terça-feira, 12 de janeiro de 2016
sábado, 9 de janeiro de 2016
AULA SEMANAL DE CABALÁ
AULA SEMANAL DE CABALÁ: Por que Aharón se uniu a Moshé na LIBERTAÇÃO de nossos pais do Egito? Vamos ler o trecho abaixo do Zôhar, Parashá Vaerá e abstrair ensinamentos práticos para nós, B’nêi Anoussim –
E Moisés falei ao Senhor, dizendo: Eis que os filhos de Israel não me hanescuchado. Como, então, me ouvirá faraó..., A mim de lábios não circuncisos?
Como pôde Moisés ousar deciresto "dizer isto"? Não lhe tinha prometido já o são, quando disse que não era eloquente, que o "estaria na sua boca"? [Shemóth 4:10-12]. Ou é que El Santo não manteve a sua promessa? Mas, há aqui um significado interno.
Moisés sesituava então no grau de "voz", E o grau de "expressão" se hallabaentonces em exílio. Daí que dissesse: "como me ouvirá faraó", Dado que o meu " expressão " está em servidumbrea ele, sendo eu apenas " voz " e sem " expressão ".
Por isso Deus uniu a o a Aarão, que era " expressão " sem " voz ". Quando veio Moisés, apareceu a voz, mas era uma "voz sem palavra". Isto prolongou-se que Israel se aproximou ao monte Sinai para receber a Torá. Então a voz seunió com a expressão, e a palavra foi falada, segundo dizem, "e o señorhabló todas estas palavras" [Shemóth 20:1].
Então Moisés esteve em plena posse de gestão, estando unidas voz e palavra. Esta foi a causa da queixa de Moisés deser carecia de palavra salvo quando eclodiu em queixa e "Deus falou a Moisés"[ Shemóth 6:2]. Nesta ocasião a palavra começou a funcionar, mas voltou a cessar de novo, pois o tempo ainda não estava maduro.
Daí que o versículo continua: "e disse, eu sou o senhor" [Shemóth 6:2]. Somente ao dar-se a lei foi Moisés: Curado de seu impedimento, quando a voz e a expressão estavam nele unidas como suórgano. Antes desse acontecimento, o poder que é expressão guiou a Israel no deserto, mas sem exteriorizar-se até que chegaram ao Sinai.
R. Judá interpretou enel mesmo sentido o versículo 5-6 do capítulo v do cântico dos cânticos *, É aquilo:
"5 Eu me levantei para abrir ao meu Amado e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldrabas da fechadura. 6 Eu abri ao meu Amado, mas o meu Amado já tinha Se retirado e tinha ido; a minha alma se derreteu quando Ele falou; busquei-o e não O achei, chamei-o e não me respondeu"
Enquanto a comunidade de Israel está no exílio, a voz está retirada de ela e a palavra não funciona, como está dito: "Estou mudo com silêncio" [Tehilim 39:3]. E mesmo que a palavra acorda, "meu amado retirou-se", Ou seja, repentinamente cessa, como tinha acontecido primeiro com Moisés.
SEGUNDO NOSSOS SÁBIOS, NÊTSACH (ESSÊNCIA DA VIDA, LIGA A MOSHÉ) REPRESENTA A VOZ QUE CLAMA DO DESERTO "3 No deserto clama uma voz: 'Preparai um caminho para o Eterno (pelo qual voltarão os cativos), aplainai, no ermo, uma estrada para o nosso Deus (que os conduzirá)." (Ieshayáhu 40:3), SÍMBOLO DE NESHAMÁ (POIS NÃO SE TRATA DO SOM AUDÍVEL, MAS DE UM PENSAMENTO EM POTENCIAL AINDA NÃO VERBALIZADO).
AHARÓN ERA COHEN E SEGUNDO OS PROFETAS (Malachi 2:6) ENSINOU SUA VIDA INTEIRA O AHAVÁTH SHALOM ENTRE OS B’NÊI ISRAEL (Talmud, Tratado de Ética dos Pais 1:12). FORA CHAMADO DE LEVITA POR HASHEM (Shemóth 4:14) PORQUE ESTÁ TRIBO LOUVAVA HASHEM (I Cr. 25:1).
LEVY FOI A TRIBO PEDAGOGA COM MAIOR NÚMERO DE PROFETAS NA HISTÓRIA JUDAICA (QUANDO INCLUÍMOS OS SACERDOTES DESCENDENTES DE AHARÓN). POR ISSO, A EXPRESSÃO DA FALA SE REFERE AO PODER DE TRANSMITIR A PALAVRA DE HASHEM.
ESSE PODER VAI MUITO MAIS ALÉM DO QUE PALAVRAS, ESTÁ NA FORMA DE REALIZAR A TRANSMISSÃO DA MENSAGEM DIVINA AOS CORAÇÕES DAS PESSOAS E PASSAR TODOS OS SENTIDOS DA VONTADE DIVINA, DESDE VISÕES ESPIRITUAIS ATÉ O ENTENDIMENTO DE MILAGRES.
MOSHÉ & AHARÓN PRECISAVAM UNIR-SE ATÉ QUE NO MONTE SINAI O RÚACH (PODER DE TRANSMITIR A EXPRESSÃO SAGRADA) ESTIVESSE REDIMIDA PELA TORÁ, AFIM DE QUE A NESHAMÁ DE MOSHÉ PUDESSE TORNAR-SE VEÍCULO DA SHECHINÁ NOS 10 MANDAMENTOS.
SEGUNDO A TRADIÇÃO JUDAICA, MOSHÉ ENUNCIOU OS 10 MANDAMENTOS, REVESTINDO EM SUA VOZ A PALAVRA DE HASHEM QUE ESTAVA ENUNCIADA NOS 10 MANDAMENTOS, POIS QUANDO D’US REUNIU ISRAEL PARA OUVI-LO, SEU FALAR OS MATOU.
HOUVE UMA RESSURREIÇÃO, MAS O POVO PEDIU PARA QUE MOSHÉ FALASSE NO LUGAR DA SHECHINÁ, O QUE LHE CAUSOU A REDENÇÃO DE SUA PRÓPRIA FALA. (DEPOIS DO BEZERRO DE OURO, AHARÓN VOLTOU A FALAR POR MOSHÉ)...
TRADUZINDO PARA NÓS B’NÊI ANOUSSIM, SIGNIFICA QUE EMBORA TENHAMOS UMA CONEXÃO FORTE COM HASHEM, ONDE NOSSAS NESHAMÓTH FORAM ACESSAS PELO FOGO QUE ARDIA NA SARÇA, AINDA NÓS ESTAMOS EXILADOS PELO EGO (FARAÓ) DOS POLÍTICOS & OUTROS.
ENTÃO QUANDO PROMOVEMOS AÇÕES QUE NOS INTEGRAM, COMO O COMPROMISSO QUE ASSUMIMOS NESTE ANO DE 2016, COM GRUPOS QUE DÃO VOZ AOS QUE DESEJAM COMO MOISÉS FALAR, ESTAMOS NOS COMPORTANDO COMO SACERDOTES LEVITAS PROFÉTICOS.
VAMOS SAIR DO EXÍLIO DO CONFORTO DE NOSSOS PEQUENOS GRUPOS E VAMOS NOS TORNAR UMA NAÇÃO QUE COM ENGAJAMENTO E COESÃO PODEMOS COMEÇAR A PEDIR E RECEBER AJUDA PARA ESTUDOS E CONVERSÕES. CHEGA DE PESSOAS EGOÍSTAS NO JUDAÍSMO.
AO ESPERARMOS POR MOVIMENTOS MAIS POLÍTICOS QUE RELIGIOSOS, AO ACREDITARMOS EM OPORTUNISTAS QUE COBRAM POR SUAS AULAS ESTÁVAMOS EM SILÊNCIO, MAS HASHEM ESTÁ COM AQUELES QUE CONFIAM NELE. AGORA, NÓS VAMOS ENSINAR VIVER A TORÁ!
COM NOSSA FORÇA ESPIRITUAL SAIREMOS DO GALÚTH E RECEBEREMOS MUITAS OPORTUNIDADES COM PESSOAS DIGNAS DE CONFIANÇA QUE NOS AJUDARÃO SEM PENSAR EM LUCROS. QUE MASHÍACH SE APRESSE PARA NOSSA GUEULÁ, VEIM’RÚ AMÉN!
E Moisés falei ao Senhor, dizendo: Eis que os filhos de Israel não me hanescuchado. Como, então, me ouvirá faraó..., A mim de lábios não circuncisos?
Como pôde Moisés ousar deciresto "dizer isto"? Não lhe tinha prometido já o são, quando disse que não era eloquente, que o "estaria na sua boca"? [Shemóth 4:10-12]. Ou é que El Santo não manteve a sua promessa? Mas, há aqui um significado interno.
Moisés sesituava então no grau de "voz", E o grau de "expressão" se hallabaentonces em exílio. Daí que dissesse: "como me ouvirá faraó", Dado que o meu " expressão " está em servidumbrea ele, sendo eu apenas " voz " e sem " expressão ".
Por isso Deus uniu a o a Aarão, que era " expressão " sem " voz ". Quando veio Moisés, apareceu a voz, mas era uma "voz sem palavra". Isto prolongou-se que Israel se aproximou ao monte Sinai para receber a Torá. Então a voz seunió com a expressão, e a palavra foi falada, segundo dizem, "e o señorhabló todas estas palavras" [Shemóth 20:1].
Então Moisés esteve em plena posse de gestão, estando unidas voz e palavra. Esta foi a causa da queixa de Moisés deser carecia de palavra salvo quando eclodiu em queixa e "Deus falou a Moisés"[ Shemóth 6:2]. Nesta ocasião a palavra começou a funcionar, mas voltou a cessar de novo, pois o tempo ainda não estava maduro.
Daí que o versículo continua: "e disse, eu sou o senhor" [Shemóth 6:2]. Somente ao dar-se a lei foi Moisés: Curado de seu impedimento, quando a voz e a expressão estavam nele unidas como suórgano. Antes desse acontecimento, o poder que é expressão guiou a Israel no deserto, mas sem exteriorizar-se até que chegaram ao Sinai.
R. Judá interpretou enel mesmo sentido o versículo 5-6 do capítulo v do cântico dos cânticos *, É aquilo:
"5 Eu me levantei para abrir ao meu Amado e as minhas mãos destilavam mirra, e os meus dedos gotejavam mirra sobre as aldrabas da fechadura. 6 Eu abri ao meu Amado, mas o meu Amado já tinha Se retirado e tinha ido; a minha alma se derreteu quando Ele falou; busquei-o e não O achei, chamei-o e não me respondeu"
Enquanto a comunidade de Israel está no exílio, a voz está retirada de ela e a palavra não funciona, como está dito: "Estou mudo com silêncio" [Tehilim 39:3]. E mesmo que a palavra acorda, "meu amado retirou-se", Ou seja, repentinamente cessa, como tinha acontecido primeiro com Moisés.
SEGUNDO NOSSOS SÁBIOS, NÊTSACH (ESSÊNCIA DA VIDA, LIGA A MOSHÉ) REPRESENTA A VOZ QUE CLAMA DO DESERTO "3 No deserto clama uma voz: 'Preparai um caminho para o Eterno (pelo qual voltarão os cativos), aplainai, no ermo, uma estrada para o nosso Deus (que os conduzirá)." (Ieshayáhu 40:3), SÍMBOLO DE NESHAMÁ (POIS NÃO SE TRATA DO SOM AUDÍVEL, MAS DE UM PENSAMENTO EM POTENCIAL AINDA NÃO VERBALIZADO).
AHARÓN ERA COHEN E SEGUNDO OS PROFETAS (Malachi 2:6) ENSINOU SUA VIDA INTEIRA O AHAVÁTH SHALOM ENTRE OS B’NÊI ISRAEL (Talmud, Tratado de Ética dos Pais 1:12). FORA CHAMADO DE LEVITA POR HASHEM (Shemóth 4:14) PORQUE ESTÁ TRIBO LOUVAVA HASHEM (I Cr. 25:1).
LEVY FOI A TRIBO PEDAGOGA COM MAIOR NÚMERO DE PROFETAS NA HISTÓRIA JUDAICA (QUANDO INCLUÍMOS OS SACERDOTES DESCENDENTES DE AHARÓN). POR ISSO, A EXPRESSÃO DA FALA SE REFERE AO PODER DE TRANSMITIR A PALAVRA DE HASHEM.
ESSE PODER VAI MUITO MAIS ALÉM DO QUE PALAVRAS, ESTÁ NA FORMA DE REALIZAR A TRANSMISSÃO DA MENSAGEM DIVINA AOS CORAÇÕES DAS PESSOAS E PASSAR TODOS OS SENTIDOS DA VONTADE DIVINA, DESDE VISÕES ESPIRITUAIS ATÉ O ENTENDIMENTO DE MILAGRES.
MOSHÉ & AHARÓN PRECISAVAM UNIR-SE ATÉ QUE NO MONTE SINAI O RÚACH (PODER DE TRANSMITIR A EXPRESSÃO SAGRADA) ESTIVESSE REDIMIDA PELA TORÁ, AFIM DE QUE A NESHAMÁ DE MOSHÉ PUDESSE TORNAR-SE VEÍCULO DA SHECHINÁ NOS 10 MANDAMENTOS.
SEGUNDO A TRADIÇÃO JUDAICA, MOSHÉ ENUNCIOU OS 10 MANDAMENTOS, REVESTINDO EM SUA VOZ A PALAVRA DE HASHEM QUE ESTAVA ENUNCIADA NOS 10 MANDAMENTOS, POIS QUANDO D’US REUNIU ISRAEL PARA OUVI-LO, SEU FALAR OS MATOU.
HOUVE UMA RESSURREIÇÃO, MAS O POVO PEDIU PARA QUE MOSHÉ FALASSE NO LUGAR DA SHECHINÁ, O QUE LHE CAUSOU A REDENÇÃO DE SUA PRÓPRIA FALA. (DEPOIS DO BEZERRO DE OURO, AHARÓN VOLTOU A FALAR POR MOSHÉ)...
TRADUZINDO PARA NÓS B’NÊI ANOUSSIM, SIGNIFICA QUE EMBORA TENHAMOS UMA CONEXÃO FORTE COM HASHEM, ONDE NOSSAS NESHAMÓTH FORAM ACESSAS PELO FOGO QUE ARDIA NA SARÇA, AINDA NÓS ESTAMOS EXILADOS PELO EGO (FARAÓ) DOS POLÍTICOS & OUTROS.
ENTÃO QUANDO PROMOVEMOS AÇÕES QUE NOS INTEGRAM, COMO O COMPROMISSO QUE ASSUMIMOS NESTE ANO DE 2016, COM GRUPOS QUE DÃO VOZ AOS QUE DESEJAM COMO MOISÉS FALAR, ESTAMOS NOS COMPORTANDO COMO SACERDOTES LEVITAS PROFÉTICOS.
VAMOS SAIR DO EXÍLIO DO CONFORTO DE NOSSOS PEQUENOS GRUPOS E VAMOS NOS TORNAR UMA NAÇÃO QUE COM ENGAJAMENTO E COESÃO PODEMOS COMEÇAR A PEDIR E RECEBER AJUDA PARA ESTUDOS E CONVERSÕES. CHEGA DE PESSOAS EGOÍSTAS NO JUDAÍSMO.
AO ESPERARMOS POR MOVIMENTOS MAIS POLÍTICOS QUE RELIGIOSOS, AO ACREDITARMOS EM OPORTUNISTAS QUE COBRAM POR SUAS AULAS ESTÁVAMOS EM SILÊNCIO, MAS HASHEM ESTÁ COM AQUELES QUE CONFIAM NELE. AGORA, NÓS VAMOS ENSINAR VIVER A TORÁ!
COM NOSSA FORÇA ESPIRITUAL SAIREMOS DO GALÚTH E RECEBEREMOS MUITAS OPORTUNIDADES COM PESSOAS DIGNAS DE CONFIANÇA QUE NOS AJUDARÃO SEM PENSAR EM LUCROS. QUE MASHÍACH SE APRESSE PARA NOSSA GUEULÁ, VEIM’RÚ AMÉN!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
A Descoberta do Selo Real do Rei Ezequias
A Descoberta do Selo Real do Rei Ezequias
A descoberta do selo real do Rei Ezequias nas escavações Ofel " traz à vida as narrativas bíblicas sobre o rei Ezequias, ea atividade realizada durante a sua vida no Bairro Real de Jerusalém", diz a Universidade Hebraica.
É muito mais do que isso!
A decifração do 2700 anos veio atonar com a escavações no Monte do Templo é prova de raízes do povo judeu profundas em Jerusalém. É reafirmação dos direitos dos judeus entrincheirados em Jerusalém.
Isto é duplamente importante num momento em que alguns acadêmicos e arqueólogos negar a veracidade da narrativa bíblica do antigo Israel, e muitos palestinos afirmam que o povo judeu não tem história e não há direitos nacionais em Jerusalém.
Considere: Que UNESCO para os palestinos para os arqueólogos a e biblicamente céticos da Universidade de Tel Aviv se opuseram às duas décadas de longas escavações do Ofel e da cidade de Jerusalém de David , a menor inclinação do Monte do Templo.
Através de grande adversidade e persistência, Professor Eilat Mazar e seus colegas Israel Antiquities Authority e da Universidade Hebraica desenterraram alguns dos primeiros artefatos conhecidos na cidade, que datam de séculos 12 e 11 AEC. Estes incluem elementos de prova a historicidade dos reis bíblicos David e Salomão, fundadores da dinastia da Judéia.
Dois anos atrás, a Mazar incansável anunciou a descoberta de um medalhão de ouro maciço e um tesouro de moedas de ouro foram encontrados na base do Monte do Templo por voltar do século 6 e início do século sétimo.
E agora, o carimbo que carrega o nome do rei Ezequias (727-698 aC) - uma descoberta que foi feita há seis anos, mas apenas recentemente interpretado e anunciou na semana passada. É a primeira vez que uma impressão de selo de um rei israelita ou da Judéia já veio à luz em uma escavação arqueológica científica em Israel. Este é "o mais próximo do que nunca de que podemos chegar a algo que foi provavelmente realizado pelo próprio Rei Ezequias", diz Mazar.
A selo real foi descoberto em um despejo de lixo ao lado de um governo ou de construção real que aparentemente foi construído no século 10 aC - época do rei Salomão!
Última descoberta de Mazar nos lembra de outros importantes achados arqueológicos que destacam raízes judaicas na terra de Israel.
Estes incluem quatro conhecidos antigas inscrições que mencionam "Israel": a Estela de Merneptah (uma inscrição a partir do momento de rei egípcio Merneptah em 1200 aC, filho do Faraó Ramsés II da história do Êxodo); a Estela de Tel Dan (em que o rei Hazael da Síria em Damasco no século IX aC orgulho de suas vitórias sobre o rei de Israel e seu aliado, o rei da "Casa de David"); a Estela de Mesa (encontrado nas margens do Mar Morto, em que o rei de Moab celebra suas vitórias sobre os reis judeus da casa Omri, em paralelo perto o texto de 2 Reis 3); eo Kurkh assírio Monólitos (que parecem fazer referência rei Acabe de Israel).
Na década de 1950, o arqueólogo e ex-IDF Chefe de Gabinete Yigael Yadin descobriu os portões septadas em Hazor, Megido e Gezer, que adequam perfeitamente aos contornos do século 10 aC projectos de construção de grande escala do Rei Salomão, conforme descrito em 1 Reis.
Menção especial, neste contexto, vai para o arqueólogo israelense muito criticado Professor Adam Zertal da Universidade de Haifa, que faleceu em outubro. Ele passou 30 anos levantamento de uma enorme amplitude de terras na Cisjordânia, e nove anos escavando um importante altar cerimonial que ele identificou como construído pelo profeta bíblico Joshua sobre o monte Ebal perto de Nablus. (Veja o comando de Moisés em Deuteronômio 27: 4, eo cumprimento deste comando em Joshua 8: 30-31.)
Seus colegas atacaram, ridicularizados e, finalmente, o ignoram(especialmente os da Universidade de Tel Aviv, como o professor Aharon Kempinski e Professor Israel Finkelstein). Mas Zertal acreditavam que os livros da Bíblia hebraica pode e deve informar o trabalho de arqueólogos contemporâneos. Para Zertal, o altar no Monte Ebal provou que os verdadeiros israelitas atravessaram o Jordão e entraram em Canaã, assim como o Antigo Testamento diz que eles fizeram.
Uma disputa semelhante e amarga entrou em erupção sobre as escavações do professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica em Khirbet Qeiyafa no Vale de Elah. Garfinkel vê a cidade fortificada como prova definitiva do poderoso reino de David no século 10 aC, e ele a identifica como a cidade bíblica de Shaarayim, mencionado em 1 Samuel.
Mas Finkelstein e outros que vêem narrativa bíblica como mitologia histórica sustentam que o "chamado reino de David " não era mais que uma entidade tribal pequeno, magro em substância e escasso na população, o que não se estendem para além das fronteiras de Jerusalém e seu imediações.
Obviamente, estes debates refletem perspectivas profundamente diferentes teológicas, nacionais e políticos (sustentada por tensões interpessoais, política acadêmicas e lutas sobre orçamentos arqueológicos) - e não apenas diferenças acadêmicas de opinião. Eles também pode refletir o fato de que a arqueologia com bíblica real ainda está em sua infância, especialmente em Jerusalém. O saldo de opinião podem mudar à medida que mais e mais escavações são realizadas e novas descobertas são feitas.
Teologia judaica postula uma poderosa ressonância entre o povo de Israel e da terra de Israel. A terra é descrito pela Bíblia e literatura talmúdica como uma vida, respiração, sentindo entidade com uma constituição sensível. A terra responde positivamente à colonização judaica e cultivo, especialmente se seus moradores se comportar eticamente.
Agricultura na terra de Israel são prosperaras quando o povo judeu viver de acordo com seus chamados morais. Ezequiel profetiza (capítulo 36) que, quando os judeus se arrependem, as cidades de Israel será re-habitado, ruínas reconstruídas, e de terra desolada lavrados frutuosa - como o Jardim do Éden!
Na verdade, hoje, depois de 2.000 anos de desolação e abandono, a terra de Israel está chegando vivo novamente, e dando por diante glorioso frutas para seus povos tribos, resultando, entre outras coisas, nos vinhos que estão ganhando prêmios e reconhecimento internacional. Para mim, a revolução vinho Israeli é nada menos que a profecia bíblica cumprida.
Eu tenho uma sensação semelhante sobre arqueologia. Meu sentimento é que a terra de Israel está lentamente revelando ao povo de Israel os segredos que foram enterrados profundamente em seu solo durante milhares de anos. Ano após ano, em escavação após escavação, camadas de exílio estão sendo retirado da terra.
A terra está publicando em si, e a história do povo judeu em Israel torna-se manifesto para todos verem.
Tudo isso é outra maneira de dizer - para os palestinos e para os atores globais hostis a Sião - que eles devem esquecer empurrar Israel para fora. O pedigree do povo judeu em Jerusalém e na terra de Israel é sólida e bem incorporado. História e identidade nacional de Israel é autêntica e profundamente ancorado em Jerusalém.
Consequentemente, os israelenses têm a coragem de lutar pela cidade santa. Sem número de palestinos armados com facas de cozinha - ou qualquer outra arma - terá sucesso em cortar os judeus de Jerusalém.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
OS 10 PASSOS PARA TESHUVÁ DE UM BEN ANOUSSIM ATÉ AO TRIBUNAL RABÍNICO:
Destaque importante dos artigos semanais -
OS 10 PASSOS PARA TESHUVÁ DE UM BEN ANOUSSIM ATÉ AO TRIBUNAL RABÍNICO:
AS PRAGAS NO EGITO FORAM UM PROCESSO EVOLUTIVO E GRADUAL DE LIBERTAÇÃO QUE O POVO JUDEU TEVE DA ESCRAVIDÃO! ESSA RECEITA VALE ATÉ HOJE PARA TODOS NÓS. INCLUSIVE, TODOS OS B’NÊI ANOUSSIM ESTÃO EM UM DESTES DEZ DEGRAUS DO PÊSSACH –
1) SANGUE – LIVRAR-SE DO MITO DO SANGUE DOS DEUS PAGÃO (CUJO SÍMBOLO É O PEIXE DO NILO) COM SEUS BATISMOS E CONVERSÕES PARA APENAS BEBER DA FONTEDAS ÁGUAS (Y-K-W-K) É O PRIMEIRO PASSO.
2) RÃS – APÓS, CHEGA O SEGUNDO ESTÁGIO: PROCURAR UM SÁBIO EM TORÁ-TALMUD-CABALÁ AO DEIXAR DE OUVIR AOS MISSIONÁRIOS, POIS JEREMIAS ENSINA QUE NOS ÚLTIMOS DIAS A CASA DE ISRAEL SERIA PESCADA NO MAR DAS NAÇÕES (Jr. 16:15-16).
3) PIOLHOS – O TERCEIRO PASSO É PODER IMERGIR NUMA MICVÊ (SÍMBOLO DO ABANDONO DE PEQUENOS TREJEITOS EGÍPCIOS, AMULETOS E OUTROS MEIOS MÁGICOS EM QUE OS MAUS ESPÍRITOS SE OCULTAM). TODO FERMENTO DEVE SER JOGADO FORA.
O EGITO É CONHECIDO POR SUA LUXÚRIA E O MIDRÁSH CONTA-NOS DAS CASAS DE BANHO EGÍPCIOS PARA DELEITAR SEUS CORPOS USADOS NA SUA LIBIDO. EM BAMIDBAR V, O PÓ FOI USADO PARA APLACAR O CIÚME DO ESPOSO (Y-K-W-K). DEVEMOS NOS PURIFICAR DE NOSSA NIDÁ.
4) ANIMAIS SELVAGENS – O QUARTO PASSO É CONVIVER MAIS TEMPO COM JUDEUS E MENOS TEMPO COM GENTIOS, MONTANDO GRUPOS DE ESTUDO EM QUE VÁRIOS TEMAS SÃO ABORDADOS. AS TRIBOS DE ISRAEL FORAM COMPARADAS AOS ANIMAIS DE ESPÉCIES DISTINTAS (Gn. 49.)
5) PESTE – O QUINTO ESTÁGIO PASSA A SER ADOTAR A CASH’RÚTH (hábitos alimentares rigorosos segundo a dieta da Torá) & O TSINIÚTH (recato no vestir e cobrir sua nudez). O REBANHO ANIMAL EXISTE ATÉ HOJE PARA ESSAS DUAS FINALIDADES. CHEGA O FIM DO PADRÃO OCIDENTAL.
6) SARNA – CHEGOU A SEXTA ETAPA: COLOCAR MAIS JUDAÍSMO DENTRO DA NOSSA CASA, COMO LIVROS, DVD’S, MÚSICAS E MEZUZÓTH QUE TESTEMUNHAM NOSSA CRENÇA MONOTEÍSTA (POIS JÁ QUE NOS LIMPAMOS, AGORA NOS ADORNAMOS PARA NOSSO REI).
7)GRANIZO – A SÉTIMA ETAPA SE TRATA DE AJUDAR OS B’NÊI NÔACH A ABANDONAR AS SENDAS DA IDOLATRIA DO EU, LHES ENSINANDO AS SETE LEIS NOÉTICAS, VISTO QUE EGÍPCIOS PASSARAM A TEMER O ETER-NO A PARTIR DESTA PRAGA QUANDO MUITOS MORRERAM.
8) GAFANHOTO – O OITAVO PASSO É DAR UMA EDUCAÇÃO JUDAICA DADA AOS FILHOS (PRINCIPALMENTE CRIANÇAS), SALVAGUARDADA A CONDIÇÃO DE CASARMOS SOLTEIROS JUDEUS COM JUDIAS, APENAS.
9) TREVAS – NO NONO PASSO PARA SERMOS PLENAMENTE JUDEUS, COMO B’NÊI ANOUSSIM PRECISAMOS NOS AFASTAR DE APÓSTATAS (PESSOAS JUDIAS CONVERTIDAS AO MESSIANISMO OU QUE ESTÃO ATEIAS, POIS SÃO MÁ INFLUÊNCIA E IMPEDEM NOSSA SAÍDA DO EGITO).
A TRADIÇÃO NOS CONTA QUE 4/5 DOS JUDEUS NO EGITO ERAM POLÍTICOS, NOBRES E COMERCIANTES RICOS QUE NÃO QUERIAM SAIR DE ONDE TINHAM PRIVILÉGIOS. ELES NÃO SE IDENTIFICAVAM COM MOISÉS E RETIAM A LIBERDADE DE 1/5 DOS JUDEUS EM ESCRAVIDÃO.
TER UM COMPLETO APEGO PELA TORÁ E NÃO RELATIVIZARMOS AS ORDENS DIVINAS COM COSTUMES PAGÃOS PASSA A SER REGRA. UMA COISA É JUNTAR-SE A ORTODOXOS QUE BUSCAM A CHEGADA DA ERA DO III TEMPLO, OUTRA É AFASTAR-SE DA RELIGIÃO POR HERESIAS.
10) MORTE DOS PRIMOGÊNITOS – O ÚLTIMO DEGRAU É APRESENTAR-SE NUM TRIBUNAL RABÍNICO, POIS COMO JUÍZES NOS ABSOLVERÃO COMO INOCENTES VÍTIMAS DOS ARDIS CATÓLICOS CULPÁVEIS DE IDOLATRIA.
Pensem sobre estas dez etapas. Que Mashíach chegue logo, amén!
OS 10 PASSOS PARA TESHUVÁ DE UM BEN ANOUSSIM ATÉ AO TRIBUNAL RABÍNICO:
AS PRAGAS NO EGITO FORAM UM PROCESSO EVOLUTIVO E GRADUAL DE LIBERTAÇÃO QUE O POVO JUDEU TEVE DA ESCRAVIDÃO! ESSA RECEITA VALE ATÉ HOJE PARA TODOS NÓS. INCLUSIVE, TODOS OS B’NÊI ANOUSSIM ESTÃO EM UM DESTES DEZ DEGRAUS DO PÊSSACH –
1) SANGUE – LIVRAR-SE DO MITO DO SANGUE DOS DEUS PAGÃO (CUJO SÍMBOLO É O PEIXE DO NILO) COM SEUS BATISMOS E CONVERSÕES PARA APENAS BEBER DA FONTEDAS ÁGUAS (Y-K-W-K) É O PRIMEIRO PASSO.
2) RÃS – APÓS, CHEGA O SEGUNDO ESTÁGIO: PROCURAR UM SÁBIO EM TORÁ-TALMUD-CABALÁ AO DEIXAR DE OUVIR AOS MISSIONÁRIOS, POIS JEREMIAS ENSINA QUE NOS ÚLTIMOS DIAS A CASA DE ISRAEL SERIA PESCADA NO MAR DAS NAÇÕES (Jr. 16:15-16).
3) PIOLHOS – O TERCEIRO PASSO É PODER IMERGIR NUMA MICVÊ (SÍMBOLO DO ABANDONO DE PEQUENOS TREJEITOS EGÍPCIOS, AMULETOS E OUTROS MEIOS MÁGICOS EM QUE OS MAUS ESPÍRITOS SE OCULTAM). TODO FERMENTO DEVE SER JOGADO FORA.
O EGITO É CONHECIDO POR SUA LUXÚRIA E O MIDRÁSH CONTA-NOS DAS CASAS DE BANHO EGÍPCIOS PARA DELEITAR SEUS CORPOS USADOS NA SUA LIBIDO. EM BAMIDBAR V, O PÓ FOI USADO PARA APLACAR O CIÚME DO ESPOSO (Y-K-W-K). DEVEMOS NOS PURIFICAR DE NOSSA NIDÁ.
4) ANIMAIS SELVAGENS – O QUARTO PASSO É CONVIVER MAIS TEMPO COM JUDEUS E MENOS TEMPO COM GENTIOS, MONTANDO GRUPOS DE ESTUDO EM QUE VÁRIOS TEMAS SÃO ABORDADOS. AS TRIBOS DE ISRAEL FORAM COMPARADAS AOS ANIMAIS DE ESPÉCIES DISTINTAS (Gn. 49.)
5) PESTE – O QUINTO ESTÁGIO PASSA A SER ADOTAR A CASH’RÚTH (hábitos alimentares rigorosos segundo a dieta da Torá) & O TSINIÚTH (recato no vestir e cobrir sua nudez). O REBANHO ANIMAL EXISTE ATÉ HOJE PARA ESSAS DUAS FINALIDADES. CHEGA O FIM DO PADRÃO OCIDENTAL.
6) SARNA – CHEGOU A SEXTA ETAPA: COLOCAR MAIS JUDAÍSMO DENTRO DA NOSSA CASA, COMO LIVROS, DVD’S, MÚSICAS E MEZUZÓTH QUE TESTEMUNHAM NOSSA CRENÇA MONOTEÍSTA (POIS JÁ QUE NOS LIMPAMOS, AGORA NOS ADORNAMOS PARA NOSSO REI).
7)GRANIZO – A SÉTIMA ETAPA SE TRATA DE AJUDAR OS B’NÊI NÔACH A ABANDONAR AS SENDAS DA IDOLATRIA DO EU, LHES ENSINANDO AS SETE LEIS NOÉTICAS, VISTO QUE EGÍPCIOS PASSARAM A TEMER O ETER-NO A PARTIR DESTA PRAGA QUANDO MUITOS MORRERAM.
8) GAFANHOTO – O OITAVO PASSO É DAR UMA EDUCAÇÃO JUDAICA DADA AOS FILHOS (PRINCIPALMENTE CRIANÇAS), SALVAGUARDADA A CONDIÇÃO DE CASARMOS SOLTEIROS JUDEUS COM JUDIAS, APENAS.
9) TREVAS – NO NONO PASSO PARA SERMOS PLENAMENTE JUDEUS, COMO B’NÊI ANOUSSIM PRECISAMOS NOS AFASTAR DE APÓSTATAS (PESSOAS JUDIAS CONVERTIDAS AO MESSIANISMO OU QUE ESTÃO ATEIAS, POIS SÃO MÁ INFLUÊNCIA E IMPEDEM NOSSA SAÍDA DO EGITO).
A TRADIÇÃO NOS CONTA QUE 4/5 DOS JUDEUS NO EGITO ERAM POLÍTICOS, NOBRES E COMERCIANTES RICOS QUE NÃO QUERIAM SAIR DE ONDE TINHAM PRIVILÉGIOS. ELES NÃO SE IDENTIFICAVAM COM MOISÉS E RETIAM A LIBERDADE DE 1/5 DOS JUDEUS EM ESCRAVIDÃO.
TER UM COMPLETO APEGO PELA TORÁ E NÃO RELATIVIZARMOS AS ORDENS DIVINAS COM COSTUMES PAGÃOS PASSA A SER REGRA. UMA COISA É JUNTAR-SE A ORTODOXOS QUE BUSCAM A CHEGADA DA ERA DO III TEMPLO, OUTRA É AFASTAR-SE DA RELIGIÃO POR HERESIAS.
10) MORTE DOS PRIMOGÊNITOS – O ÚLTIMO DEGRAU É APRESENTAR-SE NUM TRIBUNAL RABÍNICO, POIS COMO JUÍZES NOS ABSOLVERÃO COMO INOCENTES VÍTIMAS DOS ARDIS CATÓLICOS CULPÁVEIS DE IDOLATRIA.
Pensem sobre estas dez etapas. Que Mashíach chegue logo, amén!
Comentário encontrado na Torá sobre as dez pragas do Egito
Comentário interessante encontrado na Torá, versão espanhola, sobre as dez pragas do Egito e sua aplicabilidade quanto a Teshuvá:
Exporemos este comentário interessante encontrado na Torá, versão espanhola, sobre as dez pragas do Egito e sua aplicabilidade quanto a Teshuvá:
En el capítulo séptimo del Shemóth veremos definitivamente cómo Par’óh no se dejaráconvencer ni por la intervención de Moshéh y Aharon ni por signos y prodigiosque hacen ante él, en nombre de D's. El pueblo de Israel no será liberado de Egipto de no mediar עשרמכות "Eser macot" que traducimos como "diez plagas".
El tema de la diez plagas viene precedido de las palabras de D's, que dice:"Mas Yo endureceré el corazón de Par’óh e incrementaré Mis señales y Misportentos en la tierra de Egipto. Empero, no escuchara a vosotros Par’óh eimpondré Mi poder en Egipto y sacaré a Mis ejércitos: a Mi pueblo, los hijos deIsrael, de la tierra de Egipto, con juicios punitivos, magnos" (Éxodo 7:34).
De acuerdo con el sentido literal de estas palabras, nos encontramos frente a’una dificultad de primera magnitud, ya que parece que, según esto, el tirano egipcio no tiene aparentemente ninguna posibilidad de תשובה "teshuváh" -arrepentimiento- mientras que la idea de ''teshuváh'' es la base principal sobrela cual descansa la relación del hombre con D's, según el Tanaj.
Estepensamiento si bien es recurrente en todo el Tanaj, ha sido plasmado por elprofeta Iechez’kel cuando dice: "Acaso deseo Yo que muera el impío, diceAdo-nai Eloikim, ciertamente (lo que deseo es) que retorne de sus caminos yque viva" (Ezequiel18: 23).
A través de todos los tiempos los pensadores judíos y los exégetas del Tanaj se han enfrentado a este dilema, sugiriendo caminos para resolverlo:
Maimônides opta por la solución siguiente:
"Puede ocurrir que un hombrecometa una transgresión tan grave... y que el Juez de la Verdad decida que elcastigo será: cerrarle el camino de teshuváh... Por eso está escrito en la Toráh:
"Empero Yo vaya fortalecer el corazón de Par’óh ... "{Éxodo 14:4);porque él maltrató voluntariamente a los hijos de Israel que vivían en su país, ypor eso D 's le impide la teshuváh y endurece su corazón.
Entonces ¿para quéenviaba a Moshéh a lograr la teshuváh de Par’óh si D's sabía que él no laharía nunca? Para hacer saber a los habitantes del mundo y a lasgeneraciones venideras que cuando D’s impide el camino de la teshuváh alpecador, éste no podrá revertir esta decisión y morirá por su maldad, que él
mismo generó por su propia voluntad.
Lo mismo ocurrió con Sichon, rey de Cheshvón Con referencia a él dice la Toráh: "Pues ha infundido valentía en sucorazón para entregarlo en tus manos... " (Deuteronomio 2:30).
Lo mismo ocurrirá con los canannitas quienes destruirá Iehoshúa [Josué:11:20) y lo mismo ocurrirá con Israel en los días del profeta Eliáhu ya que ellos
acrecentaron su perversión y D 's les impidió a los pecadores la teshuváh (IReyes 18:37).
De todo esto resulta: que D's no había decretado a Par’óh maltratar a Israel, nitampoco a Sichon pecar en su país, ni tampoco a los canannitas serperversos, ni a Israel servir ídolos sino que todos ellos se desviaron por propiavoluntad y todos ellos fueron castigados al vedarles D 's el camino de la teshuváh (Mishneh Toráh, HiljotTeshuváh VI, 3).
Dos siglos más tarde Rabbi Iosef Albo, en "Sefer Hahikarím", opta por unasolución diferente. El sugiere que existen dos formas de teshuváh. El hombreque hace teshuváh por temor al castigo que pesa sobre él y que se somete"como el esclavo que se doblega ante su amo cuando éste lo está castigando",mas pasado el momento, éste vuelve a erguirse y a rebelarse otra vez.
Lomismo que hacía Par’óh, rey de Egipto; pues mientras duraba la plaga deturno él decía: "Ado-nai es el Justo!" mas cuando pasaba la plaga volvía aendurecer su corazón como al principio y esto sin duda demostraba que lateshuváh era aparente cuando él decía: " Ado-nai es el Justo"; era ésta unacompulsión y no el ejercicio de su libré albedrío.
Por lo tanto eso no podía ser considerado teshuváh... "Es así como podemosentender !o que dice la Toráh: que D 's endurece el corazon de los impíos y lescierra el camino de la teshuváh, quiere decir que D's les infunde coraje comopara que si hacen teshuváh, la hagan ejerciendo su libre albedrío". (SeferHaliikanm IV,:25).
Basados en Albo traducimos וחזקתי את לבפרעה "Vehizakti et lev Par’óh...(Éxodo 14:4) como. "Yo voy a fortalecer el corazón de Par’óh."Aparentemente, esa opinión de Albo ha servido de base al comentario deAbarbanel al respecto.
Más tarde el comentarista Seforno también le adoptará una posición similar.En cuanto a las plagas en sí, leyendo los textos alusivos descubriremos lafinalidad verdadera de las mismas, que no era, solamente, un juicio punitivo,sino que perseguía otras finalidades:
El reconocimiento por parte de Par’óh de que D's, Creador de toda la humanidad, existe, que ejerce Su poder y Sujusticia, y que libera al oprimido de manos de su agresor. Que los habitantesdel universo contemporáneos de Par’óh, así como las generaciones venideras,han de conocer esos hechos, que el pueblo de Israel debe relatarlos a sus hijosy a los hijos de sus hijos, por siempre.
No falta un exégeta que diga que las plagas que D's trae sobre Egipto teníancomo finalidad, también, persuadir a los hijos de Israel a abandonar aquel paísya que, debido a la fertilidad de las riberas del Nilo y al hecho de haber vividoen aquellas tierras unos cuantos centenares de años, ellos no quisieranabandonar el país. Y la prueba es que ante las primeras dificultades surgidasdespués de la liberación algunos grupos de los hijos de Israel dicen: "Volvamos
A Egipto". (Tseror Hammor).
En otro orden de cosas las nueve plagas primeras revisten un carácterpersuasivo,ya que no causan muerte alguna, sino que van afectando a losegipcios, gradualmente, desde lo externo (campo, ganado, cosechas) hasta lointerno (casas, artesas, dormitorios).
Solamente cuando estas plagas no logran su cometido D's trae la décima plaga que era מכתבכורות -"Macat bejorot" -muerte de los primogénitos- que, dicho sea de paso, es la única plaga que reviste el carácter de juicio punitivo, ya que antes de esclavizar a los hijos de Israel, Par’óh ordenó arrojar a todo varón, nacido en las casas de Israel, al río Nilo.
De lo que resulta que el único lenguaje que parece entender el gobernante deaquella época es: Estoy dispuesto a vivir en perversión, a esclavizar a miscongéneres, aun pagando el precio del sufrimiento de los habitantes de mipaís. siempre y cuando mi vida y la de mis hijos no estén directamenteafectadas.
En cuanto al hundimiento de Par’óh y su ejército en las aguas del יםסוף "Iam Suf' -Mar de los Juncos- amén de evitar la destrucción del pueblo de Israel, en el" momento mismo de su liberación, logra la anhelada actitud que se esperaba de los hijos de Israel.
En palabras de la Toráh: ''Presenció Israel el Poder,grande, que ejerció Ado-nai en Egipto. Veneró el pueblo a Ado-nai y tuvieron feen Ado-nai y en Moshéh, Su servidor". (Éxodo 14:31).
Cabe recalcar que para evitar una mala interpretación "del episodio egipcio" ypara no cometer el error de pensar que estamos frente a "crimen y venganza"la Toráh legislará:
“No habrás de aborrecer al egipcio ya que extranjero hassido tú en su país. Los hijos que les nacieren a ellos (en tu país) en la tercerageneración podrán ingresar a la Congregación de Ado-nai" (Deuteronomio 23:8-9).
Exporemos este comentário interessante encontrado na Torá, versão espanhola, sobre as dez pragas do Egito e sua aplicabilidade quanto a Teshuvá:
En el capítulo séptimo del Shemóth veremos definitivamente cómo Par’óh no se dejaráconvencer ni por la intervención de Moshéh y Aharon ni por signos y prodigiosque hacen ante él, en nombre de D's. El pueblo de Israel no será liberado de Egipto de no mediar עשרמכות "Eser macot" que traducimos como "diez plagas".
El tema de la diez plagas viene precedido de las palabras de D's, que dice:"Mas Yo endureceré el corazón de Par’óh e incrementaré Mis señales y Misportentos en la tierra de Egipto. Empero, no escuchara a vosotros Par’óh eimpondré Mi poder en Egipto y sacaré a Mis ejércitos: a Mi pueblo, los hijos deIsrael, de la tierra de Egipto, con juicios punitivos, magnos" (Éxodo 7:34).
De acuerdo con el sentido literal de estas palabras, nos encontramos frente a’una dificultad de primera magnitud, ya que parece que, según esto, el tirano egipcio no tiene aparentemente ninguna posibilidad de תשובה "teshuváh" -arrepentimiento- mientras que la idea de ''teshuváh'' es la base principal sobrela cual descansa la relación del hombre con D's, según el Tanaj.
Estepensamiento si bien es recurrente en todo el Tanaj, ha sido plasmado por elprofeta Iechez’kel cuando dice: "Acaso deseo Yo que muera el impío, diceAdo-nai Eloikim, ciertamente (lo que deseo es) que retorne de sus caminos yque viva" (Ezequiel18: 23).
A través de todos los tiempos los pensadores judíos y los exégetas del Tanaj se han enfrentado a este dilema, sugiriendo caminos para resolverlo:
Maimônides opta por la solución siguiente:
"Puede ocurrir que un hombrecometa una transgresión tan grave... y que el Juez de la Verdad decida que elcastigo será: cerrarle el camino de teshuváh... Por eso está escrito en la Toráh:
"Empero Yo vaya fortalecer el corazón de Par’óh ... "{Éxodo 14:4);porque él maltrató voluntariamente a los hijos de Israel que vivían en su país, ypor eso D 's le impide la teshuváh y endurece su corazón.
Entonces ¿para quéenviaba a Moshéh a lograr la teshuváh de Par’óh si D's sabía que él no laharía nunca? Para hacer saber a los habitantes del mundo y a lasgeneraciones venideras que cuando D’s impide el camino de la teshuváh alpecador, éste no podrá revertir esta decisión y morirá por su maldad, que él
mismo generó por su propia voluntad.
Lo mismo ocurrió con Sichon, rey de Cheshvón Con referencia a él dice la Toráh: "Pues ha infundido valentía en sucorazón para entregarlo en tus manos... " (Deuteronomio 2:30).
Lo mismo ocurrirá con los canannitas quienes destruirá Iehoshúa [Josué:11:20) y lo mismo ocurrirá con Israel en los días del profeta Eliáhu ya que ellos
acrecentaron su perversión y D 's les impidió a los pecadores la teshuváh (IReyes 18:37).
De todo esto resulta: que D's no había decretado a Par’óh maltratar a Israel, nitampoco a Sichon pecar en su país, ni tampoco a los canannitas serperversos, ni a Israel servir ídolos sino que todos ellos se desviaron por propiavoluntad y todos ellos fueron castigados al vedarles D 's el camino de la teshuváh (Mishneh Toráh, HiljotTeshuváh VI, 3).
Dos siglos más tarde Rabbi Iosef Albo, en "Sefer Hahikarím", opta por unasolución diferente. El sugiere que existen dos formas de teshuváh. El hombreque hace teshuváh por temor al castigo que pesa sobre él y que se somete"como el esclavo que se doblega ante su amo cuando éste lo está castigando",mas pasado el momento, éste vuelve a erguirse y a rebelarse otra vez.
Lomismo que hacía Par’óh, rey de Egipto; pues mientras duraba la plaga deturno él decía: "Ado-nai es el Justo!" mas cuando pasaba la plaga volvía aendurecer su corazón como al principio y esto sin duda demostraba que lateshuváh era aparente cuando él decía: " Ado-nai es el Justo"; era ésta unacompulsión y no el ejercicio de su libré albedrío.
Por lo tanto eso no podía ser considerado teshuváh... "Es así como podemosentender !o que dice la Toráh: que D 's endurece el corazon de los impíos y lescierra el camino de la teshuváh, quiere decir que D's les infunde coraje comopara que si hacen teshuváh, la hagan ejerciendo su libre albedrío". (SeferHaliikanm IV,:25).
Basados en Albo traducimos וחזקתי את לבפרעה "Vehizakti et lev Par’óh...(Éxodo 14:4) como. "Yo voy a fortalecer el corazón de Par’óh."Aparentemente, esa opinión de Albo ha servido de base al comentario deAbarbanel al respecto.
Más tarde el comentarista Seforno también le adoptará una posición similar.En cuanto a las plagas en sí, leyendo los textos alusivos descubriremos lafinalidad verdadera de las mismas, que no era, solamente, un juicio punitivo,sino que perseguía otras finalidades:
El reconocimiento por parte de Par’óh de que D's, Creador de toda la humanidad, existe, que ejerce Su poder y Sujusticia, y que libera al oprimido de manos de su agresor. Que los habitantesdel universo contemporáneos de Par’óh, así como las generaciones venideras,han de conocer esos hechos, que el pueblo de Israel debe relatarlos a sus hijosy a los hijos de sus hijos, por siempre.
No falta un exégeta que diga que las plagas que D's trae sobre Egipto teníancomo finalidad, también, persuadir a los hijos de Israel a abandonar aquel paísya que, debido a la fertilidad de las riberas del Nilo y al hecho de haber vividoen aquellas tierras unos cuantos centenares de años, ellos no quisieranabandonar el país. Y la prueba es que ante las primeras dificultades surgidasdespués de la liberación algunos grupos de los hijos de Israel dicen: "Volvamos
A Egipto". (Tseror Hammor).
En otro orden de cosas las nueve plagas primeras revisten un carácterpersuasivo,ya que no causan muerte alguna, sino que van afectando a losegipcios, gradualmente, desde lo externo (campo, ganado, cosechas) hasta lointerno (casas, artesas, dormitorios).
Solamente cuando estas plagas no logran su cometido D's trae la décima plaga que era מכתבכורות -"Macat bejorot" -muerte de los primogénitos- que, dicho sea de paso, es la única plaga que reviste el carácter de juicio punitivo, ya que antes de esclavizar a los hijos de Israel, Par’óh ordenó arrojar a todo varón, nacido en las casas de Israel, al río Nilo.
De lo que resulta que el único lenguaje que parece entender el gobernante deaquella época es: Estoy dispuesto a vivir en perversión, a esclavizar a miscongéneres, aun pagando el precio del sufrimiento de los habitantes de mipaís. siempre y cuando mi vida y la de mis hijos no estén directamenteafectadas.
En cuanto al hundimiento de Par’óh y su ejército en las aguas del יםסוף "Iam Suf' -Mar de los Juncos- amén de evitar la destrucción del pueblo de Israel, en el" momento mismo de su liberación, logra la anhelada actitud que se esperaba de los hijos de Israel.
En palabras de la Toráh: ''Presenció Israel el Poder,grande, que ejerció Ado-nai en Egipto. Veneró el pueblo a Ado-nai y tuvieron feen Ado-nai y en Moshéh, Su servidor". (Éxodo 14:31).
Cabe recalcar que para evitar una mala interpretación "del episodio egipcio" ypara no cometer el error de pensar que estamos frente a "crimen y venganza"la Toráh legislará:
“No habrás de aborrecer al egipcio ya que extranjero hassido tú en su país. Los hijos que les nacieren a ellos (en tu país) en la tercerageneración podrán ingresar a la Congregación de Ado-nai" (Deuteronomio 23:8-9).
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*Tradução para o Português
Inicio da Tradução
*No capítulo sétimo do shemóth veremos definitivamente como faraó não se deixava convencer nem pela intervenção de moshéh e aharon nem por sinais e prodígios que fazem perante ele, em nome de D-us.
O povo de Israel não será libertado do Egito sem ʻşrmkwţ " Eser macot " que traduzimos como " dez pragas ".
O tema da dez pragas vem precedido das palavras de D'us, que diz :" Mas eu vou endurecer o coração de faraó e aumentarei os meus sinais e mis portentos na terra do Egito.
No entanto, não ouvisse a vós Faraó eimpondré meu poder no Egito, e tirarei os meus exércitos: o meu povo, os filhos de Israel da terra do Egito, com julgamentos morais, grandiosos " (Êxodo 7:34).
De acordo com o sentido literal destas palavras, estamos perante uma dificuldade de primeira grandeza, já que parece que, de acordo com isto, o tirano egípcio não tem aparentemente nenhuma possibilidade de ţşwbh "Teshuváh"-Arrependimento-enquanto a ideia de '' Teshuváh '' É a base principal sobre a qual repousa a relação do homem com D'us, segundo o tanack.
Este pensamento se bem é recorrente em todo o tanack, foi incorporado pelo profeta iechez ' Kel quando diz: "será que desejo que morra o ímpio, diceado-Nai eloikim, certamente ( o que desejo é ) que retornasse de seus caminhos e que viva" (ezequiel18: 23).
Através de todos os tempos os pensadores judeus e os exegetas do tanack foram confrontados com este dilema, sugerindo caminhos para resolvê-lo:
Maimônides opta por a seguinte solução:
"Pode acontecer que um homem cometa uma transgressão tão grave... E que o juiz da verdade decida que o castigo será: Obstruir o caminho do teshuváh... Por isso está escrito na Toráh:
"Contudo eu vá fortalecer o coração de Faraó... "{ Êxodo 14:4); Porque ele maltratou voluntariamente aos filhos de Israel que viviam em seu país, e por isso D'us lhe impede a teshuváh e endurece o coração.
Então para quéenviaba a moshéh a alcançar a teshuváh de Faraó se D'us sabia que ele não laharía nunca? Para fazer saber aos habitantes do mundo e às gerações vindouras que quando D'us impede o caminho da teshuváh ao pecador, este não pode reverter esta decisão e morrerá por sua maldade, que ele mesmo gerou por sua própria vontade.
O mesmo aconteceu com sichon, rei de cheshvón com referência a ele diz a Toráh: " pois ele infundido coragem em seu coração para entregar nas tuas mãos... " (Deuteronômio 2:30).
O mesmo acontecerá com os canannitas quem destruirá iehoshúa [Josué:11:20) e o mesmo acontece com Israel nos dias do profeta eliáhu já que eles aumentaram a sua perversão e D'us lhes impediu os pecadores a teshuváh (ireyes 18:37).
De tudo isto é: que D'us não tinha decretado a par' ó maltratar Israel que lhe seja a sichon pecar no seu país, nem aos canannitas ser perversos, nem Israel servir ídolos mas que todos eles se desviaram por própria vontade e todos Eles foram punidos ao fechar D'us o caminho da teshuváh (Mishneh Toráh, hiljotteshuváh vi, 3).
Dois séculos mais tarde Rabi Yossef Albo, em "Sefer hahikarím", Opta por uma solução diferente.
*No capítulo sétimo do shemóth veremos definitivamente como faraó não se deixava convencer nem pela intervenção de moshéh e aharon nem por sinais e prodígios que fazem perante ele, em nome de D-us.
O povo de Israel não será libertado do Egito sem ʻşrmkwţ " Eser macot " que traduzimos como " dez pragas ".
O tema da dez pragas vem precedido das palavras de D'us, que diz :" Mas eu vou endurecer o coração de faraó e aumentarei os meus sinais e mis portentos na terra do Egito.
No entanto, não ouvisse a vós Faraó eimpondré meu poder no Egito, e tirarei os meus exércitos: o meu povo, os filhos de Israel da terra do Egito, com julgamentos morais, grandiosos " (Êxodo 7:34).
De acordo com o sentido literal destas palavras, estamos perante uma dificuldade de primeira grandeza, já que parece que, de acordo com isto, o tirano egípcio não tem aparentemente nenhuma possibilidade de ţşwbh "Teshuváh"-Arrependimento-enquanto a ideia de '' Teshuváh '' É a base principal sobre a qual repousa a relação do homem com D'us, segundo o tanack.
Este pensamento se bem é recorrente em todo o tanack, foi incorporado pelo profeta iechez ' Kel quando diz: "será que desejo que morra o ímpio, diceado-Nai eloikim, certamente ( o que desejo é ) que retornasse de seus caminhos e que viva" (ezequiel18: 23).
Através de todos os tempos os pensadores judeus e os exegetas do tanack foram confrontados com este dilema, sugerindo caminhos para resolvê-lo:
Maimônides opta por a seguinte solução:
"Pode acontecer que um homem cometa uma transgressão tão grave... E que o juiz da verdade decida que o castigo será: Obstruir o caminho do teshuváh... Por isso está escrito na Toráh:
"Contudo eu vá fortalecer o coração de Faraó... "{ Êxodo 14:4); Porque ele maltratou voluntariamente aos filhos de Israel que viviam em seu país, e por isso D'us lhe impede a teshuváh e endurece o coração.
Então para quéenviaba a moshéh a alcançar a teshuváh de Faraó se D'us sabia que ele não laharía nunca? Para fazer saber aos habitantes do mundo e às gerações vindouras que quando D'us impede o caminho da teshuváh ao pecador, este não pode reverter esta decisão e morrerá por sua maldade, que ele mesmo gerou por sua própria vontade.
O mesmo aconteceu com sichon, rei de cheshvón com referência a ele diz a Toráh: " pois ele infundido coragem em seu coração para entregar nas tuas mãos... " (Deuteronômio 2:30).
O mesmo acontecerá com os canannitas quem destruirá iehoshúa [Josué:11:20) e o mesmo acontece com Israel nos dias do profeta eliáhu já que eles aumentaram a sua perversão e D'us lhes impediu os pecadores a teshuváh (ireyes 18:37).
De tudo isto é: que D'us não tinha decretado a par' ó maltratar Israel que lhe seja a sichon pecar no seu país, nem aos canannitas ser perversos, nem Israel servir ídolos mas que todos eles se desviaram por própria vontade e todos Eles foram punidos ao fechar D'us o caminho da teshuváh (Mishneh Toráh, hiljotteshuváh vi, 3).
Dois séculos mais tarde Rabi Yossef Albo, em "Sefer hahikarím", Opta por uma solução diferente.
E sugere que existem duas formas de teshuváh. O homem que faz teshuváh por temor ao castigo que pesa sobre ele e que se submete "como o escravo que se submete a seu amo quando este está a castigar", Mais passado o momento, este volta a erguer-se e a revoltar-se outra vez.
O mesmo que fazia par ' ó, rei do Egito; pois enquanto durava a praga de turno ele dizia: " Adonai é o justo!" Mais quando passava a praga voltava a endurecer seu coração como ao princípio e isto sem dúvida demonstrava que a teshuváh era aparente quando ele dizia: "Ado-Nai é o justo"; Era esta uma compulsão e não o exercício de seu livre arbítrio.
Por isso, não podia ser considerado teshuváh... " é assim como podemos entender! Ou que diz a Toráh: que D'us endurece o coração dos ímpios e veda o caminho da teshuváh, quer dizer que D'us lhes infundir coragem para não se fazer teshuváh, façam a exercer o seu livre arbítrio ". (Seferhaliikanm IV,: 25).
Baseados em albo traduzimos wẖzqţy ʼţ lbprʻh " Vehizakti et lev par ' ó...( Êxodo 14:4) como. " Eu vou fortalecer o coração de par ' ó." Aparentemente, essa opinião de albo serviu de base ao comentário de abravanel ao respeito.
Mais tarde o comentarista também lhe tomará uma posição semelhante. Quanto às pragas em si, a ler os textos dos descobriremos cometidos para verdadeira das mesmas, que não era, apenas, um julgamento punitivo, mas que perseguia outras finalidades:
O reconhecimento por parte de Faraó de que D'us, Criador de toda a humanidade, existe, que exerce o seu poder e sua justiça, e que liberta o oprimido das mãos do seu agressor.
Que os habitantes do universo contemporâneos do Faraó, assim como as gerações vindouras, têm de conhecer os factos, que o povo de Israel deve referir-se aos seus filhos de seus filhos, para sempre.
Não falta um intérprete que diga que as pragas que D'us traz sobre Egito teriam como finalidade, também, persuadir os filhos de Israel a abandonar aquele paísya que, devido a fertilidade das margens do Nilo e ao facto de haver vivido naquelas terras algumas centenas de anos, eles não queriam abandonar o país. E a prova é que perante as primeiras dificuldades surgidas depois da libertação alguns grupos dos filhos de Israel dizem: " vamos voltar
ao Egipto". (Tseror Hammor).
Em outra ordem de coisas as nove pragas primeiras assumem um carácter persuasivo, já que não causam morte alguma, mas que estão afetando os egípcios, gradualmente, na parte externa (Campo, gado, colheitas) até na parte interna (casas, manjedouras, dormitórios).
Somente quando estas pragas não conseguem seu papel D'us traz a décima praga que era mkţbkwrwţ -" Macat Bejorot "-morte dos primogênitos - que, aliás, é a única praga que reveste o caráter de julgamento punitivo, já que antes de escravizar os filhos de Israel, Faraó mandou atirar todo macho, nascido da casa de Israel, ao Rio Nilo.
O que é que a única linguagem que parece entender o governante daquela época é: Estou disposto a viver em perversão, a escravizar, mesmo pagando o preço do sofrimento dos habitantes de meu país. Sempre e quando a minha vida e a de meus filhos não estejam diretamente afetadas.
Quanto ao afundamento de Faraó e seu exército nas águas do ymswp "IAM SUF '-Mar dos juncos-Amém de evitar a destruição do povo de Israel, no" momento da sua libertação, consegue a almejada atitude que Esperava-se dos filhos de Israel.
Nas palavras da Toráh: '' Israel testemunhou o poder, grande, que exerceu Ado-Nai no Egipto. Venerou o povo a Ado-Nai e tiveram fé em Ado-Nai e em moshéh, seu servidor ". (Êxodo 14:31).
Convém salientar que para evitar uma má interpretação " do episódio egípcio " e para não cometer o erro de pensar que estamos perante um " crime e vingança " a Toráh ensina:
" Não terás de detestar o egípcio, pois tens sido estrangeiro no seu país. Os filhos que lhes nascerem a eles (em seu país) na terceira geração podem aderir à congregação de Ado-Nai " (Deuteronômio 23:8-9).
Este texto nos ensina a forma como D’us trata a humanidade: de um lado, ímpios idólatras de seu EGO e de outro, pessoas humildes que buscam de forma sincera o Eter-no D’us de Israel. Além dos dois tipos, sempre existiram oportunistas de plantão – vítimas de sua cobiça que pereceram no deserto.
Segundo o Zôhar, o verdadeiro temor consiste numa união de amor com Hashem, na qual, ainda que sua alma seja lançada nas brasas de uma fornalha ardente pelos Céus, você ainda estaria sendo judeu (Dn. II). Portanto, um judeu ortodoxo tem como fim jamais separar-se do Ahavát Hashem.
Por fim, a Torá ensina uma ambivalência entre Ahavát Hashem e Ahavát B’nêi Adam – todos devem ser ajudados na busca pelo Criador e não rechaçados ou achados dignos de genocídio por parte de quaisquer poderosos.
Mashíach está chegando e muitos juízos se abaterão contra os inimigos de Israel, mas muitos no Shabáth Gadól viverão em SHALOM e a única religião será a JUDAICA. Na Era do III Templo o Eterno será UM e Seu Nome UM.
Que seja em breve nestes dias, veim’rú amén!
O mesmo que fazia par ' ó, rei do Egito; pois enquanto durava a praga de turno ele dizia: " Adonai é o justo!" Mais quando passava a praga voltava a endurecer seu coração como ao princípio e isto sem dúvida demonstrava que a teshuváh era aparente quando ele dizia: "Ado-Nai é o justo"; Era esta uma compulsão e não o exercício de seu livre arbítrio.
Por isso, não podia ser considerado teshuváh... " é assim como podemos entender! Ou que diz a Toráh: que D'us endurece o coração dos ímpios e veda o caminho da teshuváh, quer dizer que D'us lhes infundir coragem para não se fazer teshuváh, façam a exercer o seu livre arbítrio ". (Seferhaliikanm IV,: 25).
Baseados em albo traduzimos wẖzqţy ʼţ lbprʻh " Vehizakti et lev par ' ó...( Êxodo 14:4) como. " Eu vou fortalecer o coração de par ' ó." Aparentemente, essa opinião de albo serviu de base ao comentário de abravanel ao respeito.
Mais tarde o comentarista também lhe tomará uma posição semelhante. Quanto às pragas em si, a ler os textos dos descobriremos cometidos para verdadeira das mesmas, que não era, apenas, um julgamento punitivo, mas que perseguia outras finalidades:
O reconhecimento por parte de Faraó de que D'us, Criador de toda a humanidade, existe, que exerce o seu poder e sua justiça, e que liberta o oprimido das mãos do seu agressor.
Que os habitantes do universo contemporâneos do Faraó, assim como as gerações vindouras, têm de conhecer os factos, que o povo de Israel deve referir-se aos seus filhos de seus filhos, para sempre.
Não falta um intérprete que diga que as pragas que D'us traz sobre Egito teriam como finalidade, também, persuadir os filhos de Israel a abandonar aquele paísya que, devido a fertilidade das margens do Nilo e ao facto de haver vivido naquelas terras algumas centenas de anos, eles não queriam abandonar o país. E a prova é que perante as primeiras dificuldades surgidas depois da libertação alguns grupos dos filhos de Israel dizem: " vamos voltar
ao Egipto". (Tseror Hammor).
Em outra ordem de coisas as nove pragas primeiras assumem um carácter persuasivo, já que não causam morte alguma, mas que estão afetando os egípcios, gradualmente, na parte externa (Campo, gado, colheitas) até na parte interna (casas, manjedouras, dormitórios).
Somente quando estas pragas não conseguem seu papel D'us traz a décima praga que era mkţbkwrwţ -" Macat Bejorot "-morte dos primogênitos - que, aliás, é a única praga que reveste o caráter de julgamento punitivo, já que antes de escravizar os filhos de Israel, Faraó mandou atirar todo macho, nascido da casa de Israel, ao Rio Nilo.
O que é que a única linguagem que parece entender o governante daquela época é: Estou disposto a viver em perversão, a escravizar, mesmo pagando o preço do sofrimento dos habitantes de meu país. Sempre e quando a minha vida e a de meus filhos não estejam diretamente afetadas.
Quanto ao afundamento de Faraó e seu exército nas águas do ymswp "IAM SUF '-Mar dos juncos-Amém de evitar a destruição do povo de Israel, no" momento da sua libertação, consegue a almejada atitude que Esperava-se dos filhos de Israel.
Nas palavras da Toráh: '' Israel testemunhou o poder, grande, que exerceu Ado-Nai no Egipto. Venerou o povo a Ado-Nai e tiveram fé em Ado-Nai e em moshéh, seu servidor ". (Êxodo 14:31).
Convém salientar que para evitar uma má interpretação " do episódio egípcio " e para não cometer o erro de pensar que estamos perante um " crime e vingança " a Toráh ensina:
" Não terás de detestar o egípcio, pois tens sido estrangeiro no seu país. Os filhos que lhes nascerem a eles (em seu país) na terceira geração podem aderir à congregação de Ado-Nai " (Deuteronômio 23:8-9).
Este texto nos ensina a forma como D’us trata a humanidade: de um lado, ímpios idólatras de seu EGO e de outro, pessoas humildes que buscam de forma sincera o Eter-no D’us de Israel. Além dos dois tipos, sempre existiram oportunistas de plantão – vítimas de sua cobiça que pereceram no deserto.
Segundo o Zôhar, o verdadeiro temor consiste numa união de amor com Hashem, na qual, ainda que sua alma seja lançada nas brasas de uma fornalha ardente pelos Céus, você ainda estaria sendo judeu (Dn. II). Portanto, um judeu ortodoxo tem como fim jamais separar-se do Ahavát Hashem.
Por fim, a Torá ensina uma ambivalência entre Ahavát Hashem e Ahavát B’nêi Adam – todos devem ser ajudados na busca pelo Criador e não rechaçados ou achados dignos de genocídio por parte de quaisquer poderosos.
Mashíach está chegando e muitos juízos se abaterão contra os inimigos de Israel, mas muitos no Shabáth Gadól viverão em SHALOM e a única religião será a JUDAICA. Na Era do III Templo o Eterno será UM e Seu Nome UM.
Que seja em breve nestes dias, veim’rú amén!
Reza daqueles que fazem Teshuvá ao Judaísmo.
Shalom, chaverim vechaveróth! em mãos a tradução da reza daqueles que fazem Teshuvá ao Judaísmo e decidimos postar a todos os interessados nesta reza como B’nêi Anoussim. Eis sua foto, transliteração e tradução:
TRANSLITERAÇÃO DA TEFILÁ LIZ’COR LIT’SHUVÁ
(ORAÇÃO PELO MÉRITO DA TESHUVÁ) –
...
TRANSLITERAÇÃO DA TEFILÁ LIZ’COR LIT’SHUVÁ
(ORAÇÃO PELO MÉRITO DA TESHUVÁ) –
...
YEHI RATSÓN MILEFANÊICHA HASHEM ELOIKÁI VELOKÊI AVOTÁY,SHETACH’TÔCH CHATIRÁ MITACHÁTH KISSÊI CHEVODECHÁ, LEHACHAZIRÊINI BIT’SHUVÁ SH’LEIMÁ LEFANÊICHA, VETIM’CHÓL VETISLÁCH VETICHAPER LI CHATOTÁY AVONOTÁY UF’SHAÁY...
ÁNA HASHEM CHANÊINI MEITÊCHA CHOCH’MÁ BINÁ VEDA’ÁTHVETÉN LI LÊV TAHÓR LEAV’DÊCHA B’ÉMETHLEHAVÍN UL’HASÍG DARCHÊI HAT’SHUVÁ HASH’LEMÁ,HASHIVÊINI HASHEM ELÊICHA V’ASHUVÁ KI YEMIN’CHÁ HASHEM PESHUTÁ LECABÊL SHAVIM.
LÊV TAHÓR BRÁ LI ELOIKIM VERÚACH NACHÓN CHADÊISH BEKIRBÍ (Z’F)
YIHIÚ LERATSÓN IM’RÊI FI, VEHEGUIÓN LIBÍ LEFANÊICHA HASHEM TSURI VEGOALÍ!
Tradução em português da Oração pelo Mérito do Arrependimento –
Seja aceitável diante de Ti, Eter-no, meu D’us & D’us dos meus ancestrais, que escaves um túnel por debaixo do trono de Tua glória, para que eu me transforme com arrependimento completo diante de Ti e perdoe-me, desculpa-me e expies meus pecados, transgressões e rebeliões...
Rogo, Eter-no, apieda-Te de mim, por Tua sabedoria, entendimento &conhecimento e me dês um coração puro a Teu servidor com fidelidade. Faça-me discernir e faça acercar-me das sendas do retorno completo, faça-me retornar, Eter-no, para Ti e retornarei, por Tua destra, Eter-no, dê liberdade aos cativos.
Um coração puro cria em mim D’us e um espírito voluntário renove com minha aproximação, (*nome do/a penitente filho/a de pai/mãe...).
Que sejam aceitáveis as palavras de minha boca e a meditação do meu coração diante de Ti, Eter-no, Meu Protetor e Meu Redentor!
ÁNA HASHEM CHANÊINI MEITÊCHA CHOCH’MÁ BINÁ VEDA’ÁTHVETÉN LI LÊV TAHÓR LEAV’DÊCHA B’ÉMETHLEHAVÍN UL’HASÍG DARCHÊI HAT’SHUVÁ HASH’LEMÁ,HASHIVÊINI HASHEM ELÊICHA V’ASHUVÁ KI YEMIN’CHÁ HASHEM PESHUTÁ LECABÊL SHAVIM.
LÊV TAHÓR BRÁ LI ELOIKIM VERÚACH NACHÓN CHADÊISH BEKIRBÍ (Z’F)
YIHIÚ LERATSÓN IM’RÊI FI, VEHEGUIÓN LIBÍ LEFANÊICHA HASHEM TSURI VEGOALÍ!
Tradução em português da Oração pelo Mérito do Arrependimento –
Seja aceitável diante de Ti, Eter-no, meu D’us & D’us dos meus ancestrais, que escaves um túnel por debaixo do trono de Tua glória, para que eu me transforme com arrependimento completo diante de Ti e perdoe-me, desculpa-me e expies meus pecados, transgressões e rebeliões...
Rogo, Eter-no, apieda-Te de mim, por Tua sabedoria, entendimento &conhecimento e me dês um coração puro a Teu servidor com fidelidade. Faça-me discernir e faça acercar-me das sendas do retorno completo, faça-me retornar, Eter-no, para Ti e retornarei, por Tua destra, Eter-no, dê liberdade aos cativos.
Um coração puro cria em mim D’us e um espírito voluntário renove com minha aproximação, (*nome do/a penitente filho/a de pai/mãe...).
Que sejam aceitáveis as palavras de minha boca e a meditação do meu coração diante de Ti, Eter-no, Meu Protetor e Meu Redentor!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Tigela com Encantamento em Aramaico (SD34)
Tigela com Encantamento em Aramaico (SD34)
Este texto é um encantamento para o sucesso nos negócios. Textos para este fim são surpreendentemente raros, por isso temos o prazer de ser capaz de apresentar este exemplo específico. Há uma variedade de propósitos subjacentes textos mágicos econômicos dos judeus, incluindo encantamentos para ficar rico, indústria, agricultura, jogos de azar e aqueles que procuram para trazer sucesso para empreendimentos comerciais, seja para um comerciante viajante ou para o proprietário de uma loja. É este último tipo que corresponde melhor com o nosso texto atual, que está em busca de trazer os clientes de estabelecimentos comerciais do cliente. Assim, o tema da "reunião" é central para a terminologia funcional desta tigel e outros textos semelhantes.
O Texto
I.
(1) Que haja cura do Céu para Wartan filho de Miriai, (2) e para todos de sua casa, e para a prosperidade de Wartan filho de Miriai, (3) e para a vinda dele de homens e de mulheres, judeus e gentios, e estrangeiros e parentes, e daqueles que são honestos (4) e desonesto, e do sexo masculino servos e servas; Que eles possam vir e lidar com ele, no que diz respeito à sua subsistência, Ou seja, Wartan filho de Miriai, (5) amém amém Selah.
II.
MGLGLG, o grande príncipe do mundo, que é mestre e governante sobre o funcionamento dos mistérios do mundo e por aquele que lhes é ordenado.
III.
(6) As multidões de pessoas têm proclamado a liderar e de montar e reunir à porta e para a entrada e para o portão de Wartan filho de Miriai.
IV.
(7) As multidões de pessoas têm proclamado pela mão de Yeho'el, o grande príncipe do mundo, que ele deve estar à porta da minha porta, e ele será chamado para fora e mencionar o seu nome - você MGLGLG, o grande (8 ) príncipe do mundo, e o nome do Yeho'el, o grande príncipe do mundo - e ele vos conjuro neste nome.
V.
Conjuro-vos anjos de lucro e anjos de assuntos de negócios - você (9) MGLGLG, o grande príncipe do mundo, e o nome do Yeho'el, o grande príncipe do mundo - que você deve levar e montar e reunir e buscar e trazer para minha porta e para a minha entrada e ao meu portão, (10) Eu, Wartan filho de Miriai.
VI.
As multidões de pessoas têm proclamado em nome de ... YH; Tenho escrito YHWH YHWH YHWH YHWH YHWH e o espírito de intercessão.
VII.
(11) Que você possa buscar e trazer para minha porta e para a minha entrada e à minha porta, Eu, Wartan filho de Miriai, o empresário e o vendedor e do comprador sobre um cheiro bom e
sobre boas fragrâncias.
VIII.
Como corvos rápidas e tochas, como de fogo (12) e, como pássaros e aves que partem e chegam a partir do local da casa de seus ninhos, e de lugar para lugar e de cidade para outro, portanto, podem as pessoas partem e chegam rapidamente para minha porta e para a minha entrada e à minha porta, Eu, (13) Wartan filho de Miriai; o empresário e o comprador, de fato, para todos os meus negócios e para toda a minha compra e minha venda.
IX.
Em nome de El Shaddai YHWH sebaot Amém amém Selah. aleluia.
X.
“E as tuas portas estarão abertas de contínuo, nem de dia nem de noite se fecharão; para que tragam (14) a ti as riquezas dos gentios, e, conduzidos com elas, os seus reis.” [Isaias 60:11]
XI.
“A multidão de camelos te cobrirá, os dromedários de Midiã e Efá; todos virão de Sabá; ouro e incenso trarão, e publicarão os louvores do Senhor.” [Isaias 60:6].”
XII.
“Quem são estes que vêm voando como nuvens, e como pombas às suas janelas?” [Isaiah 60:8]
(1) אסותא מן שמיה תיהוי ליה לורתן בר מיריי (2) ולאיסקופת ביתיה ולשריות ידיה דורתן בר מיריי (3) ולמיתליה דגברין ודינשין יהודאין וארמאין ורחיקין וקריבין ודתקנין (4) ומישתקרין ועבדין ואמהן י(תון וי)תעסקון ליה בימזוניה לורתן בר מיריי (5) אמן אמן סלה
מגלגלג סרה רבה דעלמה (.) דהוא רב ושליט על עיבדת רזי עלמה וליה פקידין
אכריזון (6) אכליסין די בני אינשא לדברא ולכנפא ולכנשא לבביה ולפיתחיה ולתרעיה דיליה דורתן בר מיריי
(7) אכריזון אכליסין די בני אינשא על יד יהואל סרה רבה דעלמה דיקום בתרעי בבי ויקירי וידכר שמך אנתא מגלגלג סרה (8) רבה דעלמה ושמיה דיהואל סרה רבה דעלמה וישבע בישמה הדין
אשבעית עליכון מלאכי רבותא ומלאכי צבותא אנתא (9) מגלגלג סרה רבה דעלמה ושמיה דיהואל סרה רבה דעלמה דתידברון ותיתכנפון ותיתכנשון ותיבעון ותיתון לבבי ולפיתחי ולתרעי דילי (10) זה אנא ורתן בר מיריי
אכריזון אכליסין {אכריזון} די בני אינשא בישמיה דאב(....גץ) חץ יה כתבית יהוה יהוה יהוה יהוה יהו הו ורוח פיסקניות
(11) תיבעון ותיתון לבבי ולפיתחי ולתרעי דילי זה אנא ורתן בר מיריי עסיקא ומקנאה ואבי<ד> קיניא על ריח טב ועל בוסמנין טבין
כעין עורבין קלילין וכעין לפידין דנור (12) וכעין ציפרין ועופין דפרחין ואתן מיאתר בית קיניהון ומיאתר לאתר ומימדינה לאתר כין יפרחון ויתון בני אינשא בעגלה לבבי ולפיתחי ולתרעי דילי זה אנא (13) ורתן בר (13) מיריי אסיקא ואביד קיניא ולכל עיסקי ולכל זיבני וזיבוני
בישמיה דאל שדי יהוה צבאות אמן אמן סלה {פ} הללויה
פיתחו שערייך תמיד יומם ולילה ולא יסגרו להביא (14) אליך חיל גוים ומלכיהם נהוגים
שיפעת גמלים תכסיך בכרי מידין ועיפה כולם מישבא יבואו זהב ול(בו)נה ישאו ותהילות יהוה יבשרו
מי אלה כעב תעופנה וכיונים אל ארובותיהם
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