segunda-feira, 13 de maio de 2013

O Hebreu Sobre A Lótus



"Encontrei a terra pura e estou caminhando sobre ela agora. Aprendi, durante a minha viagem interior que, não existe pureza que não tenha emergido da impureza".

Deepak Veda

A Lótus é uma flor da família das Nymphaeas que nasce em lugares pantanosos. É uma flor aquática chamada em hebraico de "Shoshanat Mayim (Lírio das Águas)". Ela emerge da impureza dos pantanos povoando de beleza lugares repleto de feiura e sujeira. Ela é exatamente o que diz o Zohar Sagrado: "Não existe nada puro neste mundo que não tenha sido extraído da impureza". Assim o é com a "iluminação messiânica". Nenhum "Buddha (Messias)" que tenha impactado este mundo nasceu da chamada "Tahorá (Pureza)" e sim da impureza. Este é também o segredo da "Pará Edumá - A Vaca Vermelha" a qual o Zohar revela ser "roma" que é vermelha.

O hebreu sobre a lótus alude aqueles hebreus/judeus que abandonaram a prática do judaísmo rabínico e seu veneno para encontrar a iluminação através da meditação, especificamente do budismo. Inúmeros judeus tem "cambiado" suas vidas em direção à verdadeira prática da Torah ensinada pelo pai Abraão aos seus filhos e filhos de suas concubinas. O judaísmo surgiu do veneno da nachash (serpente) e sua descendência, a "Érev Rav (Multidão Místa)" que são as almas dos "nefilim, giborim, anaqim, refaim e amaleq". As primeiras letras dos nomes destas almas formam o acrônimo "Nega Rá" cujo significado é "Contágio do Mal". Sobre eles o Zohar revela: "Eles constroem escolas rabínicas e casas de estudo da Torah que contem o rolo da Torah com uma coroa no topo, mas eles fazes isto por amor a eles próprios e não por amor ao Criador". O Zohar continua revelando que eles são a casa de toda dor no mundo, guerras e perseguisão contínua. Portanto, é um erro querem se associar a eles e pertencer a está prática que faz mal a alma, cuja pregação central é o ódio e não o amor.

Existem famílias de "Cohanim (Sacerdotes)" que aceitaram a pratica budista e seus místérios. Em São Paulo, uma das mestras do budismo é a "Monja Cohen".

Estudando no dia de ontém, descobri um importante código no livro do profeta Jeremias, no verso que diz: "Postai-vos às margens dos caminhos e perguntaivos pelas sendas antigas, eis ai o bom caminho, andai por eles e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Dentro deste verso encontrei "Buddha". O código e seus detalhes pode ser visualizado abaixo:

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Acima, no centro do texto hebraico de Jeremias marcado em vermelho e na posição vertical (em pé) está "Buddha)" e cruzando-o está o verso 16 do capítuo 6º de Jeremias, sendo que a frase "ei zê ha'derech ha'tóv (eis ai o bom caminho)" o está cruzando-o comparilhando a letra "Dalet (d)" de "Buddha". Lembrando que "Buddha" significa "Aquele que despertou". Cruzando Buddha na vertical marcado com a cor abóbora está "mi-Qedem (do oriente)" e onde "mi-Qedem" termina está o verso "E disse o Eterno: Darei a este povo (do oriente) homens sábios... (Jer 6:21)". Abaixo destes está o verso de Jer 6:22 "E disse o Eterno: Eis o povo que vem da terra do norte" e que decodificado na verdade diz: "Eis o povo que vem da terra do místerio...". A questão aqui é o termo "Tzafon (norte)" que tendo o nikud (vogal) mudada para "u" fica "Tzafun" cujo significado é "mistério/segredo escondido". Dentro deste verso está codificado "Buddha" que é a segunda ocorrência no texto.

O Zohar revela que Hashem escolheu a letra "Beit" para começar a criação por ela ser a inicial da palavra "Brachá" cujo significado é "Benção" e portanto, tudo o que se inicia por esta letra sagrada é abençoado. Buddha é iniciado pela letra beit.

Apesar dos rabinos quererem fazer parecer que o judaísmo é uma "religião revelada" em Har Sinai e de origem divina, nós sabemos através do Zohar que não é assim. Toda religião tem origem na "Érev Rav" e a marca das religiões da serpente é o ódio e a segregação. O judaismo é atualmente a religião mais segregativa que existe.

Outro dia eu estudava sobre a "Érev Rav" e a religião ortodoxa, e encontrei um código assombroso e revelador sobre o shoá (holocausto). Ei-lo abaixo:

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No código acima a palavra chave central é "Haredim (Ortodoxos)" que surge na posição vertical marcada na cor vemelha e que é cruzada por "Érev Rav (Multidão Místa)" que surge na horizontal marcada também com a cor vermelha. O espatoso surge no final de "Érev Rav": O termo "Shoá (Holocausto)" na posição diagonal em azul logo abaixo de "Érev Rav". Acima de "Haredim" está "Amaleq" comprovando o que o Zohar diz, que a religião dos Haredim é a religião de Amaleq. Logo abaixo de Amaleq na posição horizontal em azul está "Himmler" que foi o Reich Fuher das SS nazistas, os assassinos negros de Hitler. E logo conectado com "Himmler" está "nazista".

A gematria de Amaleq é 240. Em 1939 as SS de Himmler possuiam 240.000 membros e foi neste ano que a WWII (Segunda Grande Guerra) teve inicio.

Eu não codifique isto no Tana'k, foi o Sagrado, bendito seja Ele, eu apenas o descobri guiado pela "Shekiná (Presença Divina)".

Minha decisão em abonar o judaismo foi um processo lento e doloroso. Começou em 2003 e se extendeu até 2012. Em 2005 eu abadonei o titulo rabínco assumindo o titulo "naib" cujo signifiado é "Aquele que serve à tribo".

A primeira evidência de que eu estava sendo guiado pelo Eterno para encontrar o meu verdadeiro destino aconteceu em Dezembro de 2003 quando fui convido para fazer uma palestra para jovens formandos do Colégio Lumbini em Suzano. Ora, Lumbini foi o local em Kapilavastu onde Buddha nasceu.

Em 2005 vieram os primeiros sonhos com Buddha e o Budismo. Em 2008 durante um sonho, monjes me disseram que o Piloto Ayrton Senna havia atingindo a 8ª consciência de Buddha. Eu nunca tinha lido nada sobre budismo até então, mas, naquela manha de 8 de Maio de 2008, após acordar deste sonho, pesquisei no Google e descobri, para minha elevação, que são 8 as consciências de Buddha. A 8ª alude a Chochmá que é a consciência da Sabedoria da Árvore das Vidas.

Este será meu novo blog daqui em diante, onde minha "nova vida" e "consciência" será compartilhada com todos. Em razão disto, o blog da Comunidade do Deserto será descontinuado. Suas publicações serão esporádicas, não porque o blog não seja bom, afinal ele é lido por pessoas no mundo inteiro, e em dois anos alcançou quase 70.000 visitas. Ainda continuo a jornada mística em direção ao deserto e a verdadeira prática de Abraão nosso pai.








‎"O manuscrito Sepher Toldoth Yeshu


"O manuscrito Sepher Toldoth Yeshu (Livro da Genealogia de Jesus, em hebraico) descreve um Yeshu ben Pandera (Jesus filho de Pandera) do tempo dos Asmoneus da seguinte maneira:

Resumo do Sepher Toldoth Yeshu (tradução livre do inglês)

No reinado de Alexandre Janeu, um inútil devasso chamado José Pandera vivia perto da casa de uma jovem chamada Maria, noiva de um certo homem de nome João. Pandera seduziu Maria e esta ficou grávida.".


" Quando João soube que a sua noiva estava grávida, dirigiu-se ao seu perceptor Simão ben Shetach. Este aconselhou-o a arrolar testemunhas para levar o culpado ao Sinédrio, mas João, para evitar a vergonha, fugiu para longe.

Entretanto Maria deu à luz um rapaz e chamou-o Jesus (heb. Yehoshua, Yeshu). Quando cresceu, o rapaz mostrava-se insolente com os magistrados do Sinédrio. E as pessoas diziam “Que bastardo!”. Simão ben Shetach disse, então: “Sim, este é o filho de Pandera e Maria que era noiva de outro”. Os outros disseram: “Portanto, ele é mesmo um bastardo filho de uma adúltera!”.

Publicou-se um édito, expulsando-o do seu meio, e Jesus fugiu para a Galiléia, onde morou muitos anos. Quando também na Galiléia soube-se que Jesus era filho ilegítimo ele retornou secretamente a Jerusalém.".


"Ora, havia uma pedra no Templo onde estava gravada a Shem ha-Mephorash (a Palavra Inefável, o nome secreto de Deus, que dava grandes poderes a quem a conhecia). Essa pedra foi descoberta por David no fundo de um abismo e foi colocada no santíssimo do Templo. Posteriormente, os homens sábios, receando que alguém imprudentemente tomasse conhecimento da Palavra Inefável escrita na pedra, mandaram colocar dois leões mágicos de bronze à entrada do santíssimo do Templo que rugiriam provocando um total esquecimento.
Jesus entrou no Templo, e registou as letras sagradas num pergaminho. Depois cortou a sua carne, escondeu o pergaminho dentro e voltou a fechar a carne. Quando saíu, os leões rugiram e ele esqueceu-se de tudo mas, já fora da cidade, voltou a abrir a sua carne e recuperou o pergaminho.".

Depois foi à cidade e clamou a todos: “Não sou filho de uma virgem? Eu sou o Filho de Deus que Isaías profetizou que viria de uma virgem!”. Os que o ouviam diziam: “Mostra-nos um sinal”. Levaram-lhe ossos de um morto e ele devolveu-lhe a vida, restaurando-lhe tendões, carne e pele. Levaram-lhe um leproso e ele curou o leproso. E os que viram ajoelharam-se e disseram “Tu és o Filho de Deus”.

Mas os anciãos sábios ficaram apreensivos com as notícias e montaram uma cilada a Jesus, enviando-lhe mensageiros que lhe disseram: “Os ilustres de Jerusalém chamam-te porque ouviram que és o Filho de Deus”. Jesus respondeu “irei se me receberem tal como os escravos recebem o seu senhor”.
Estabelecido o acordo, Jesus dirigiu-se a Jerusalém montado num burro e foi recebido com grande pompa.

Entretanto os sábios queixaram-se à rainha [Salomé Alexandra] e exigiram a pena de morte para Jesus. Mas a rainha, não convencida da acusação, pediu uma audiência com Jesus.
Jesus foi então levado à presença da rainha e mostrou os seus poderes, curando um leproso e ressuscitando um morto. A rainha disse então aos sábios: “Porque dizem que este homem é um feiticeiro? Pois eu vi que ele é realmente o Filho de Deus. Desapareçam e nunca mais me tragam uma acusação destas!”.

Depois os sábios reuniram-se novamente e decidiram escolher um deles para aprender a Shem ha-Mephorash e para provarem que assim poderiam fazer o mesmo que Jesus. Um deles, de nome Judas, propos-se para este desafio.

Entretanto a rainha convocou uma nova audiência, desta vez com Judas e Jesus. Jesus começou por dizer “Assim como as escrituras dizem acerca de mim eu vou subir ao céu para o meu Pai celeste” e, proferindo a Shem ha-Mephorash, comecou a subir aos céus. Judas também proferiu a fórmula secreta e, subindo também, começou a puxar Jesus para baixo. Combateram até que Judas derramou o seu suor em Jesus tornando-o impuro. Tendo ambos ficado impuros com o suor, e como a Shem ha-Mephorash só funciona em estado de pureza, caíram ao solo, e foi declarada a sentença de morte a Jesus. Mas os discípulos conseguiram fazer Jesus escapar-se para fora da cidade.

Jesus dirigiu-se ao Jordão, onde lavou-se e purificou-se, recuperando os seus poderes. Depois pegou em duas pedras de moinho, colocou-as a flutuar na água e sentou-se nelas a pescar para uma multidão que comeu os peixes.

Quando os sábios souberam que Jesus estava novamente a exibir poderes, Judas propôs-lhes que iria misturar-se secretamente com os discípulos de Jesus. Assim o fez e, numa noite, Judas encontrou Jesus a dormir numa tenda, cortou-lhe a carne e removeu-lhe o pergaminho.

No dia da festa dos pães não fermentados Jesus, com a intenção de ir ao Templo recuperar a palavra secreta, dirigiu-se com os seus discípulos para Jerusalém. Entretanto Judas foi avisar os sábios para estarem atentos porque ele iria denunciar Jesus, prostrando-se aos seus pés. E assim, Jesus foi capturado.
Jesus foi amarrado a um pilar e chicoteado. Colocaram-lhe uma coroa de espinhos e, quando ele pediu água, deram-lhe vinagre para beber. Jesus então proferiu “Meu Deus, porque me abandonaste?”. Depois, foi levado ao Sinédrio para lhe proferirem a pena de morte e, por fim, foi apedrejado até à morte.

Procuraram uma árvore para o pendurarem, mas não encontraram nenhuma capaz de suportar o peso de um homem. De modo que o penduraram numa haste de um grande repolho (!) mas, à noite, enterraram-no no local onde fora apedrejado. Judas, receando que os discípulos roubassem o corpo e dissessem que Jesus tinha ascendido aos céus, removeu-o da sepultura e escondeu-o no seu jardim.

No dia seguinte, os discípulos não encontraram o corpo na sepultura e proclamaram que Jesus tinha ascendido aos céus. Por isso a rainha convocou todos os sábios com o seguinte ultimato “Se não encontrarem o corpo serão todos mortos!”.

Por fim, Judas entregou o corpo e eles exibiram-no arrastado por um cavalo.".

O Tempo na Tora


O Tempo na Tora



Nós aprendemos que a nossa experiência de vida é formado por fases: inspiração, perda de inspiração e luta para recuperar a inspiração. Vimos também que as nossas mentes e neshamot conter elementos que correspondem a essas etapas. Agora aprofundar a natureza do tempo para descobrir a raiz dessas forças. Ser o resultado de sensível ao tempo desta forma será a capacidade de trazer os elementos da mente e do neshamah com elementos do tempo: cavalgar as ondas do tempo.

O recipiente contendo geral do resto da criação é o tempo. Tempo é metade do que não é de fluxo monótono ou unidimensional em ciclos com pulsos de energia. Estes ciclos de corresponder exatamente aos níveis de energia diferentes mencionados no que diz respeito à dimensão humana, ou melhor, continente consitituyen o quadro ou a dimensão humana e existem em ressoam tempo com ele. Se pudesse aprender a sentir o fluxo desses ciclos de tempo pode "afinar" corretamente ampliar nossa energia espiritual e crescimento espiritual imensamente.

O tempo passa ciclicamente através de unidades, compostas de momentos, horas, dias, semanas, meses e anos. Na verdade, estes ciclos são, na verdade espiral porque nenhum momento é igual ao outro, cada nova visita para o mesmo ponto no tempo corresponde a sua idêntica anterior, apenas em um plano superior. O trabalho necessário é "correto” ou a energia preencher corretamente cada ponto; qualquer ponto já ocorre duas vezes e, portanto, todos os dias da vida, a cada momento, requerem um esforço espiritual específico. O Ha'jaim Nefesh explica Shacharit (oração da manhã) de hoje é completamente diferente de manhã Shacharit, hoje não é amanhã e precisa de seu próprio trabalho especial. As mesmas palavras terão um efeito completamente novo amanhã. Esses momentos são o nosso activo mais valioso, na verdade é a nossa vida.

Em outras palavras, cada momento é carregado com energia específica para nos ajudar a conseguir o que conseguimos nesse tempo, o tempo não é um molde passiva em que gravar nossas ações, mas a fonte de energia para essas ações.

Considere esta idéia. Por exemplo, muitas vezes temos a idéia de que nós celebramos o aniversário de certos eventos porque nos lembramos que estes eventos ocorreram nesses momentos particulares e, portanto, têm algo especial que o tempo: celebrando a Páscoa na primavera, porque o Êxodo ocorreu em tal tempo. Mas, na verdade, o oposto é verdadeiro. A verdade é que o Êxodo ocorreu no momento porque o tempo forças metafísicas tornou possível, e mesmo necessário, um evento como esse. Horário causa não um observador. Basta lembrar que o patriarca Abraão comeu matzá [pão achatado] em Pessach, embora no momento não tivesse havido um êxodo para comemorar, e sequer apareceu ainda o povo judeu. As energias de nesta época do ano requer matzá, a demanda da Páscoa. É verdade que os preceitos da Páscoa comemoram o Êxodo, mas o próprio Êxodo, com todos os seus detalhes, é por si só uma expressão da energia inerente a tempo.
E o mesmo se aplica a cada Yom Tov [festival] e todos os dias. Este é o sentido profundo da frase ba'yamim ha'hem ba'zmán ha'zé - "naqueles dias, neste momento" nesta época do ano em energia equivalente àquela que, então, atingiu no mundo está presente , a nossa missão não é comemorar sentimentalmente, mas usá-lo.
Então, agora nós entendemos que a cada ano é um círculo, cada ponto de que é único. Cada ponto no círculo é extremamente poderoso, gera ondas de energia que causam determinados eventos e realizações tornaram possível naquele momento. Cada ponto exige algum esforço por parte de nós, tanto individual como em nível da aldeia. O tempo de vida de cada indivíduo é um círculo ou uma espiral, cada um dos dias da nossa vida requer certa sensibilidade, certo crescimento, uma conquista específica. Há oportunidades disponíveis em momentos que não se repetirão novamente. Este é também o significado mais profundo da declaração de Kohelet (Eclesiastes), que afirma que "para tudo há um tempo, e um tempo para todo propósito..."

***

Agora estudar a singularidade que tem a oportunidade do momento em si. O Talmud relata o que se segue a pedido de Moshe Deus no sentido de que Ele te mostrar mais de Sua glória, Sua presença. Deus se recusa, alegando que Moisés não pode ver.
Podemos imaginar a reação de Moisés: "Mas quando eu estava presente na sarça ardente, que me ofereceu para me mostrar e eu estava com medo de ver. Agora que eu sou capaz de ver, por favor, peço-lhe para revelar mais ".

A resposta do Talmud citações de Deus: o que ratzita K'she'ratziti; Ajshav she'atá Rotze, Eini Rotze - "quando eu queria revelar a você, você não iria agora você quero, eu não quero". Ali o Talmud cita uma opinião que diz que quando Moisés tinha escondido o rosto antes e tinha medo de olhar não tinha feito nada de errado. Sua conduta era apropriada e louvável. Este não era um castigo. Mas aquele era o momento, e que você perdeu. Este não é o tempo. Que lição em oportunidades perdidas!

Em Ha'shirim Shir (Cântico dos Cânticos) afirma: "Eu durmo, mas meu coração está acordado; [ouvir] o som do meu amado está batendo: Abre-me, minha irmã, meu amor, minha pomba, a minha pura ... Já Eu tomei o manto, que eu tenho que usá-lo novamente? E eu vos lavei os pés, eu tenho que lhes suja "E depois do atraso:" Eu me levantei para abrir ao meu amado, mas o meu amado tinha ido ... "Um pouco de preguiça, uma oportunidade perdida. Que bater na porta para ser respondida.

Isto significa que uma pessoa tem de desenvolver uma sensibilidade apurada para o fluxo de energia do tempo, para saber o que mais pode ser alcançado em todos os momentos. Os sábios da Cabala falar sobre isso em detalhes. Os discípulos do Arizal, o cabalista que viveu em Tzefat mais de quatro anos e, posteriormente, relatam que em Erev Shabat, sexta à noite, enquanto eles estavam juntos com o professor nas colinas de Tzefat para Shabat, de De repente, ele virou-se para eles e disse: "Vamos Yerushalayim." Eles ficaram surpresos, só falta algum tempo para o pôr do sol e Yerushalayim foi Tzefat uma longa distância. Obviamente, ele dizia que não seria transportado ao longo do tempo, talvez quisesse dizer-lhe que algo maior do que simplesmente passar que vêm a Jerusalém. “Houve um momento de hesitação no grupo, alguém disse algo sobre contando sua família, e então o Arizal disse tristemente: “. “É tarde demais”

O maior discípulo (discípulo) do Arizal, o rabino Chaim Vital, relata o seguinte episódio em seus escritos. Após a morte de seu mestre, ele estava em Jerusalém. Um dia, o sultão de Yerushalaim se aproximou dele e ordenou-lhe para abrir as águas de Giom. O Giom era uma nascente subterrânea que flui em Jerusalém, que, de acordo com o Talmud conta tinha sido fechada pelo rei Jizquiyahu contra a opinião dos estudiosos de sua geração.
Sabemos que o selo ou abrir essas águas têm um sentido mais profundo do que o técnico, mas pelo menos por agora destacar o nível superficial. O sultão sabia que o grande cabalista Rabbi Chaim Vital teria o poder espiritual para abrir a mola, fechado desde a antiguidade. Rabino Vital não quer, mas ele sabia que sua vida estaria em perigo se ele se recusou a fazê-lo, usando uma técnica que foi transportada Damasco imediatamente cabalística.
Naquela noite, seu professor, o Arizal, apareceu para ele em um sonho.
"Por que você se recusa a abrir a Giom hoje?", Pediu ao seu discípulo.
"Eu estava com medo de usar os nomes sagrados de Deus que foram necessárias para fazer isso", disse o rabino Chaim.
"E como você chegou a Damasco, então?"
Obviamente, o rabino Chaim não tinha resposta para isso. Em seguida, o dito Arizal
"Você sabe que a sua alma é um guilgul (reencarnação) do Rei Jizquiyahu e você vinistes o mundo para reabrir a primavera, você tinha fechado há muitos anos atrás?"
Podemos apenas imaginar o que o rabino Chaim sentiu. Ele escreve que a sua reação foi respondido: "Amanhã voltar lá e eu vou."
Mas o Arizal disse: "Você não pode. Hoje foi o dia e, agora, a oportunidade se foi. "
Apesar de nenhum dos nossos negócios muito profundamente estas questões, de forma tangível ver aqui o grande poder de cada momento específico. Aparentemente, um dos nossos testes especiais é usar corretamente as oportunidades. Não podemos perder tempo. Mas não podemos ser dojek et ha'shaá - "forçar quando" muito cedo é tão inútil quanto tarde demais. As pessoas que pensam de Efraim deixaram o Egito antes do resto do povo judeu, pensando que o tempo da redenção havia chegado. Eles estavam errados, e como resultado eles foram destruídos. O segredo é escolher o momento certo.

***

Como se pode saber qual é o ponto? Como alguém se torna sensível às oportunidades? Nós sabemos que Deus nunca nos dá muito profundas dificuldades para tirar proveito de que, se estamos destinados a tirar vantagem de uma oportunidade dada, nós fornecemos uma alusão necessária, a cada um segundo a sua sensibilidade. Para alguém muito espiritualmente desenvolvido, a referência pode ser muito sutil: quando o profeta Eliseu (Eliseu) ainda era um jovem que andava lavrando campo de seu pai, um dia Eliyahu (Elias), o maior profeta e líder dessa geração, ele passou perto dele. De passagem, lançou o seu manto sobre Eliseu. Isso foi o suficiente. Eliseu disse adeus aos seus pais e foi para o homem que só então havia se tornado seu mestre, e ele se tornou um profeta e um dos maiores homens que já viveu. Aderet Eliyahu, a capa de Elias: foi o suficiente. Eliseu sabia que uma mera sugestão ou gesto de um grande homem deve ser levado a sério. Tais atos são carregados de significado. Eu não posso ignorar a chamada.

Um discípulo do Chaim Chofetz conta a história de sua partida do Rebe. Como um homem jovem, quando ele deixou o Radun Yeshiva era antes da Chaim Chofetz para dizer adeus a ele e pedir uma berachá (bênção). Ao entrar na presença do Chaim Chofetz, prounciar antes de uma palavra, o dito Chaim Chofetz
"Eu sou um sacerdote."
O discípulo congelou. O que ele quis dizer que o Chaim Chofetz?
O Chaim Chofetz continuou: "E você não é. Você sabe o que isso significa? Eu vou te dizer. Quando Mashiach [Messias] vêm e apostar ha'mikdash (Templo) é reconstruído, todos vão correr para ele. Quando você chegar aos portões, eles vão dizer: "Você não pode entrar, não um sacerdote. Mas eu vou ser autorizado a entrar. Sabe por quê? Por milhares de anos, no deserto do Sinai, que cometeu um grande pecado e teve de vingar a honra de Deus. Moisés levantou-se e gritou: Meu LA’HASHEM elai - "Aquele que é de Deus, para mim!" Meus antepassados, a tribo de Levi, respondeu imediatamente ao chamado e correu para o seu lado. Mas não o seu. E eu sou um descendente de kohanim e você não está, este é o resultado e esta é a diferença entre você e eu. "
Depois de uma pausa, ele disse que as últimas palavras de seu discípulo:
"Algum dia, em algum lugar em sua vida, lá fora no mundo, ouve a chamar meu LA’HASHEM elai - '! Aquele que é de Deus, para mim" Quando você ouvir essa chamada corre para ele!

Akiva Tatz

Profetas


Profetas  
 Por que não existem mais
    

Existiram 48 profetas de Israel ao longo de nossa história. Yehoshua, Pinchás, David, Shmuel, Elyahu, Yoêl, Amós, Ovadya, Yoná, Chavacuc, Nachum, Zecharyá, Mal’achi, Yesha'yáhu, Yirmiyáhu, Yechezkel, foram alguns deles. O Tanach (Pentateuco, Profetas e Escrituras) está repleto de profecias. Assim, as palavras dos profetas continuam nos guiando através do Tanach. Interessante notar que da mesma forma como muitos homens experimentaram a profecia, também houve profetisas. Em muitos casos, elas atingiram níveis até mais elevados que os homens. Houve sete profetisas conforme se encontram mencionadas na Torá: Sara Miriam, Débora (Dvora), Hana, Abigail, Hulda e Esther.

No entanto, hoje em dia não existem mais profetas, pois nosso mundo não se encontra mais em um nível tão elevado. O que existe é a presença de pessoas muito especiais em cada geração que possuem Ruach Hacodesh, isto é, um nível muito elevado de santidade que faz com que possam dar sábios conselhos e prever certas coisas de antemão. Não se tratam de profecias, mas sim da expressão e revelação de seu profundo conhecimento de Torá. São pessoas que estudam constantemente e observam os ensinamentos de D'us, cuidam detalhadamente para não violar uma única lei, tentam ao máximo e constantemente cumprir todo e qualquer mandamento da Torá, vivem livres de qualquer pecado, em pensamento e ação, completamente ligada em fazer o bem aos outros sem pensar em si próprias, nutrem um amor profundo a D'us com profundo conhecimento de Sua essência, entre outras qualidades, raras de serem encontradas em pessoas. É o conjunto destas características, habilidades e concentração profunda à serviço de D'us que tornam uma pessoa Divinamente inspirada, diferente, no entanto, dos profetas, cujas visões vinham diretamente de D'us ou primeiramente através de um anjo. 

Embora muitas pessoas tivessem o dom da profecia, a Torá apenas menciona aqueles que deixaram uma mensagem para todas as gerações. Por esta razão nossos sábios salientam que além de Moshê e Aharon há 48 profetas mencionados na Torá. A profecia durou por 1000 anos em Israel, do tempo do Êxodo do Egito (2448; 1313 AEC) até 40 anos após a construção do Segundo Templo Sagrado (3448; 313 AEC). O espírito da profecia acabou naquele ano quando os últimos profetas, Hagai, Zecharyá (Zacarias) e Mal'achi (Malaquias), todos morreram no mesmo mês. É muito dificil ocorrer profecias quando a Arca Sagrada não se encontra em seu devido lugar no Templo Sagrado. Por este motivo, quando o Templo foi destruído, a profecia tornou-se muito rara.

Há diversos níveis de Inspiração Divina. O mais alto grau está logo abaixo do grau de profecia que somente será restaurado na era de Moshiach, quando a maioria dos judeus retornar à Terra Santa e for construido o Terceito Templo Sagrado em Jerusalém. Esperamos que seja em breve.



OS SÁBIOS ENSINAM: OS ANJOS NÃO DEIXAM PEGADAS



O título de meu último livro, “Os anjos não deixam pegadas”, baseia-se na afirmação do Talmud de que os anjos apenas ficam parados, enquanto os seres humanos podem caminhar.
Nesta afirmação está implícito que por mais santificados que sejam os anjos, eles o são por terem sido criados desta forma. Sua santidade não é fruto de suas próprias ações. Os anjos não conseguem aperfeiçoar-se. Não se podem tornar ainda mais santificados do que quando foram criados. Pois os anjos são estacionários, nem progridem nem retrocedem.

Os seres humanos, por outro lado, não são criados com santidade. Pelo contrário, são criados com um corpo físico que tem fortes impulsos e desejos de agir em total contraste com a santidade. Quando os homens exercem controle sobre suas urgências físicas e agem de acordo com a moral e a ética, tornam-se espirituais e santificados por obra de seu próprio empenho. Contrapondo-se aos anjos que são estacionários, os seres humanos caminham, podendo, portanto, progredir. É por esta razão que os ensinamentos de nossa Torá nos dizem que os homens são superiores aos anjos.

Quando as pessoas progridem espiritualmente, elas impactam o ambiente que as rodeia. Sua família, seus amigos e sua comunidade são influenciados por sua espiritualidade. Eles assim possibilitam que outros sigam seus passos, suas pegadas. Daí o título de meu trabalho, “Os anjos não deixam pegadas”. As pessoas, sim, deixam sua marca.

Uma pessoa pode minimizar o efeito de seus atos. “O que eu fizer não mudará o mundo”. Isto é um grave erro. Se agirmos moralmente e espiritualmente, estaremos elevando o mundo. Se nos comportarmos de forma imoral, faremos com que o mundo se degenere.

Nossa responsabilidade, enquanto povo que recebeu a Torá, é a obra de Tikun Haolam, a retificação do mundo. Trata-se de uma assombrosa responsabilidade, mas uma responsabilidade à qual não ousamos nos furtar.

De modo semelhante a outros seres vivos, o homem, por natureza, busca o prazer. Em nome do comportamento ético e moral, com freqüência temos que nos privar de certos prazeres. Nossa mente tem enorme capacidade de racionalização. O Rei Salomão, em seus Provérbios, diz: “Os caminhos do homem são justos a seus próprios olhos”. Ou seja, conseguimos encontrar justificativa para o que quer que seja de nossa vontade, para o que desejarmos.

Se usarmos nosso intelecto apenas para encontrar formas de aumentar o nosso prazer e justificar nossos atos, seremos exatamente aquilo pelo qual a ciência nos identifica: homo sapiens, animais inteligentes.

A perspectiva da Torá é muito diferente. Estamos aqui para ser criaturas espirituais, cujo comportamento é determinado pelo que é certo ou errado – e não por aquilo que desejamos. Não devemos satisfazer-nos com aquilo que somos. Devemos empenhar-nos em ser aquilo que podemos vir a ser.

PADRE JOSÉ DE ANCHIETA – “ O Judeu “




PADRE JOSÉ DE ANCHIETA – “ O Judeu “ AMSDJU

JESUÍTA, DE MÃE JUDIA. PORTANTO DE ETNIA JUDAICA
O APÓSTOLO DO BRASIL É JUDEU
Ainda, no Brasil, o nosso primeiro educador, o jesuíta JOSÉ DE ANCHIETA, proclamado o "Santo do Brasil", opõe-se energicamente à instalação de tribunais do Santo Ofício no país. (c.f. Henrique Veltman, in A História dos Judeus em São Paulo, Ed. Expressão Cultural, 1996, p.17).
José de Anchieta, também conhecido por Joseph d'Ancheta, era espanhol de São Cristóvão de Laguna, Tenerife, Ilhas das Canárias, onde nasceu em 1534, filho de pai basco e mãe judia ou marrana (cristã nova).Emigrou aos 14 anos para estudar em Coimbra, Portugal, quando ingressou na Companhia de Jesus, em 1551,sendo que dois depois, em 1553, embargou para o Brasil, numa expedição de missionários portugueses. Com Manoel da Nóbrega fundou a cidade de São Paulo de Piratininga, onde hoje é o Pátio do Colégio, tendo colaborado com a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Faleceu em 159, na cidade de Reritiba, hoje Anchieta, Espírito Santo, aos 63 anos de idade, tendo trabalhado no Brasil, como missionário, por cerca de 44 anos, evangelizando e batizando os brasilis, na própria língua deles, o tupi, que falava e escrevia corretamente..
Foi beatificado em 1980, mas, ainda, não canonizado, isto é não declarado santo, mas é assim considerado por inúmeros católicos.
Por parte de pai tinha parentesco com Inácio de Loiola e por parte da mãe com o Padre Helio Viotti, descendente de Judeus cristãos-novos.

 AMSDJU

JESUÍTA, DE MÃE JUDIA. PORTANTO DE ETNIA JUDAICA
O APÓSTOLO DO BRASIL É JUDEU
Ainda, no Brasil, o nosso primeiro educador, o jesuíta JOSÉ DE ANCHIETA, proclamado o "Santo do Brasil", opõe-se energicamente à instalação de tribunais do Santo Ofício no país. (c.f. Henrique Veltman, in A História dos Judeus em São Paulo, Ed. Expressão Cultural, 1996, p.17).
José de Anchieta, também conhecido por Joseph d'Ancheta, era espanhol de São Cristóvão de Laguna, Tenerife, Ilhas das Canárias, onde nasceu em 1534, filho de pai basco e mãe judia ou marrana (cristã nova).Emigrou aos 14 anos para estudar em Coimbra, Portugal, quando ingressou na Companhia de Jesus, em 1551,sendo que dois depois, em 1553, embargou para o Brasil, numa expedição de missionários portugueses. Com Manoel da Nóbrega fundou a cidade de São Paulo de Piratininga, onde hoje é o Pátio do Colégio, tendo colaborado com a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Faleceu em 159, na cidade de Reritiba, hoje Anchieta, Espírito Santo, aos 63 anos de idade, tendo trabalhado no Brasil, como missionário, por cerca de 44 anos, evangelizando e batizando os brasilis, na própria língua deles, o tupi, que falava e escrevia corretamente..
Foi beatificado em 1980, mas, ainda, não canonizado, isto é não declarado santo, mas é assim considerado por inúmeros católicos.
Por parte de pai tinha parentesco com Inácio de Loiola e por parte da mãe com o Padre Helio Viotti, descendente de Judeus cristãos-novos.

A Chegada dos Cristãos-Novos / Pedro Álvares Cabral



A Chegada dos Cristãos-Novos e Marranos ao Brasil
Na própria expedição de Pedro Álvares Cabral já aparecem alguns judeus, dentre eles, Gaspar Lemos, (seu nome antes da conversão era Elias Lipner),Capitão-mor, que gozava de grande prestígio com o Rei D. Manuel. Podemos imaginar que tamanha alegria regressou Gaspar Lemos a Portugal, levando consigo esta boa nova: - descobria-se um paraíso, uma terra cheia de rios e montanhas, fauna e flora jamais vistos. Teria pensado consigo: não seria ela uma “terra escolhida” para meus irmãos hebreus? Esta imaginação começou a tornar-se realidade quando o judeu Fernando de Noronha, primeiro arrendatário do Brasil, demanda trazer um grande número de mão de obra para explorar seiscentas milhas da costa, construindo e guarnecendo fortalezas na obrigação de pagar uma taxa de arrendamento à coroa portuguesa a partir do terceiro ano. Assim, milhares e milhares de judeus fugindo da chamada “Santa Inquisição” e das perseguições do “Santo Ofício” de Roma, começaram a colonizar este país.
Afinal, os judeus ibéricos, como qualquer outro judeu da diáspora, procuravam um lugar tranqüilo e seguro para ali se estabelecer, trabalhar, e criar sua família dignamente.

É interessante notar os sobrenomes dos capitães da Armada de Pedro Álvares Cabral:
Pedro ÁLVARES Cabral
Pedro de ATAÍDE
Nuno Leitão da CUNHA
Sancho de TOVAR
Simão de MIRANDA
Nicolau COELHO
Bartolomeu DIAS
Luiz PIRES
Aires GOMES DA SILVA
Simão de PINHA
Diogo DIAS
Gaspar LEMOS
Vasco de ATAÍDE


Departamento da divulgação Social
AMSDJU – Ass. Salomon Molcho de descendentes Judeus

Dados de Fonte Por Marcelo M. Guimarães

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