universidade Hebraica desenterraram alguns dos primeiros artefatos conhecidos na cidade, que datam de séculos 12 e 11 AEC. Estes incluem elementos de prova a historicidade dos reis bíblicos David e Salomão, fundadores da dinastia da Judéia.

Dois anos atrás, a Mazar incansável anunciou a descoberta de um medalhão de ouro maciço e um tesouro de moedas de ouro foram encontrados na base do Monte do Templo por voltar do século 6 e início do século sétimo.

E agora, o carimbo que carrega o nome do rei Ezequias (727-698 aC) - uma descoberta que foi feita há seis anos, mas apenas recentemente interpretado e anunciou na semana passada. É a primeira vez que uma impressão de selo de um rei israelita ou da Judéia já veio à luz em uma escavação arqueológica científica em Israel. Este é "o mais próximo do que nunca de que podemos chegar a algo que foi provavelmente realizado pelo próprio Rei Ezequias", diz Mazar.

A selo real foi descoberto em um despejo de lixo ao lado de um governo ou de construção real que aparentemente foi construído no século 10 aC - época do rei Salomão!

Última descoberta de Mazar nos lembra de outros importantes achados arqueológicos que destacam raízes judaicas na terra de Israel.

Estes incluem quatro conhecidos antigas inscrições que mencionam "Israel": a Estela de Merneptah (uma inscrição a partir do momento de rei egípcio Merneptah em 1200 aC, filho do Faraó Ramsés II da história do Êxodo); a Estela de Tel Dan (em que o rei Hazael da Síria em Damasco no século IX aC orgulho de suas vitórias sobre o rei de Israel e seu aliado, o rei da "Casa de David"); a Estela de Mesa (encontrado nas margens do Mar Morto, em que o rei de Moab celebra suas vitórias sobre os reis judeus da casa Omri, em paralelo perto o texto de 2 Reis 3); eo Kurkh assírio Monólitos (que parecem fazer referência rei Acabe de Israel).

Na década de 1950, o arqueólogo e ex-IDF Chefe de Gabinete Yigael Yadin descobriu os portões septadas em Hazor, Megido e Gezer, que adequam perfeitamente aos contornos do século 10 aC projectos de construção de grande escala do Rei Salomão, conforme descrito em 1 Reis.

Menção especial, neste contexto, vai para o arqueólogo israelense muito criticado Professor Adam Zertal da Universidade de Haifa, que faleceu em outubro. Ele passou 30 anos levantamento de uma enorme amplitude de terras na Cisjordânia, e nove anos escavando um importante altar cerimonial que ele identificou como construído pelo profeta bíblico Joshua sobre o monte Ebal perto de Nablus. (Veja o comando de Moisés em Deuteronômio 27: 4, eo cumprimento deste comando em Joshua 8: 30-31.)

Seus colegas atacaram, ridicularizados e, finalmente, o ignoram(especialmente os da Universidade de Tel Aviv, como o professor Aharon Kempinski e Professor Israel Finkelstein). Mas Zertal acreditavam que os livros da Bíblia hebraica pode e deve informar o trabalho de arqueólogos contemporâneos. Para Zertal, o altar no Monte Ebal provou que os verdadeiros israelitas atravessaram o Jordão e entraram em Canaã, assim como o Antigo Testamento diz que eles fizeram.

Uma disputa semelhante e amarga entrou em erupção sobre as escavações do professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica em Khirbet Qeiyafa no Vale de Elah. Garfinkel vê a cidade fortificada como prova definitiva do poderoso reino de David no século 10 aC, e ele a identifica como a cidade bíblica de Shaarayim, mencionado em 1 Samuel.

Mas Finkelstein e outros que vêem narrativa bíblica como mitologia histórica sustentam que o "chamado reino de David " não era mais que uma entidade tribal pequeno, magro em substância e escasso na população, o que não se estendem para além das fronteiras de Jerusalém e seu imediações.

Obviamente, estes debates refletem perspectivas profundamente diferentes teológicas, nacionais e políticos (sustentada por tensões interpessoais, política acadêmicas e lutas sobre orçamentos arqueológicos) - e não apenas diferenças acadêmicas de opinião. Eles também pode refletir o fato de que a arqueologia com bíblica real ainda está em sua infância, especialmente em Jerusalém. O saldo de opinião podem mudar à medida que mais e mais escavações são realizadas e novas descobertas são feitas.

Teologia judaica postula uma poderosa ressonância entre o povo de Israel e da terra de Israel. A terra é descrito pela Bíblia e literatura talmúdica como uma vida, respiração, sentindo entidade com uma constituição sensível. A terra responde positivamente à colonização judaica e cultivo, especialmente se seus moradores se comportar eticamente.

Agricultura na terra de Israel são prosperaras quando o povo judeu viver de acordo com seus chamados morais. Ezequiel profetiza (capítulo 36) que, quando os judeus se arrependem, as cidades de Israel será re-habitado, ruínas reconstruídas, e de terra desolada lavrados frutuosa - como o Jardim do Éden!

Na verdade, hoje, depois de 2.000 anos de desolação e abandono, a terra de Israel está chegando vivo novamente, e dando por diante glorioso frutas para seus povos tribos, resultando, entre outras coisas, nos vinhos que estão ganhando prêmios e reconhecimento internacional. Para mim, a revolução vinho Israeli é nada menos que a profecia bíblica cumprida.

Eu tenho uma sensação semelhante sobre arqueologia. Meu sentimento é que a terra de Israel está lentamente revelando ao povo de Israel os segredos que foram enterrados profundamente em seu solo durante milhares de anos. Ano após ano, em escavação após escavação, camadas de exílio estão sendo retirado da terra.

A terra está publicando em si, e a história do povo judeu em Israel torna-se manifesto para todos verem.

Tudo isso é outra maneira de dizer - para os palestinos e para os atores globais hostis a Sião - que eles devem esquecer empurrar Israel para fora. O pedigree do povo judeu em Jerusalém e na terra de Israel é sólida e bem incorporado. História e identidade nacional de Israel é autêntica e profundamente ancorado em Jerusalém.

Consequentemente, os israelenses têm a coragem de lutar pela cidade santa. Sem número de palestinos armados com facas de cozinha - ou qualquer outra arma - terá sucesso em cortar os judeus de Jerusalém.

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