terça-feira, 21 de janeiro de 2014

OS FALSOS ENSINAMENTOS DOS RABINOS MESSIÂNICOS E ROSH'S MESSIÂNICOS


DESMASCARANDO TRADUÇÕES DISTORCIDAS DE LIVROS DA LITERATURA JUDAICA RABÍNICA – OS FALSOS ENSINAMENTOS DOS RABINOS MESSIÂNICOS E ROSH'S MESSIÂNICOS

As lideranças religiosas cristãs não possuem literatura que descreva ou forneça informações biográficas sobre Yeshua Nazareth. Por causa disto, as lideranças religiosas missionárias cristãs evangélicas e protestantes distorcem textos da literatura judaica rabínica para desenvolver falsos ensinamentos judaicos visando a conversão de judeus que estão distantes do Judaísmo.

Dentre estes falsos ensinamentos cita-se o ensinamento segundo o qual durante dois mil anos eruditos e sábios judeus ensinavam secretamente em nome de Yeshua Nazareth porque eles foram proibidos de pronunciar o nome correto do Mashiach, o qual segundo eles ensinam é YESHUA, mas não é porque o Mashiach ainda é espertado pelos judeus.

CAROS DESCENDENTES DE JUDEUS MARRANOS DE ORIGEM SEFARADITA NÃO SE DEIXEM ENGANAR PELOS FALSOS ENSINAMENTOS JUDAICOS CABALÍSTICOS PROPOSTOS POR RABINOS MESSIÂNICOS E ROSH'S MESSIÂNICOS.

Até onde vai chegar a palhaçada missionária cristã evangélica e protestante messiânica?

http://www.daatemet.org.il/questions/index.cfm?MESSAGEID=3039

YESHUA NAZARETH NUNCA FOI O MASHIACH!!!

Administração do Bney Anussim Sepharad



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Nossas Leis: O Kidush da noite de Shabat


Nossas Leis:
O Kidush da noite de Shabat


                                                   

“Aquele que recita o ‘Vayechulu’ (o Kidush) na noite do Shabat é considerado como se ele se tornasse parceiro de D’us na criação do mundo” (Talmud, Tratado Shabat, 119b)



A recitação do Kidush na noite de Shabat, cujo cumprimento cabe igualmente a homens e mulheres, é um dos mandamentos judaicos mais significativos e amplamente observados.

A guarda do Shabat – o único ritual judaico que é um dos Dez Mandamentos – é um dos pilares do judaísmo. É um mandamento tanto positivo quanto negativo. Isso significa que seu cumprimento se baseia em atos de cometimento e omissão. A Torá nos ordena “lembrar” (zachor) e “guardar” (shamor) o Shabat. “Guardamos” o Shabat abstendo-nos de realizar quaisquer dos 39 trabalhos (melachot) e suas derivações (toladot) proscritos nesse dia sagrado, e o “lembramos”  recitando o Kidush nas noites de sexta-feira.

Como o Shabat abrange duas diretrizes Divinas, não se trata de uma mitzvá do tipo “tudo ou nada”. Portanto, mesmo aqueles que não o “guardam”, devem cumprir o mandamento que ordena: “Lembra-te do dia do Shabat para santificá-lo” (Êxodo, 20:8), por meio da recitação do Kidush antes do jantar da noite de sexta-feira.

A recitação dessa bênção serve, portanto, para cumprir o mandamento positivo de “lembrar” do Shabat pelo fato de que o texto do Kidush enfatiza a santidade do dia – a distinção entre os seis dias mundanos da semana e o sétimo, sagrado. Há um princípio geral no judaísmo de que, na medida do possível, um evento espiritual deve ser expresso através de um ato físico. Daí o Kidush ser ligado à ingestão do vinho; não basta apenas recitar palavras sagradas.

De modo geral, ao recitar o Kidush, o fazemos sobre uma taça de vinho necessariamente casher e, de preferência, tinto. No entanto, se entre os participantes alguém não pode ingerir bebida alcoólica, esta pessoa deverá tomar suco de uva casher. A bênção é idêntica à do vinho. No caso de não haver vinho ou suco de uva casher, pode-se fazer o Kidush sobre o pão e, em vez de recitar a bênção Bore Peri HaGuefen, “que cria o fruto da videira”, diz-se, Hamotzi Lechem min Ha’aretz, “que tira o pão da terra”. Quando se usa pão em lugar de vinho, é preciso fazer a lavagem ritual das mãos (Netilat Yadaim) antes de fazer o Kidush, para que se possa comer o pão imediatamente após o término de sua recitação.

O Shabat é consagrado por meio de um ato físico porque o propósito dos mandamentos da Torá é santificar o mundo, infundindo o material no espiritual. Isso explica por que se usa vinho, em particular, no Kidush: por um lado, serve como um componente do prazer humano; por outro, por ter sido a única bebida, à exceção de água (em Sucot), que serviu de libação no altar do sacrifício no Tabernáculo e no Templo Sagrado de Jerusalém. O vinho, portanto, serve tanto como propósito físico quanto espiritual. Como o Talmud diz: “O vinho alegra D’us e o homem”.

Mas como o vinho, especialmente o tinto, é um símbolo de severidade e julgamento (a cor vermelha remete ao sangue) – a Cabalá nos recomenda adicionar ao vinho do Kidush uma pequena quantidade de água, que simboliza amor e graça. Primeiro o vinho é colocado quase que até a borda do copo 
de Kidush; a seguir, acrescenta-se um pouquinho de água. Esta cria uma “mistura” adequada de harmonia entre a benevolência e a severidade – ou seja, as duas primeiras Sefirot emocionais: Chessed e Guevurá.

Durante a recitação do Kidush da noite de sexta-feira, todos os presentes ficam de pé, porque o desempenho de tal mandamento Divino equivale a prestar testemunho de que D’us criou o mundo e, segundo a Lei Judaica, as testemunhas precisam ficar de pé ao depor. Ao dizer o Kidush, a pessoa atesta que D’us criou os Céus e a Terra. Essa é a base e o fundamento para a santificação do Shabat e para a sua observância. Diz a Torá: “(O Shabat) é um sinal entre Mim e os Filhos de Israel para sempre, que em seis dias o Eterno fez os céus e a terra, e no sétimo dia Ele cessou e descansou” (Êxodo, 31:17).

Enquanto recita o Kidush, a pessoa deve ter em mente que está cumprindo esse mandamento Divino tanto para ele como para todos os presentes. Já os ouvintes, estes devem ter em mente que o fato de ouvir o Kidush equivale a se eles próprios o estivessem recitando. Portanto, devem ficar em silêncio, e responder “Amén”. Quem interromper o Kidush por qualquer motivo, por exemplo, até mesmo para dizer “Baruch Hu U’Baruch Shemó” (Abençoado é Ele e abençoado é Seu Nome) invalida o cumprimento desse mandamento Divino para si próprio.

Uma vez recitado o Kidush, aquele que fez essa bênção bebe uma quantidade significativa do vinho, participando assim da comunhão do físico com o espiritual, que é a essência dos rituais judaicos. É costume que todos os presentes provem do vinho do Kidush. Contudo, quem participa da cerimônia e ouve a bênção sem interrompê-la, cumpriu com a obrigação mesmo sem ter bebido do vinho.

O texto do Kidush

No texto do Kidush, há duas partes distintas, separadas uma da outra pela bênção do vinho. Em algumas versões do Kidush, há exatamente 35 palavras em cada uma das partes, perfazendo um total de 70, que é o número místico da noite de Shabat. Esse número também representa um múltiplo de dois números significativos: sete, o numeral do sétimo dia, e dez, que alude às Dez Sefirot – três intelectuais e sete emocionais.

A primeira parte do Kidush, que é retirada da Torá, sendo, portanto, de autoria Divina, fala do Shabat do ponto de vista transcendental do Criador, como sendo o objetivo e conclusão perfeita da Criação. 

A segunda parte foi cunhada pelos Sábios. A primeira parte descreve o aspecto Divino do dia sagrado, ao passo que a segunda expressa sua santidade sob a óptica do Povo Judeu, expressando todos os elementos que constituem a natureza do Shabat e o relacionamento especial entre esse dia e o Povo de Israel.

A segunda parte do Kidush se inicia com a abertura para as bênçãos sobre qualquer mandamento Divino: “Bendito és Tu, Eterno, nosso D’us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos”. Tais palavras expressam que os mandamentos Divinos são uma forma de adquirir santidade e, ainda mais, que os próprios mandamentos são um ato de santidade. Por meio dos mesmos, somos santificados perante o Eterno, pois enquanto estamos engajados em um Mandamento Divino, estamos unidos a D’us. Enquanto estamos cumprindo Sua Vontade, nós seres humanos finitos, unimo-nos com o Ser Infinito.

O Êxodo do Egito é também mencionado na segunda parte do Kidush, porque o Shabat – dia de descanso da labuta – é associado com a libertação de nosso povo da escravidão no Egito. Israel, povo de escravos, adquiriu a redenção e a liberdade, tornando-se uma nação de homens livres, capaz de cessar o trabalho e descansar em determinados períodos. Em sentido mais profundo, o Êxodo do Egito simboliza a libertação de certas experiências e atribulações e prisões terrenas, e a ascensão ao serviço Divino. A libertação do Egito foi uma metamorfose para o Povo Judeu: passamos de escravos de um rei perverso a servos de um Ser Infinitamente benevolente. Todas essas idéias estão incorporadas no Shabat, quando descansamos de todos os labores do mundo físico e transcendemos o mundano, adentrando um período de tempo sagrado e santificado por D’us.

Assim sendo, para podermos melhor apreciar o significado do Kidush, preparamos, com base nos ensinamentos de nossos Sábios, uma breve transliteração, tradução e comentários, frase por frase, explicando o texto do Kidush, a partir do Sidur do rito sefaradita.



quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Acredita e Não acreditar.

                                             


Acredita e Não acreditar.
As pessoas acreditarão 
Em Mashiach quando ele vier? Segundo o Midrash, não necessariamente. Por exemplo, um Midrash declara que Mashiach se revelará e então se ocultara, antes que seja definitivamente reconhecido, "Todo aquele que acreditar nele e o seguir ficará contente de comer as raízes da vassoura e folhas das plantas...enquanto aquele que não o segue fará a paz com as nações..." (Bamidbar Raba 11:2)
Outro midrash declara que apos "As nações do mundo se provocarem entre si", e o rei da pérsia provocar o rei Árabe(eventos que trazem a mente os recentes levantes no mundo e a guerra do Golfo, respectivamente), o Rei messiânico ficara de pé no telhado do Bet Hamicdash e informará a Israel: "O puros, chegou a hora da sua redenção!" 
É óbvio que essas palavras não podem ser entendidas literalmente (por exemplo, que ele ficará de pé no telhado do Bet Hamicdash assim que chegar), como a continuação do Midrash deixa clara: "Se você não acredita, veja minha luz que farei brilhar sobre você" (Yalkut Shimoni, Yeshayahu, remez 499). Em outras palavras, Mashiach encontra descrença, e então ele mostra a Israel algum tipo de "luz" . Nas palavras do Midrash: "Naquele momento D"us faz reluzir a luz do Rei Mashiach e de Israel. " E esta luz, que abrirá nossos olhos, é a luz que estamos esperando. 
Dias de Mashiach pag. 124.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Astrologia Kabbalística Como a Kabbalah explica a astrologia?


                 Astrologia Kabbalística

A Astrologia judaica é citada tanto na Torá como no Talmud como um estudo
necessário, e Abraão, o pai do judaísmo, foi o maior astrólogo de seu tempo,
revelando pela primeira vez os nomes das constelações em seu livro Sefer
Yetzirá (O Livro da Formação). É importante ressaltar que a astrologia
judaica é considerada uma ciência, pois penetra nos campos da astronomia e
de outras ciências, não devendo ser confundida com os horóscopos que
encontramos nos jornais diários, pois mesmo quando encontramos informações
que nos pareçam ser relevantes , devemos admitir que as informações do jornal
são tão genéricas que poderiam se aplicar a quase todo mundo.
A Astrologia Kabbalística entende que todas as pessoas vêm a esse mundo com
o objetivo de completar seu tikun ou correção espiritual ou ainda o que alguns
chamam de karma.
A Astrologia também está relacionada com reencarnação. Sabemos que se não
aprendermos as lições as quais viemos a esse mundo para aprender ou se não
completarmos nosso tikun em uma encarnação, precisamos continuar voltando
até que tenhamos aprendido nossas lições . A data, o local e o horário de nosso
nascimento não são por acaso . A Kabbalah explica que o momento do nosso
nascimento é na verdade o esquema de todas as nossas
encarnações anteriores,
tudo o que realizamos ou não em vidas passadas. Todos
vêm a esse universo
físico em um momento preciso no tempo que irá ajudar a
corrigir o que não
puderam corrigir em existências anteriores. As principais
lições que precisamos
aprender têm a ver com dignidade humana, tolerância e com
compartilhar.
Freqüentemente pensamos que viemos a esse mundo para
acumular bens e
fortuna, ou para nos tornarmos pessoas famosas ou
importantes , quando a
verdade é que esses objetivos são apenas nosso destino
temporário , enquanto
seguimos nossa jornada espiritual. De acordo com a
Kabbalah, não viemos a
este mundo para sermos bons, mas sim para sermos
melhores. E melhor é
relativo ao ponto de partida de cada um de nós.
Não existe status-quo espiritual, mas trata - se de nos
perguntarmos
diariamente : hoje sou melhor do que ontem ?
Se nós apenas mantivermos o nível que tínhamos ao nascer,
não teremos de
fato realizado nada, espiritualmente falando.


Como os signos e os planetas influenciam nossas
vidas?

Se pensarmos nos vários atributos dos signos astrológicos,
perceberemos que
alguns signos são melhores para iniciar coisas, outros são
melhores em
gerenciar e organizar; alguns signos são mais emocionais,
alguns são mais frios
e lógicos. Mas a verdade é a seguinte: cada signo contém
interiormente todos os
outros signos, mas em graus variáveis. Devemos ter em mente que os atributos
e características de cada signo são meramente os efeitos da energia interna
deste signo, não são a causa de nada.
Compreendendo a energia interna dos planetas regentes e das constelações que
governam os signos astrológicos , entenderemos o porque por trás das
características de cada signo e teremos nossa primeira pista do que precisamos
realizar para fazer as correções necessárias, assim não teremos que enfrentar
repetidamente os mesmos obstáculos . De acordo com a Kabbalah os atributos
são meramente atributos, não são positivos nem negativos. A forma como os
utilizamos é que irão determinar se eles são produtivos e proativos ou se são
negativos e reativos , nos mantendo amarrados no circulo vicioso de dor e
sofrimento.
Sabemos então que toda característica pode ser usada para um propósito
positivo ou negativo. A única diferença é: qual é a consciência do indivíduo?
Se a consciência for de compartilhar, de tolerância e de dignidade humana ,
então mesmo algo que possamos considerar negativo será colocado para o uso
positivo. Tomemos como exemplo um signo cujas características sejam a
competitividade e a combatividade . Ninguém gosta de lidar com uma pessoa
argumentativa, mas se essa consciência competitiva é aplicada internamente,
usada para combater nossas próprias respostas negativas interiores,
pessimismo e pensamento negativo, então isso se torna positivo.
A Kabbalah explica que os planetas em si são apenas transformadores , eles
transformam energia espiritual em energia física, e embora essas forças nos
influenciem, não precisamos nos sujeitar a elas. Como o Kabbalista Rav Berg
sempre nos ensina, as forças da astrologia impelem , mas não compelem ,
estimulam , mas não forçam , significando que são forças astrológicas que
nos afetam , mas não precisamos nos tornar suas vítimas .

Como podemos controlar as forças astrológicas?

Uma característica única da Astrologia Kabbalística é que não apenas ela lhe dá a informação, em termos de entendimento, quais são as características internas de cada signo, o porquê, e qual é a correção espiritual por trás de cada signo, mas também lhe dá as ferramentas para fazer a correção.
Essas ferramentas tomam as formas das letras hebraicas que, conforme já aprendemos, não são apenas letras em uma linguagem. Um dos maiores erros da humanidade foi achar que essas formas são simplesmente símbolos para uma linguagem chamada hebraico, de uso exclusivo do povo judeu. As letras hebraicas antecederam todas as religiões. De acordo com a Kabbalah, cada letra é na realidade uma entidade espiritual que teve participação na criação do Universo e dos planetas físicos. Cada planeta e cada signo estão associados a uma letra hebraica que os controlam, portanto, a cada mês, temos duas letras correspondentes ao período. Entendendo qual letra hebraica pode controlar cada força astrológica,
podemos nos conectar a esse poder e nos elevar acima do destino com o qual nascemos. Esse é o poder das letras hebraicas: elas nos dão a energia para estarmos no lugar certo, no momento certo e de encontrar a pessoa certa no momento certo.
Nosso objetivo, ao estudar astrologia Kabbalística não é nos estimular intelectualmente, mas nos dar ferramentas reais para compreendermos e entendermos o porquê por trás das características que nos motivam, e mais importante, utilizando o acesso que cada letra hebraica pode nos dar, absorver a energia interna necessária para que possamos corrigir os obstáculos que nos perturbaram em encarnações prévias, e remover o caos de nossas vidas.
Rabino Joseph Saulton


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014


Leia a tradução - Crédito Raimundo Nonato Martins Junior
Being Jewish , be B'nei anusim .

There are different halachic considerations about B'nei anusim . The only thing that the great part of rabbis are agree is with the treatment of B'nei anusim. The descendants of Benei Anusim to want to return to judaism they should be helped. This is considers in himself an important mitzvah.


Rabbi Moshe ben Maimon
In what has to be a Jew is concerned, Jews are considered those who born from a Jewish mother and those who have done the conversion or the children of those women who have made that . In other hand Maimonides and Joseph Caro in his Shulchan Aruch reiterate that who born from belly Jew is always Jew.

Taking all this into account . We can consider as Jews according to Halacha B'nei anusim whose can demonstrate their offspring on the maternal line of Jewish women?

Jew is born Jewish although his mother had been converted to another religion he or she is still a Jew. For this reason and making a close reading of the Halacha those maternal line descendants of Jewish mother should be considered as the rest of the Jews. They have never lost their connection although their ancestors were forced to convert to Christianity 500 years ago.
 

                                 Foto: Being Jewish , be B'nei anusim .

There are different halachic considerations about B'nei anusim . The only thing that the great part of rabbis are agree is with the treatment  of  B'nei  anusim.  The descendants of Benei Anusim to want  to return to judaism they should be helped. This is considers in himself an important mitzvah.


Rabbi Moshe ben Maimon
In what has to be a Jew is concerned, Jews are considered those who born from a Jewish mother and those who have done the conversion or the children of those women who have made that . In other hand Maimonides and Joseph Caro in his Shulchan Aruch reiterate that who born from belly Jew is always Jew.

Taking all this into account . We can consider as Jews according to Halacha B'nei anusim whose can demonstrate their offspring on the maternal line of Jewish women?

Jew is born Jewish although his mother had been converted to another religion he or she is still a Jew. For this reason and making a close reading of the Halacha those maternal line descendants of Jewish mother should be considered as the rest of the Jews. They have never lost their connection although their ancestors were forced to convert to Christianity 500 years ago.
TRADUÇÃO: Seja judeu! Seja Bnei Anussim! Existem diferentes considerações halachicas sobre os Bnei Anussim. 
Uma coisa que uma parte dos rabinos concordam é quanto ao tratamento dado aos Bnei Anussim. 

Os descendentes de Bnei Anussim que retornam para o judaísmo devem ser ajudados. 

Isto é considerado em si mesma uma importante mitzvá. 
Rabi Moshe ben Maimon em "quais as características do ser judeu?"
afirma: judeus são considerados aqueles que nasceram de uma mãe judia ou então aqueles que tenham feito uma conversão ou os filhos de mulheres que tenham feito isso (conversão).
Por outro lado, Maimonides e Josef Caro em "Shulchan Aruch" reiteram que quem nasce de um ventre judeu é sempre judeu.

Levando tudo isso em consideração, nós podemos considerar como Judeus de acordo com a Halachá os Bnei Anussim que podem demonstrar que sua prole por matrilinearidade são de mulheres judias? Um judeu é nascido judeu mesmo que sua mãe tenha se convertido a outra religião, ele ou ela ainda não seriam judeus?
Por esta razão e encerrando a leitura da Halachá, aqueles descendentes de judeus por linhagem matrilinear, cuja matrilinearidade tem origem em uma mãe judia, deveriam ser considerados da mesma forma que os outros judeus o são, pois, eles jamais perderam sua conexão mesmo que seus ancestrais tenham sido forçados a se converter ao cristianismo a 500 anos atrás.

b ' Koach ana


                        

                         b`koach ana
tzerurah tatir     yeminecha g'dulat     b'koach ana
Nora taharenu  sagvenu amecha      rinat kabel
Shamerem k´vavat  yichudecha dorshei  gibor na
gamlem tamid  tzidktecha rachamei taharem barachem
adatecha nahel  tuvcha b'rov  kadosh chasin
k'dushatecha zochrei  p'neh l'am'acha  ge'eh yachid
ta'alumot yodeha  tza'akatenu ush'ma kamel  sha'vatenu

Ana Becoach: Prece em português:
Ana Becoach
1 - Nós te rogamos; com o poder de Tua Mão Direita, desmancha a atadura.
2 - Aceites o Canto da Tua Nação, exalta-nos e purifica-nos, ó Temido
3 - Por favor, ó Poderoso, protege-os, como a pupila do Olho, aqueles que exijam a Tua Unificação.
4 - Abençoa-os, purifica-os, concede-lhes sempre Tua Justiça misericordiosa.
5 - Ó Santo, ó Protetor, com a abundância da Tua Bondade, governa Tua congregação.
6 - Ó Único, ó Exaltado, verte-Te ao Teu povo, e aqueles que se lembra de Tua Santidade.
7 - Aceita os nossos clamores, e ouve os nossos gritos, ó Tu, que sabes todos os mistérios
.
Bendito seja o Nome daquele cujo glorioso Reino é eterno.

(Tradução para o português do Rabino Joseph Saltoum. Sidur Kaballah Center)
Vc. Escuta a oração no domingo e a cada dia lê um salmos deste que vou lhe dizer!
Salmos 95 - domingo
Salmos 96 – segunda
Salmos 97 – terça
Salmos 98 – quarta
Salmos 99 – quinta 
Salmos 29 – sexta
Salmos 92 – sábado.





Parshat Bo

                                              



O Rav Shlomo Heimann (Bielorússia, 1892 – EUA, 1945) era um dos professores da Yeshivá Torá Vadaat, nos Estados Unidos, e dava diariamente aula para um grupo enorme de alunos, com mais de cem estudantes. Ele era muito conhecido pela sua energia e entusiasmo, conseguindo prender a atenção de todos os alunos, mesmo com a sala de aula completamente lotada.

Certo dia, uma pesada nevasca caiu na cidade, bloqueando as ruas e impossibilitando as pessoas de se locomoverem. Somente quatro alunos conseguiram vencer a neve e chegar à Yeshivá. Apesar disso, o Rav Heimann deu sua aula com a mesma energia e entusiasmo de sempre, como se a sala estivesse com uma centena de alunos escutando. Um dos seus alunos, ao final da aula, perguntou:

- Rav, se você estava dando aula para apenas quatro alunos, por que precisou gastar tantas energias, gritando e gesticulando como se estivesse diante de centenas de alunos?

- Não estava dando aula para apenas quatro alunos – respondeu o Rav Heimann – Mas para vocês, seus filhos, netos, e todos os futuros descendentes e alunos que sairão de vocês. Por isso, a sala não estava vazia, ao contrário, ela estava bem cheia..."

O valor de uma pessoa não é medido apenas por ela mesma, mas também por todos os descendentes que virão futuramente. Portanto, cada um faz muita diferença, como ensinam nossos sábios: "Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro"



Na Parashá desta semana, Bô, D'us mandou as últimas três pragas, devastando completamente o Egito e acabando de vez com a resistência do Faraó, que finalmente concordou em libertar o povo judeu. As pragas atingiram somente os egípcios e seus bens, mas os judeus, que viviam na cidade de Goshen, não foram atingidos, como está escrito: "Havia uma escuridão espessa em toda a terra do Egito por três dias... E para os Filhos de Israel havia luz em suas moradias". (Shemot 10:22,23).

Porém, nossos sábios ensinam que a praga da escuridão sim afetou de certa maneira o povo judeu. Rashi (França, 1040 - 1105), citando um Midrash (parte da Torá Oral), afirma que apenas um quinto do povo judeu saiu do Egito, conforme está escrito no versículo "Os filhos de Israel estavam armados quando saíram do Egito" (Shemot 13:18). A palavra "armados", que em hebraico é "chamushim", também significa "um quinto". O que aconteceu com os outros quatro quintos do povo? Morreram e foram enterrados durante a praga da escuridão, para que os egípcios não percebessem e não achassem que os judeus também estavam sendo atingidos pelas pragas.

Mas este Midrash citado pelo Rashi desperta muitos questionamentos. Em primeiro lugar, a Torá diz que havia 600 mil homens no Monte Sinai no momento da entrega da Torá. Considerando também as mulheres e as crianças, chegamos à conclusão de que mais de 3 milhões de judeus saíram do Egito. Segundo o Midrash, isto representava apenas 20% do povo e, portanto, havia mais de 15 milhões de judeus no Egito. A escravidão, que durou 210 anos, começou logo depois da morte dos filhos de Yaacov. Se Yaacov havia ido ao Egito com apenas 70 pessoas, como pode ser que em tão pouco tempo já havia 15 milhões de judeus no Egito? Além disso, se morreram 12 milhões de judeus durante a praga da escuridão, este evento teve consequências muito mais terríveis para o povo judeu do que todos os castigos que os egípcios receberam nas 10 pragas. Afinal, quem estava sendo castigado, o povo judeu ou os egípcios? E finalmente, se os judeus morreram durante a praga da escuridão justamente para que os egípcios não percebessem, será que adiantou? Os egípcios não notaram o sumiço repentino de 12 milhões de judeus, se sobraram apenas 3 milhões?

Responde o Rav Shimon Shwab que o Midrash não deve ser entendido de forma literal. Na verdade, durante a praga da escuridão, apenas um número pequeno de judeus morreu. Provavelmente eram judeus muito Reshaim (malvados), que não tinham o mérito para serem salvos do Egito e se tornarem parte do povo judeu, somente uma minoria. Mas então por que o Midrash diz que um número tão grande de judeus morreu? Pois o Midrash não está levando em conta apenas os poucos judeus que efetivamente morreram no Egito, mas também todos os seus descendentes, milhões de pessoas que sairiam deles nas futuras gerações.

Porém, se estes poucos que morreram eram pessoas tão ruins, que não mereciam nem mesmo fazer parte do povo judeu por estarem completamente afastados de D'us, então por que o Midrash dá tanta ênfase aos seus futuros descendentes? Para nos ensinar que a perda de cada judeu é causa de uma dor ilimitada para D'us, não importa o quanto este judeu esteja afastado dos caminhos corretos. Mais do que a dor pela perda da própria pessoa é a dor pela perda dos futuros Tzadikim (Justos) que estariam entre os descendentes desta pessoa, e que se perderam para sempre.

Este conceito também pode ser visto no primeiro assassinato da história. Após Cain ter matado seu irmão Hevel (Abel), D'us falou para ele: "O que você fez? As vozes dos sangues do seu irmão estão gritando por Mim a partir da terra" (Bereshit 4:10). Por que está escrito "as vozes dos sangues", ao invés de "a voz do sangue"? O Talmud (Sanhedrin 37a) responde que não apenas o sangue derramado de Hevel gritava por D'us, mas também o sangue de todos os seus potenciais descendentes, que nunca chegariam a viver. Isto quer dizer que o crime hediondo de Cain não foi apenas assassinar uma única pessoa, mas destruir o potencial dos milhões de descendentes que sairiam dele.

Moshé também conhecia bem este conceito. Quando ele viu um egípcio covardemente golpeando um judeu, com intenção de matá-lo, Moshé se levantou para protegeu a vida de seu irmão judeu. Ele então matou o egípcio, como está escrito: "Ele olhou para um lado e para o outro lado e não viu nenhum homem, e então ele golpeou o egípcio e o enterrou na areia" (Shemot 2:12). Rashi explica que as palavras "olhou para um lado e para o outro e não viu nenhum homem" significa que Moshé viu, através de seu elevado nível profético, que daquele egípcio não sairia nenhum descendente Tzadik. Isto quer dizer que se houvesse apenas um descendente Tzadik que sairia daquele egípcio, talvez Moshé teria poupado a vida dele.

É por isso que o Holocausto foi uma tragédia tão grande para o povo judeu, pois os nazistas não mataram apenas seis milhões de judeus, eles assassinaram incontáveis milhões de vidas inocentes, isto é, todos os potenciais descendentes dos judeus assassinados que nunca viverão.

O Rav Yonathan Guefen faz uma pergunta interessante: se o Midrash demonstra a dor que devemos sentir pela morte de alguns Reshaim, em especial pela destruição de suas futuras descendências, como devemos nos sentir com a situação atual do povo judeu, quando nosso inimigo não é mais um holocausto físico, mas um holocausto espiritual silencioso, chamado "assimilação"? Diferente do Egito, hoje praticamente não existem mais pessoas no nível de serem chamados de Reshaim, mas há milhões de judeus que, educados em casas completamente laicas, cresceram desconectados dos valores da Torá e acabaram perdendo a sua conexão com o judaísmo através de casamentos mistos. Não é apenas o próprio judaísmo da pessoa que se perde com a assimilação, mas também o judaísmo de todos os milhões de futuros descendentes que provavelmente não terão a oportunidade de se conectar com a Torá.

Muito dizem que não é necessário se preocupar com a assimilação, pois apesar das altíssimas taxas de casamentos mistos, que em alguns lugares chega a alarmantes 80%, está profetizado que o povo judeu sempre vai existir, em todas as épocas, até a chegada do Mashiach. Mas este é um pensamento completamente equivocado, pois apesar das profecias garantirem que o povo judeu será eterno, devemos chorar e nos enlutar por cada judeu que se perde, tanto por ele quanto por todos os seus potenciais descendentes que se perderão.

Da mesma forma que nem todo o povo judeu participou da redenção do Egito, infelizmente nem todos terão o mérito de participar da Redenção Final, nos dias do Mashiach. É por isso que cada alma importa muito, e não devemos medir esforços para ajudar a trazer de volta as pessoas mais afastadas do nosso povo. Qualquer esforço vale, nem que seja para trazer de volta apenas um único judeu.

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