segunda-feira, 13 de maio de 2013

Judeus Negros do Brasil





 Judeus Negros do Brasil

A maioria das pessoas consideram os judeus um "bloco" ou divididos em ashkenazim e sefaradim. Mas há muito mais "im" do que supomos. Segue um pequeno resumo, de meu livro "À Luz da Menorá":Os judeus espalharam-se através dos continentes assimilando parte da cultura dos povos entre os quais viveram. Em cada área desenvolveram-se costumes, tradições, linguagens, rituais diferentes e até características físicas. Além dos citados, outros grupos menores e menos conhecidos serão mencionados. Ashkenazim: Formaram-se no Vale do Reno, na Idade Média, para onde foram levados cativos pelos romanos após a destruição do Templo. Seu número aumentou com a chegada de oriundos da Itália, na Alta Idade Média, estimulados por Carlos Magno. As Cruzadas (séculos XI-XII) abateram-se sobre eles obrigando-os a imigrar em massa para a Europa Oriental, para onde levaram sua linguagem germano-renana que teve uma evolução filológica diferente da alemã: conservou arcaísmos, introduziu neologismos, adotou palavras russas, polonesas e até latinas, adaptou palavras hebraicas e aramaicas, modificou-se morfológica e foneticamente e era escritacom o alfabeto hebraico: é o judaico ou iídiche. O min'hag ashkenazi segue os costumes das Academias Talmúdicas do Vale do Reno. Os ashkenazim não usavam sobrenomes até o século XVIII, adotados por imposição dos Déspotas Esclarecidos para seu registro e arrecadação de impostos. São sobrenomes alemães, russos, poloneses, húngaros, iugoslavos, conforme a área em que vivam, caracterizados pelo grande número de consoantes, geralmente nomes de lugares (ex. Frankfurter, Berlinski) e profissionais (ex. Bichmacher, Sznajder).Sefaradim:Têm o seu nome derivado de Sefarad - Espanha em hebraico. Os judeus já viveriam na Península Ibérica desde os tempos de Salomão, mencionada na Bíblia (I Reis 10:22 e II Crônicas 9:21) como o local onde suas naus iam buscar prata; na Espanha, segundo uns, ou na Sardenha, segundo outros. Seu número cresceu com a chegada dos cativos trazidos pelos romanos após a destruição do Templo e com a invasão árabe, a partir do século VIII. Na Espanha medieval os judeus falavam o mesmo romanche ibérico da população cristã da Península. Os séculos XI e XII são conhecidos como a Época de Ouro.  Adotaram sobrenomes espanhóis e portugueses principalmente em função dos batismos forçados. Com a expulsão no fim do século XV levaram para o Norte da África, Império Otomano, Hamburgo, Amsterdã, Londres, Ferrara, Salônica, Ismirna, etc. sua língua latina com novo rumo evolutivo, mantendo formas arcaicas e acrescentando palavras portuguesas, árabes, gregas, turcas, hebraicas, além de neologismos, usando para a escrita o alfabeto hebraico, conservando, todavia, estreita identidade com espanhol e português. Foi o ladino (Judesmo ou Espanholito) dos judeus da Grécia, Turquia, Romênia, Bulgária, sul da Iugoslávia, Albânia e até Hungria, distinta da Haquitia, baseada no árabe, no Norte do Marrocos. O min'hag sefaradi segue tradições da Península Ibérica e do Marrocos, principalmente. "Outros im":Mizrahim (Orientais):Os Mizrahim são do Iraque, Síria, Líbano, Egito etc., sem origem na Espanha. Sua fala e nomes são árabes. Desde a Antigüidade viviam no Oriente, muito antes que chegassem os Sefaradim expulsos, com quem são muito confundidos. Teimanim (iemenitas):Estão no Iêmen desde o tempo de Salomão quando para lá teria ido um grupo de judeus acompanhando a rainha de Sabá. Assemelham-se lingüisticamente aos mizrahim (falam árabe), porém sua tez é morena escura:  possuem uma riqueza cultural (folclore) muito típica. Beta-Israel: São do Norte da Etiópia e também remontam suas tradições ao período de Salomão.  Não usam o hebraico, mas o ge'ez ou am'hári como língua religiosa,  são observadores estritos do Shabat e da kashrut; seu longo isolamento do restante do povo originou questões sobre sua qualificação religiosa.  O termo falasha é pejorativo. Judeus da Índia: A Índia possui quatro comunidades judaicas bastante distintas. Os mais conhecidos são os Bene Israel, de Bombaim. Sua cor é escura e a língua cotidiana é o marata. Sua vida diária pouco difere da população indiana, exceto quanto à religião. No Sul da Índia, em Cochin, há os judeus negros, cuja língua é o malaiala, idioma falado pelos habitantes originais antes das invasões indo-européias. Lá, outro grupo, os pardesi, de pele muito mais clara, mantém sinagogas separadas, proíbe o casamento com os judeus negros e considera-se superior a estes.  Há ainda os baghdali, em Calcutá e Bombaim. Conforme seus nomes descendem de judeus oriundos do Iraque e falam o árabe. Judeus da China: Viviam na cidade sobre o Rio Amarelo, Hoang-Ho na China oriental.  Missionários cristãos relatam sobre eles,  nos séculos XVI e XVII, como idênticos aos demais chineses, física e culturalmente, inclusive nos nomes próprios. No século XIX foram encontradas as ruínas de sua sinagoga e vários de seus Livros Sagrados localizados em mãos de antiquários.  Judeus índios: Um grupo no México e outro no Chile, de origens obscuras, com características físicas e culturais índias, praticam uma forma de Judaísmo. Organizados separadamente dos judeus locais, lutam por reconhecimento haláchico,  sendo exigida sua conversão, do que discordam por se considerarem judeus. Judeus negros americanos: Nos Estados Unidos há grupos de negros que praticam o judaísmo e se chamam de "judeus etíopes". Sua posição é um tanto radical em relação aos judeus brancos. Há ainda judeus Italquim, Crimchas, Mustarabes, Georgianos, Persas, do Cáucaso, Bocairanos e Curdos.  Além de grupos que eventualmente surgem declarando sua origem judaica, das "10 Tribos Perdidas"
* Jane Bichmacher de Glasman é doutora em Língua Hebraica, Literaturas e Cultura Judaica-USP, professora Adjunta, Fundadora e ex-Diretora do Programa de Estudos Judaicos –

A Hist�ria da Kabbalah e do Zohar


Do livro "A guide to the Hidden Wisdom of the Kabbalah", de Rav Laitman, Capitulo 4
 A Hist�ria da Kabbalah e do Zohar

O primeiro Kabbalista que conhecemos foi o patriarca Abraham. Ele viu as perplexidades da exist�ncia humana, fez perguntas ao Criador, e os mundos superiores se revelaram para ele. O conhecimento que ele adquiriu, e o m�todo usado nessa aquisi��o, ele transmitiu para as pr�ximas gera��es. A Kabbalah foi transmitida entre os Kabbalistas oralmente por muitos s�culos. Cada Kabbalista adicionou sua experi�ncia �nica e sua personalidade a esse conjunto de conhecimento acumulado. Suas realiza��es espirituais foram descritas em linguagem apropriada para as almas de suas gera��es.

A Kabbalah continuou a se desenvolver depois que a B�blia (os Cinco Livros de Mois�s) foi escrita. No per�odo entre o Primeiro e o Segundo Templos (586 aec – 515 aec), j� era estudada em grupos. Ap�s a destrui��o do Segundo Templo (70 ec) e at� a gera��o atual, houve tr�s per�odos particularmente importantes no desenvolvimento da Kabbalah, durante os quais foram elaborados os mais importantes escritos sobre o seu estudo.

O primeiro per�odo ocorreu durante o 2o s�culo, quando o Rabbi Shimon Bar Yochai (o Rashbi) escreveu o livro do Zohar. Isso aconteceu por volta do ano 150 da era comum. O Rabbi Shimon era um disc�pulo do famoso Rabbi Akiva (40ec – 135ec). O Rabbi Akiva e v�rios de seus disc�pulos foram torturados e mortos pelos romanos, que se sentiam amea�ados pelo ensinamento da Kabbalah. Eles esfolaram sua pele at� os ossos com uma escova de a�o para cavalos (como o atual ancinho). Em seguida � morte de 24.000 disc�pulos do Rabbi Akiva, o Rashbi foi autorizado pelo Rabbi Akiva e pelo Rabbi yehuda Ben Aba a ensinar a Kabbalah �s gera��es futuras, tal como tinha sido ensinada a ele. O Rabbi Shimon Bar Yochai e quatro outros foram os �nicos a sobreviver. Ap�s a captura e pris�o do Rabbi Akiva, o Rashbi escapou com seu filho, Elazar. Eles se esconderam numa caverna por 13 anos.

Eles sa�ram da caverna com o Zohar, e com um m�todo consolidado para estudar Kabbalah e atingir a espiritualidade. O Rashbi atingiu os 125 n�veis que o homem pode alcan�ar durante sua vida neste mundo. O Zohar nos conta que ele e seu filho alcan�aram o n�vel chamado ‘Eliahu o Profeta’, o que significa que o pr�prio Profeta os ensinou.

O Zohar foi escrito de uma forma especial e �nica, a forma das par�bolas, em aramaico – uma l�ngua falada nos tempos b�blicos. O Zohar nos conta que o aramaico � o ‘inverso do hebraico’, o lado oculto do hebraico. O Rabbi Shimon Bar Yochai n�o escreveu, ele mesmo; ele transmitiu a sabedoria e o modo de alcan��-la de um modo organizado, ditando o conte�do ao Rabbi Aba. Aba escreveu novamente o Zohar de um tal modo que somente aqueles que fossem merecedores pudessem compreend�-lo.

O Zohar explica que o desenvolvimento humano divide-se em 6.000 anos, durante os quais a alma atravessa um cont�nuo processo de desenvolvimento, a cada gera��o. No fim do processo as almas alcan�ar�o uma posi��o chamada ‘o fim da corre��o’, isto �, o n�vel mais alto de espiritualidade e plenitude.

O Rabbi Shimon Bar Yochai foi um dos maiores de sua gera��o. Ele escreveu e interpretou muitos assuntos Kabbalisticos, que foram publicados e s�o bastante conhecidos at� os dias de hoje. Por outro lado, o livro do Zohar desapareceu ap�s ter sido escrito.

Segundo a lenda, os escritos do Zohar foram mantidos ocultos numa caverna pr�xima de Safed, em Israel. Eles somente foram encontrados muitas centenas de anos ap�s, por �rabes que moravam naquela �rea. Um Kabbalista de Safed comprou peixe no mercado um dia, e surpreendeu-se quando descobriu o valor imensur�vel do papel em que o peixe vinha embrulhado. Ele imediatamente comprou as demais folhas de papel dos �rabes, e reuniu-as em um livro.

Isso aconteceu porque a natureza das coisas ocultas � tal que elas precisam ser descobertas no momento apropriado, quando almas apropriadas tiverem reencarnado e entrado no nosso mundo. Foi assim que o Zohar p�de ser revelado ap�s tanto tempo.

O estudo desses escritos foi conduzido em segredo por pequenos grupos de Kabbalistas. A primeira publica��o do livro foi efetuada pelo Rabbi Moshe de Leon, no s�culo XIII, na Espanha.

O Segundo per�odo do desenvolvimento da Kabbalah � muito importante para a nossa gera��o. Esse foi o per�odo do ‘ARI’, Rabbi Yitzchak Luria, que criou a transi��o entre os dois m�todos do estudo da Kabbalah. A primeira vez em que a pura linguagem da Kabbalah apareceu foi nos escritos do Ari. O Ari proclamou o in�cio de um per�odo de estudo massivo e aberto da Kabbalah.

O Ari nasceu em Jerusal�m em 1534. Era crian�a quando seu pai morreu, e sua m�e o levou para o Egito, onde ele cresceu na casa de seu tio. Durante sua vida no Egito, ele se sustentava com o com�rcio, mas dedicava a maior parte do seu tempo a estudar Kabbalah. A lenda diz que ele passou sete anos isolado na ilha de Rodes, no Nilo, onde ele estudou o Zohar, livros dos primeiros Kabbalistas e escritos de um outro Rabbi de sua gera��o, o ‘Ramak’, Rabbi Moshe Cordovero.

Em 1570 o Ari chegou a Safed, Israel. Apesar de sua juventude, ele imediatamente come�ou a ensinar Kabbalah. Sua grandeza foi logo reconhecida; todos os s�bios de Safed, que eram muito versados na Sabedoria oculta e revelada, vieram estudar com ele, e ele se tornou famosos. Por ano e meio seu disc�pulo, o Rabbi Chaim Vital, anotou as respostas a muitas quest�es que surgiram durante seus estudos.

O Ari nos deixou um sistema b�sico para o estudo da Kabbalah, que ainda � usado hoje. Alguns desses escritos foram Etz haChayim (a �rvore da vida), Sha’ar haKavanot (o portal das inten��es), Sha’ar haGilgulim (o portal das reencarna��es) e outros. O Ari morreu em 1572, ainda jovem. Segundo sua �ltima vontade, seus escritos foram arquivados, para que sua doutrina n�o fosse revelada antes que chegasse a �poca certa.

Os grandes Kabbalistas forneceram o m�todo e o ensinaram, mas sabiam que sua gera��o ainda n�o seria capaz de apreciar sua din�mica. Assim, muitas vezes eles preferiram esconder, ou at� queimar seus escritos. Sabemos que o Baal haSulam queimou e destruiu a maior parte de seus escritos. � especialmente significativo este fato, de que o conhecimento tenha sido escrito em papel, e a seguir, destru�do. O que quer que tenha sido revelado no mundo material afeta o futuro, e � revelado com mais facilidade da segunda vez.

O Rabbi Vital ordenou que outras partes dos escritos do Ari fossem escondidas e enterradas com ele. Uma parte foi entregue ao seu filho, que organizou os famosos escritos, os Oito Portais. Muito mais tarde, um grupo de estudiosos liderados pelo neto do Rabbi Vital retirou outra parte dos escritos do t�mulo.

O estudo do Zohar em grupos come�ou abertamente durante o per�odo do Ari e ent�o, prosperou por dois s�culos. No grande per�odo da Chassidut (1750 at� o fim do s�culo XIX), quase todo grande rabbi era um Kabbalista. Apareceram Kabbalistas, principalmente na Pol�nia, na R�ssia, no Marrocos, no Iraque, no Yemen e em v�rios outros pa�ses. Ent�o, no come�o do s�culo XX, o interesse em Kabbalah enfraqueceu at� desaparecer quase completamente.

O terceiro per�odo do desenvolvimento da kabbalah cont�m um m�todo adicional �s doutrinas do Ari, escrito nesta gera��o pelo Rabbi Yehuda Ashlag, autor do coment�rio Sulam (escada), sobre o Zohar e os ensinamentos do Ari. Esse m�todo � particularmente apropriado para as almas da gera��o atual.

O Rabbi Yehuda Ashlag � conhecido como o ‘Baal haSulam’, por causa de sua obra Sulam do Zohar. Ele nasceu em Lodz, Pol�nia, em 1885; absorveu um profundo conhecimento da lei escrita e oral em sua juventude e mais tarde, tornou-se um juiz e professor em Vars�via. Em 1921 ele imigrou para Israel com sua fam�lia, e tornou-se o rabbi de Givat Shaul em Jerusal�m. Ele j� estava ocupado em escrever sua pr�pria doutrina quando come�ou a esbo�ar o coment�rio sobre o Zohar em 1943. O Baal haSulam acabou de escrever seu coment�rio sobre o Zohar em 1953. Ele morreu no ano seguinte e foi enterrado em Jerusal�m, no cemit�rio Givat Shaul.

Seu filho mais velho, o Rabbi Baruch Shalom Ashlag, o ‘Rabash’, tornou-se seu sucessor. Seus livros est�o estruturados de acordo com as instru��es de seu pai. Eles foram elaborados sobre os escritos do seu pai, de modo a facilitar a compreens�o desses coment�rios para a nossa gera��o.

O Rabash nasceu em Vars�via em 1907 e imigrou para Israel com seu pai. Somente ap�s o Rabbi Baruch ter-se casado, seu pai o incluiu no grupo seleto de estudantes da sabedoria secreta da Kabbalah. Logo ap�s ele foi autorizado a dar aulas aos novos alunos do seu pai.

Em seguida ao falecimento de seu pai, o Rabbi Baruch assumiu a tarefa de continuar ensinando o m�todo especial que ele havia aprendido. Apesar de suas grandes realiza��es, assim como seu pai, ele insistiu em manter um modo de vida muito modesto. Durante sua vida ele trabalhou como sapateiro, oper�rio de constru��o e balconista. Externamente, ele viveu como uma pessoa comum, mas devotou cada momento livre para estudar e ensinar Kabbalah. O Rabash faleceu em 1991.

O Rabbi Yehuda Ashlag, o Baal HaSulam, � reconhecido como o l�der espiritual de nossa gera��o. Ele � o �nico nesta gera��o que escreveu um coment�rio completamente abrangente e atualizado sobre o Zohar e os escritos do Ari. Esses livros, mais os ensaios do Rabbi Baruch Ashlag, s�o a �nica fonte que podemos usar para nos ajudar em nosso progresso.

Quando n�s estudamos os seus livros, n�s estamos de fato estudando o Zohar e os escritos do Ari, atrav�s de coment�rios mais recentes (dos �ltimos 50 anos). Essa � uma prote��o para a nossa gera��o, pois nos possibilita estudar textos antigos como se tivessem sido escritos agora, e us�-los como trampolim para a espiritualidade.

O m�todo do Baal hasulam serve para todos, e a sulam (escada) que ele construiu com seus escritos nos assegura que nenhum de n�s deve temer o estudo da Kabbalah. Qualquer um que estude Kabbalah pode ter certeza de que dentro de tr�s a cinco anos ser� capaz de atingir as esferas espirituais, todas as realidades e o divino entendimento, o nome dado ao que est� acima e al�m de n�s, e que ainda n�o conseguimos sentir. Se estudarmos de acordo com os livros do Rabbi Yehuda Ahslag, o Baal haSulam, poderemos atingir a verdadeira corre��o.

O m�todo de estudo foi constru�do de modo a despertar em n�s o desejo de compreender os mundos superiores. N�s recebemos um grande desejo de entender nossas ra�zes, como nos conectarmos com elas. Ent�o n�s recebemos o poder de melhorar e preencher a n�s mesmos.

Todos os tr�s grandes Kabbalistas s�o a mesma alma, que apareceu primeiro como Rabbi Shimon, numa segunda ocasi�o como o Ari, e pela terceira vez, como o Rabbi Yehuda Ashlag. Em cada ocasi�o, tinha chegado a �poca para uma revela��o a mais, porque as pessoas daquelas gera��es o mereciam, e essa alma desceu para ensinar o m�todo apropriado para cada gera��o.

Cada gera��o � cada vez mais merecedora de descobrir o Zohar. O que foi escrito pelo Rabbi Shimon Bar Yochai e oculto, foi posteriormente descoberto pela gera��o do Rabbi Moshe de Leon, e depois pelo Ari, que come�ou a interpretar isto na linguagem da Kabbalah. Esses escritos tamb�m foram guardados e parcialmente redescobertos quando chegou a �poca certa. Nossa gera��o tem o privil�gio de aprender do Sulam, que agora permite a cada um estudar Kabbalah e corrigir-se.

Vemos que o Zohar fala para cada gera��o. Em cada gera��o ele se revela mais e  melhor compreendido que na gera��o precedente. Cada gera��o abre o livro do Zohar de um modo �nico, apropriado para as ra�zes de sua alma especial.

Ao mesmo tempo, � importante que seja feita uma tentativa de reservar os escritos Kabbal�sticos, de modo que aqueles que sentem a necessidade de buscar por eles os encontrem por si mesmos. Os Kabbalistas sabem, evidentemente, que o processo de mudan�a requer duas condi��es: o tempo correto, e a maturidade da alma. N�s estamos testemunhando uma ocorr�ncia muito interessante, caracterizada pela irrup��o e sinaliza��o de uma nova era no estudo da Kabbalah.



Cabala (também KabbalahQabbalacabbalacabbalahkabalakabalahkabbala) é um sistema religioso filosófico que reivindica o discernimento da natureza divina. Q(a)B(a)L(a)H (קבלה QBLH) é uma palavra hebraica que significa recepção, que vem da raiz Qibel ("receber").
A Qabalah divide-se em quatro partes principais:
1.   Qabalah prática: trata dos talismãs, rituais e cerimônias mágicas;
2.   Qabalah literal: para conhecê-la, é necessário ver suas três matérias (logo abaixo);
3.   Qabalah não-escrita: conhecimento oral, a tradição;
4.   Qabalah dogmática: parte doutrinal da ciência, sendo que suas principais fontes são o Sepher Yetzirah, o Zohar, o Sepher Sephiroth e o Asch Metzareph.




Livre Arbítrio


   Livre Arbítrio   índice O papel da livre escolha
   
Gostaria de um esclarecimento sobre a questão do livre arbítrio. O que exatamente ele vem a ser pela Torá?
   
RESPOSTA:
Maimônides em suas Leis de Teshuvá escreve que o livre arbítrio é a base primordial para toda a Torá. Se não fosse verdade, não faria sentido D'us ordenar a se cumprir um preceito, se a pessoa já foi determinada a fazê-lo, ou deixar de fazê-lo. Sendo assim, também não faria sentido a recompensa para quem cumpriu a mitsvá, ou o castigo para quem deixou de cumpri-la, pois isto não foi realizado pela própria escolha da pessoa, uma vez que tenha sido induzida a cometê-lo.
Afirmamos que o homem tem a livre escolha de ser justo ou perverso bom ou mau, etc. Isto não contrasta com o fato de que tudo no mundo está em conformidade com a vontade de D'us, pois, da mesma forma que D'us quis que o Sol nascesse no Leste e se pusesse no Oeste, que cada planta nascesse no momento certo, etc., Ele também desejou que cada homem tivesse o livre arbítrio e que seus atos seguissem apenas sua vontade, para o bem ou para o mal.
O fato de D'us saber de antemão tudo o que ocorre no mundo, desde a Criação até o final dos tempos, não contradiz a idéia do livre arbítrio, pois Seu conhecimento não induz a pessoa a tomar tal atitude; pelo contrário, o fato de a pessoa assim escolher e agir faz com que D'us tenha conhecimento do ato.
Maimônides diz que o conhecimento humano não consegue captar a sabedoria Divina, pois esta está completamente distante de nossa concepção por sermos limitados em espaço e tempo. O intelecto humano consegue captar tão-somente aquilo a que estamos acostumados. Porém, a sabedoria Divina é ilimitada, sendo-Lhe possível, ao mesmo tempo, conhecer o futuro em detalhes e, por outro lado, dar o total e completo livre arbítrio ao homem.
Um exemplo para entender esta idéia: se alguém conhece os fatos do passado, seu conhecimento não faz com que os fatos ocorram; pelo contrário, sabe algo porque aquilo realmente ocorreu. Seu conhecimento é uma conseqüência, não uma causa. Para D'us, para Quem o passado, presente e futuro ocorrem ao mesmo tempo (pois Ele não está limitado pelo tempo e espaço), Seu prévio conhecimento é como o nosso conhecimento do passado.
Isto se aplica às ações das pessoas, que não são determinadas por D'us e, sim, conseqüência do livre arbítrio de cada um. Porém, várias facetas da vida humana são determinadas por D'us desde antes do nascimento de cada um: se será rico ou pobre, com quem irá casar como será sua vida material, etc.
Estes fatos não são apenas conhecidos previamente por D'us, mas por Ele predeterminados. Esta predeterminação não influi, porém, nas ações, pois em qualquer situação material em que a pessoa se encontre, D'us lhe dá forças espirituais suficientes para que cumpra Torá e mitsvot - depende apenas de sua vontade e esforço.
E assim disseram nossos sábios: "Tudo está nas mãos de D'us, menos o temor a D'us (e o serviço a D'us)."

O Hebreu Sobre A Lótus



"Encontrei a terra pura e estou caminhando sobre ela agora. Aprendi, durante a minha viagem interior que, não existe pureza que não tenha emergido da impureza".

Deepak Veda

A Lótus é uma flor da família das Nymphaeas que nasce em lugares pantanosos. É uma flor aquática chamada em hebraico de "Shoshanat Mayim (Lírio das Águas)". Ela emerge da impureza dos pantanos povoando de beleza lugares repleto de feiura e sujeira. Ela é exatamente o que diz o Zohar Sagrado: "Não existe nada puro neste mundo que não tenha sido extraído da impureza". Assim o é com a "iluminação messiânica". Nenhum "Buddha (Messias)" que tenha impactado este mundo nasceu da chamada "Tahorá (Pureza)" e sim da impureza. Este é também o segredo da "Pará Edumá - A Vaca Vermelha" a qual o Zohar revela ser "roma" que é vermelha.

O hebreu sobre a lótus alude aqueles hebreus/judeus que abandonaram a prática do judaísmo rabínico e seu veneno para encontrar a iluminação através da meditação, especificamente do budismo. Inúmeros judeus tem "cambiado" suas vidas em direção à verdadeira prática da Torah ensinada pelo pai Abraão aos seus filhos e filhos de suas concubinas. O judaísmo surgiu do veneno da nachash (serpente) e sua descendência, a "Érev Rav (Multidão Místa)" que são as almas dos "nefilim, giborim, anaqim, refaim e amaleq". As primeiras letras dos nomes destas almas formam o acrônimo "Nega Rá" cujo significado é "Contágio do Mal". Sobre eles o Zohar revela: "Eles constroem escolas rabínicas e casas de estudo da Torah que contem o rolo da Torah com uma coroa no topo, mas eles fazes isto por amor a eles próprios e não por amor ao Criador". O Zohar continua revelando que eles são a casa de toda dor no mundo, guerras e perseguisão contínua. Portanto, é um erro querem se associar a eles e pertencer a está prática que faz mal a alma, cuja pregação central é o ódio e não o amor.

Existem famílias de "Cohanim (Sacerdotes)" que aceitaram a pratica budista e seus místérios. Em São Paulo, uma das mestras do budismo é a "Monja Cohen".

Estudando no dia de ontém, descobri um importante código no livro do profeta Jeremias, no verso que diz: "Postai-vos às margens dos caminhos e perguntaivos pelas sendas antigas, eis ai o bom caminho, andai por eles e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Dentro deste verso encontrei "Buddha". O código e seus detalhes pode ser visualizado abaixo:

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Acima, no centro do texto hebraico de Jeremias marcado em vermelho e na posição vertical (em pé) está "Buddha)" e cruzando-o está o verso 16 do capítuo 6º de Jeremias, sendo que a frase "ei zê ha'derech ha'tóv (eis ai o bom caminho)" o está cruzando-o comparilhando a letra "Dalet (d)" de "Buddha". Lembrando que "Buddha" significa "Aquele que despertou". Cruzando Buddha na vertical marcado com a cor abóbora está "mi-Qedem (do oriente)" e onde "mi-Qedem" termina está o verso "E disse o Eterno: Darei a este povo (do oriente) homens sábios... (Jer 6:21)". Abaixo destes está o verso de Jer 6:22 "E disse o Eterno: Eis o povo que vem da terra do norte" e que decodificado na verdade diz: "Eis o povo que vem da terra do místerio...". A questão aqui é o termo "Tzafon (norte)" que tendo o nikud (vogal) mudada para "u" fica "Tzafun" cujo significado é "mistério/segredo escondido". Dentro deste verso está codificado "Buddha" que é a segunda ocorrência no texto.

O Zohar revela que Hashem escolheu a letra "Beit" para começar a criação por ela ser a inicial da palavra "Brachá" cujo significado é "Benção" e portanto, tudo o que se inicia por esta letra sagrada é abençoado. Buddha é iniciado pela letra beit.

Apesar dos rabinos quererem fazer parecer que o judaísmo é uma "religião revelada" em Har Sinai e de origem divina, nós sabemos através do Zohar que não é assim. Toda religião tem origem na "Érev Rav" e a marca das religiões da serpente é o ódio e a segregação. O judaismo é atualmente a religião mais segregativa que existe.

Outro dia eu estudava sobre a "Érev Rav" e a religião ortodoxa, e encontrei um código assombroso e revelador sobre o shoá (holocausto). Ei-lo abaixo:

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No código acima a palavra chave central é "Haredim (Ortodoxos)" que surge na posição vertical marcada na cor vemelha e que é cruzada por "Érev Rav (Multidão Místa)" que surge na horizontal marcada também com a cor vermelha. O espatoso surge no final de "Érev Rav": O termo "Shoá (Holocausto)" na posição diagonal em azul logo abaixo de "Érev Rav". Acima de "Haredim" está "Amaleq" comprovando o que o Zohar diz, que a religião dos Haredim é a religião de Amaleq. Logo abaixo de Amaleq na posição horizontal em azul está "Himmler" que foi o Reich Fuher das SS nazistas, os assassinos negros de Hitler. E logo conectado com "Himmler" está "nazista".

A gematria de Amaleq é 240. Em 1939 as SS de Himmler possuiam 240.000 membros e foi neste ano que a WWII (Segunda Grande Guerra) teve inicio.

Eu não codifique isto no Tana'k, foi o Sagrado, bendito seja Ele, eu apenas o descobri guiado pela "Shekiná (Presença Divina)".

Minha decisão em abonar o judaismo foi um processo lento e doloroso. Começou em 2003 e se extendeu até 2012. Em 2005 eu abadonei o titulo rabínco assumindo o titulo "naib" cujo signifiado é "Aquele que serve à tribo".

A primeira evidência de que eu estava sendo guiado pelo Eterno para encontrar o meu verdadeiro destino aconteceu em Dezembro de 2003 quando fui convido para fazer uma palestra para jovens formandos do Colégio Lumbini em Suzano. Ora, Lumbini foi o local em Kapilavastu onde Buddha nasceu.

Em 2005 vieram os primeiros sonhos com Buddha e o Budismo. Em 2008 durante um sonho, monjes me disseram que o Piloto Ayrton Senna havia atingindo a 8ª consciência de Buddha. Eu nunca tinha lido nada sobre budismo até então, mas, naquela manha de 8 de Maio de 2008, após acordar deste sonho, pesquisei no Google e descobri, para minha elevação, que são 8 as consciências de Buddha. A 8ª alude a Chochmá que é a consciência da Sabedoria da Árvore das Vidas.

Este será meu novo blog daqui em diante, onde minha "nova vida" e "consciência" será compartilhada com todos. Em razão disto, o blog da Comunidade do Deserto será descontinuado. Suas publicações serão esporádicas, não porque o blog não seja bom, afinal ele é lido por pessoas no mundo inteiro, e em dois anos alcançou quase 70.000 visitas. Ainda continuo a jornada mística em direção ao deserto e a verdadeira prática de Abraão nosso pai.








‎"O manuscrito Sepher Toldoth Yeshu


"O manuscrito Sepher Toldoth Yeshu (Livro da Genealogia de Jesus, em hebraico) descreve um Yeshu ben Pandera (Jesus filho de Pandera) do tempo dos Asmoneus da seguinte maneira:

Resumo do Sepher Toldoth Yeshu (tradução livre do inglês)

No reinado de Alexandre Janeu, um inútil devasso chamado José Pandera vivia perto da casa de uma jovem chamada Maria, noiva de um certo homem de nome João. Pandera seduziu Maria e esta ficou grávida.".


" Quando João soube que a sua noiva estava grávida, dirigiu-se ao seu perceptor Simão ben Shetach. Este aconselhou-o a arrolar testemunhas para levar o culpado ao Sinédrio, mas João, para evitar a vergonha, fugiu para longe.

Entretanto Maria deu à luz um rapaz e chamou-o Jesus (heb. Yehoshua, Yeshu). Quando cresceu, o rapaz mostrava-se insolente com os magistrados do Sinédrio. E as pessoas diziam “Que bastardo!”. Simão ben Shetach disse, então: “Sim, este é o filho de Pandera e Maria que era noiva de outro”. Os outros disseram: “Portanto, ele é mesmo um bastardo filho de uma adúltera!”.

Publicou-se um édito, expulsando-o do seu meio, e Jesus fugiu para a Galiléia, onde morou muitos anos. Quando também na Galiléia soube-se que Jesus era filho ilegítimo ele retornou secretamente a Jerusalém.".


"Ora, havia uma pedra no Templo onde estava gravada a Shem ha-Mephorash (a Palavra Inefável, o nome secreto de Deus, que dava grandes poderes a quem a conhecia). Essa pedra foi descoberta por David no fundo de um abismo e foi colocada no santíssimo do Templo. Posteriormente, os homens sábios, receando que alguém imprudentemente tomasse conhecimento da Palavra Inefável escrita na pedra, mandaram colocar dois leões mágicos de bronze à entrada do santíssimo do Templo que rugiriam provocando um total esquecimento.
Jesus entrou no Templo, e registou as letras sagradas num pergaminho. Depois cortou a sua carne, escondeu o pergaminho dentro e voltou a fechar a carne. Quando saíu, os leões rugiram e ele esqueceu-se de tudo mas, já fora da cidade, voltou a abrir a sua carne e recuperou o pergaminho.".

Depois foi à cidade e clamou a todos: “Não sou filho de uma virgem? Eu sou o Filho de Deus que Isaías profetizou que viria de uma virgem!”. Os que o ouviam diziam: “Mostra-nos um sinal”. Levaram-lhe ossos de um morto e ele devolveu-lhe a vida, restaurando-lhe tendões, carne e pele. Levaram-lhe um leproso e ele curou o leproso. E os que viram ajoelharam-se e disseram “Tu és o Filho de Deus”.

Mas os anciãos sábios ficaram apreensivos com as notícias e montaram uma cilada a Jesus, enviando-lhe mensageiros que lhe disseram: “Os ilustres de Jerusalém chamam-te porque ouviram que és o Filho de Deus”. Jesus respondeu “irei se me receberem tal como os escravos recebem o seu senhor”.
Estabelecido o acordo, Jesus dirigiu-se a Jerusalém montado num burro e foi recebido com grande pompa.

Entretanto os sábios queixaram-se à rainha [Salomé Alexandra] e exigiram a pena de morte para Jesus. Mas a rainha, não convencida da acusação, pediu uma audiência com Jesus.
Jesus foi então levado à presença da rainha e mostrou os seus poderes, curando um leproso e ressuscitando um morto. A rainha disse então aos sábios: “Porque dizem que este homem é um feiticeiro? Pois eu vi que ele é realmente o Filho de Deus. Desapareçam e nunca mais me tragam uma acusação destas!”.

Depois os sábios reuniram-se novamente e decidiram escolher um deles para aprender a Shem ha-Mephorash e para provarem que assim poderiam fazer o mesmo que Jesus. Um deles, de nome Judas, propos-se para este desafio.

Entretanto a rainha convocou uma nova audiência, desta vez com Judas e Jesus. Jesus começou por dizer “Assim como as escrituras dizem acerca de mim eu vou subir ao céu para o meu Pai celeste” e, proferindo a Shem ha-Mephorash, comecou a subir aos céus. Judas também proferiu a fórmula secreta e, subindo também, começou a puxar Jesus para baixo. Combateram até que Judas derramou o seu suor em Jesus tornando-o impuro. Tendo ambos ficado impuros com o suor, e como a Shem ha-Mephorash só funciona em estado de pureza, caíram ao solo, e foi declarada a sentença de morte a Jesus. Mas os discípulos conseguiram fazer Jesus escapar-se para fora da cidade.

Jesus dirigiu-se ao Jordão, onde lavou-se e purificou-se, recuperando os seus poderes. Depois pegou em duas pedras de moinho, colocou-as a flutuar na água e sentou-se nelas a pescar para uma multidão que comeu os peixes.

Quando os sábios souberam que Jesus estava novamente a exibir poderes, Judas propôs-lhes que iria misturar-se secretamente com os discípulos de Jesus. Assim o fez e, numa noite, Judas encontrou Jesus a dormir numa tenda, cortou-lhe a carne e removeu-lhe o pergaminho.

No dia da festa dos pães não fermentados Jesus, com a intenção de ir ao Templo recuperar a palavra secreta, dirigiu-se com os seus discípulos para Jerusalém. Entretanto Judas foi avisar os sábios para estarem atentos porque ele iria denunciar Jesus, prostrando-se aos seus pés. E assim, Jesus foi capturado.
Jesus foi amarrado a um pilar e chicoteado. Colocaram-lhe uma coroa de espinhos e, quando ele pediu água, deram-lhe vinagre para beber. Jesus então proferiu “Meu Deus, porque me abandonaste?”. Depois, foi levado ao Sinédrio para lhe proferirem a pena de morte e, por fim, foi apedrejado até à morte.

Procuraram uma árvore para o pendurarem, mas não encontraram nenhuma capaz de suportar o peso de um homem. De modo que o penduraram numa haste de um grande repolho (!) mas, à noite, enterraram-no no local onde fora apedrejado. Judas, receando que os discípulos roubassem o corpo e dissessem que Jesus tinha ascendido aos céus, removeu-o da sepultura e escondeu-o no seu jardim.

No dia seguinte, os discípulos não encontraram o corpo na sepultura e proclamaram que Jesus tinha ascendido aos céus. Por isso a rainha convocou todos os sábios com o seguinte ultimato “Se não encontrarem o corpo serão todos mortos!”.

Por fim, Judas entregou o corpo e eles exibiram-no arrastado por um cavalo.".

O Tempo na Tora


O Tempo na Tora



Nós aprendemos que a nossa experiência de vida é formado por fases: inspiração, perda de inspiração e luta para recuperar a inspiração. Vimos também que as nossas mentes e neshamot conter elementos que correspondem a essas etapas. Agora aprofundar a natureza do tempo para descobrir a raiz dessas forças. Ser o resultado de sensível ao tempo desta forma será a capacidade de trazer os elementos da mente e do neshamah com elementos do tempo: cavalgar as ondas do tempo.

O recipiente contendo geral do resto da criação é o tempo. Tempo é metade do que não é de fluxo monótono ou unidimensional em ciclos com pulsos de energia. Estes ciclos de corresponder exatamente aos níveis de energia diferentes mencionados no que diz respeito à dimensão humana, ou melhor, continente consitituyen o quadro ou a dimensão humana e existem em ressoam tempo com ele. Se pudesse aprender a sentir o fluxo desses ciclos de tempo pode "afinar" corretamente ampliar nossa energia espiritual e crescimento espiritual imensamente.

O tempo passa ciclicamente através de unidades, compostas de momentos, horas, dias, semanas, meses e anos. Na verdade, estes ciclos são, na verdade espiral porque nenhum momento é igual ao outro, cada nova visita para o mesmo ponto no tempo corresponde a sua idêntica anterior, apenas em um plano superior. O trabalho necessário é "correto” ou a energia preencher corretamente cada ponto; qualquer ponto já ocorre duas vezes e, portanto, todos os dias da vida, a cada momento, requerem um esforço espiritual específico. O Ha'jaim Nefesh explica Shacharit (oração da manhã) de hoje é completamente diferente de manhã Shacharit, hoje não é amanhã e precisa de seu próprio trabalho especial. As mesmas palavras terão um efeito completamente novo amanhã. Esses momentos são o nosso activo mais valioso, na verdade é a nossa vida.

Em outras palavras, cada momento é carregado com energia específica para nos ajudar a conseguir o que conseguimos nesse tempo, o tempo não é um molde passiva em que gravar nossas ações, mas a fonte de energia para essas ações.

Considere esta idéia. Por exemplo, muitas vezes temos a idéia de que nós celebramos o aniversário de certos eventos porque nos lembramos que estes eventos ocorreram nesses momentos particulares e, portanto, têm algo especial que o tempo: celebrando a Páscoa na primavera, porque o Êxodo ocorreu em tal tempo. Mas, na verdade, o oposto é verdadeiro. A verdade é que o Êxodo ocorreu no momento porque o tempo forças metafísicas tornou possível, e mesmo necessário, um evento como esse. Horário causa não um observador. Basta lembrar que o patriarca Abraão comeu matzá [pão achatado] em Pessach, embora no momento não tivesse havido um êxodo para comemorar, e sequer apareceu ainda o povo judeu. As energias de nesta época do ano requer matzá, a demanda da Páscoa. É verdade que os preceitos da Páscoa comemoram o Êxodo, mas o próprio Êxodo, com todos os seus detalhes, é por si só uma expressão da energia inerente a tempo.
E o mesmo se aplica a cada Yom Tov [festival] e todos os dias. Este é o sentido profundo da frase ba'yamim ha'hem ba'zmán ha'zé - "naqueles dias, neste momento" nesta época do ano em energia equivalente àquela que, então, atingiu no mundo está presente , a nossa missão não é comemorar sentimentalmente, mas usá-lo.
Então, agora nós entendemos que a cada ano é um círculo, cada ponto de que é único. Cada ponto no círculo é extremamente poderoso, gera ondas de energia que causam determinados eventos e realizações tornaram possível naquele momento. Cada ponto exige algum esforço por parte de nós, tanto individual como em nível da aldeia. O tempo de vida de cada indivíduo é um círculo ou uma espiral, cada um dos dias da nossa vida requer certa sensibilidade, certo crescimento, uma conquista específica. Há oportunidades disponíveis em momentos que não se repetirão novamente. Este é também o significado mais profundo da declaração de Kohelet (Eclesiastes), que afirma que "para tudo há um tempo, e um tempo para todo propósito..."

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Agora estudar a singularidade que tem a oportunidade do momento em si. O Talmud relata o que se segue a pedido de Moshe Deus no sentido de que Ele te mostrar mais de Sua glória, Sua presença. Deus se recusa, alegando que Moisés não pode ver.
Podemos imaginar a reação de Moisés: "Mas quando eu estava presente na sarça ardente, que me ofereceu para me mostrar e eu estava com medo de ver. Agora que eu sou capaz de ver, por favor, peço-lhe para revelar mais ".

A resposta do Talmud citações de Deus: o que ratzita K'she'ratziti; Ajshav she'atá Rotze, Eini Rotze - "quando eu queria revelar a você, você não iria agora você quero, eu não quero". Ali o Talmud cita uma opinião que diz que quando Moisés tinha escondido o rosto antes e tinha medo de olhar não tinha feito nada de errado. Sua conduta era apropriada e louvável. Este não era um castigo. Mas aquele era o momento, e que você perdeu. Este não é o tempo. Que lição em oportunidades perdidas!

Em Ha'shirim Shir (Cântico dos Cânticos) afirma: "Eu durmo, mas meu coração está acordado; [ouvir] o som do meu amado está batendo: Abre-me, minha irmã, meu amor, minha pomba, a minha pura ... Já Eu tomei o manto, que eu tenho que usá-lo novamente? E eu vos lavei os pés, eu tenho que lhes suja "E depois do atraso:" Eu me levantei para abrir ao meu amado, mas o meu amado tinha ido ... "Um pouco de preguiça, uma oportunidade perdida. Que bater na porta para ser respondida.

Isto significa que uma pessoa tem de desenvolver uma sensibilidade apurada para o fluxo de energia do tempo, para saber o que mais pode ser alcançado em todos os momentos. Os sábios da Cabala falar sobre isso em detalhes. Os discípulos do Arizal, o cabalista que viveu em Tzefat mais de quatro anos e, posteriormente, relatam que em Erev Shabat, sexta à noite, enquanto eles estavam juntos com o professor nas colinas de Tzefat para Shabat, de De repente, ele virou-se para eles e disse: "Vamos Yerushalayim." Eles ficaram surpresos, só falta algum tempo para o pôr do sol e Yerushalayim foi Tzefat uma longa distância. Obviamente, ele dizia que não seria transportado ao longo do tempo, talvez quisesse dizer-lhe que algo maior do que simplesmente passar que vêm a Jerusalém. “Houve um momento de hesitação no grupo, alguém disse algo sobre contando sua família, e então o Arizal disse tristemente: “. “É tarde demais”

O maior discípulo (discípulo) do Arizal, o rabino Chaim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas de Giom. O Giom era uma nascente subterrânea que flui em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud conta tinha sido fechada pelo rei Jizquiyahu contra a opinião dos estudiosos de sua geração.
Sabemos que o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo do que o técnico, mas pelo menos por agora destacar o nível superficial. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chaim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechado desde a antiguidade. Rabino Vital não quer, mas ele sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusou a fazê-lo, usando uma técnica que foi transportada Damasco imediatamente cabalística.
Naquela noite, seu professor, o Arizal, apareceu para ele em um sonho.
"Por que você se recusa a abrir a Giom hoje?", Pediu ao seu discípulo.
"Eu estava com medo de usar os nomes sagrados de Deus que foram necessárias para fazer isso", disse o rabino Chaim.
"E como você chegou a Damasco, então?"
Obviamente, o rabino Chaim não tinha resposta para isso. Em seguida, o dito Arizal
"Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Jizquiyahu e você vinistes o mundo para reabrir a primavera, você tinha fechado há muitos anos atrás?"
Podemos apenas imaginar o que o rabino Chaim sentiu. Ele escreve que a sua reação foi respondido: "Amanhã voltar lá e eu vou."
Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje foi o dia e, agora, a oportunidade se foi. "
Apesar de nenhum dos nossos negócios muito profundamente estas questões, de forma tangível ver aqui o grande poder de cada momento específico. Aparentemente, um dos nossos testes especiais é usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser dojek et ha'shaá - "forçar quando" muito cedo é tão inútil quanto tarde demais. As pessoas que pensam de Efraim deixaram o Egito antes do resto do povo judeu, pensando que o tempo da redenção havia chegado. Eles estavam errados, e como resultado eles foram destruídos. O segredo é escolher o momento certo.

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Como se pode saber qual é o ponto? Como alguém se torna sensível às oportunidades? Nós sabemos que Deus nunca nos dá muito profundas dificuldades para tirar proveito de que, se estamos destinados a tirar vantagem de uma oportunidade dada, nós fornecemos uma alusão necessária, a cada um segundo a sua sensibilidade. Para alguém muito espiritualmente desenvolvido, a referência pode ser muito sutil: quando o profeta Eliseu (Eliseu) ainda era um jovem que andava lavrando campo de seu pai, um dia Eliyahu (Elias), o maior profeta e líder dessa geração, ele passou perto dele. De passagem, lançou o seu manto sobre Eliseu. Isso foi o suficiente. Eliseu disse adeus aos seus pais e foi para o homem que só então havia se tornado seu mestre, e ele se tornou um profeta e um dos maiores homens que já viveu. Aderet Eliyahu, a capa de Elias: foi o suficiente. Eliseu sabia que uma mera sugestão ou gesto de um grande homem deve ser levado a sério. Tais atos são carregados de significado. Eu não posso ignorar a chamada.

Um discípulo do Chaim Chofetz conta a história de sua partida do Rebe. Como um homem jovem, quando ele deixou o Radun Yeshiva era antes da Chaim Chofetz para dizer adeus a ele e pedir uma berachá (bênção). Ao entrar na presença do Chaim Chofetz, prounciar antes de uma palavra, o dito Chaim Chofetz
"Eu sou um sacerdote."
O discípulo congelou. O que ele quis dizer que o Chaim Chofetz?
O Chaim Chofetz continuou: "E você não é. Você sabe o que isso significa? Eu vou te dizer. Quando Mashiach [Messias] vêm e apostar ha'mikdash (Templo) é reconstruído, todos vão correr para ele. Quando você chegar aos portões, eles vão dizer: "Você não pode entrar, não um sacerdote. Mas eu vou ser autorizado a entrar. Sabe por quê? Por milhares de anos, no deserto do Sinai, que cometeu um grande pecado e teve de vingar a honra de Deus. Moisés levantou-se e gritou: Meu LA’HASHEM elai - "Aquele que é de Deus, para mim!" Meus antepassados, a tribo de Levi, respondeu imediatamente ao chamado e correu para o seu lado. Mas não o seu. E eu sou um descendente de kohanim e você não está, este é o resultado e esta é a diferença entre você e eu. "
Depois de uma pausa, ele disse que as últimas palavras de seu discípulo:
"Algum dia, em algum lugar em sua vida, lá fora no mundo, ouve a chamar meu LA’HASHEM elai - '! Aquele que é de Deus, para mim" Quando você ouvir essa chamada corre para ele!

Akiva Tatz

Profetas


Profetas  
 Por que não existem mais
    

Existiram 48 profetas de Israel ao longo de nossa história. Yehoshua, Pinchás, David, Shmuel, Elyahu, Yoêl, Amós, Ovadya, Yoná, Chavacuc, Nachum, Zecharyá, Mal’achi, Yesha'yáhu, Yirmiyáhu, Yechezkel, foram alguns deles. O Tanach (Pentateuco, Profetas e Escrituras) está repleto de profecias. Assim, as palavras dos profetas continuam nos guiando através do Tanach. Interessante notar que da mesma forma como muitos homens experimentaram a profecia, também houve profetisas. Em muitos casos, elas atingiram níveis até mais elevados que os homens. Houve sete profetisas conforme se encontram mencionadas na Torá: Sara Miriam, Débora (Dvora), Hana, Abigail, Hulda e Esther.

No entanto, hoje em dia não existem mais profetas, pois nosso mundo não se encontra mais em um nível tão elevado. O que existe é a presença de pessoas muito especiais em cada geração que possuem Ruach Hacodesh, isto é, um nível muito elevado de santidade que faz com que possam dar sábios conselhos e prever certas coisas de antemão. Não se tratam de profecias, mas sim da expressão e revelação de seu profundo conhecimento de Torá. São pessoas que estudam constantemente e observam os ensinamentos de D'us, cuidam detalhadamente para não violar uma única lei, tentam ao máximo e constantemente cumprir todo e qualquer mandamento da Torá, vivem livres de qualquer pecado, em pensamento e ação, completamente ligada em fazer o bem aos outros sem pensar em si próprias, nutrem um amor profundo a D'us com profundo conhecimento de Sua essência, entre outras qualidades, raras de serem encontradas em pessoas. É o conjunto destas características, habilidades e concentração profunda à serviço de D'us que tornam uma pessoa Divinamente inspirada, diferente, no entanto, dos profetas, cujas visões vinham diretamente de D'us ou primeiramente através de um anjo. 

Embora muitas pessoas tivessem o dom da profecia, a Torá apenas menciona aqueles que deixaram uma mensagem para todas as gerações. Por esta razão nossos sábios salientam que além de Moshê e Aharon há 48 profetas mencionados na Torá. A profecia durou por 1000 anos em Israel, do tempo do Êxodo do Egito (2448; 1313 AEC) até 40 anos após a construção do Segundo Templo Sagrado (3448; 313 AEC). O espírito da profecia acabou naquele ano quando os últimos profetas, Hagai, Zecharyá (Zacarias) e Mal'achi (Malaquias), todos morreram no mesmo mês. É muito dificil ocorrer profecias quando a Arca Sagrada não se encontra em seu devido lugar no Templo Sagrado. Por este motivo, quando o Templo foi destruído, a profecia tornou-se muito rara.

Há diversos níveis de Inspiração Divina. O mais alto grau está logo abaixo do grau de profecia que somente será restaurado na era de Moshiach, quando a maioria dos judeus retornar à Terra Santa e for construido o Terceito Templo Sagrado em Jerusalém. Esperamos que seja em breve.



Os Ossos da Matéria

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